Jorge Molder

1947, Lisboa, Portugal

Artista; Assessor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (1990 – 1994); Diretor-adjunto do Centro de Arte Moderna (1990-1994); Diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (1994 – 2009); Diretor do Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian (2000 – 2002)

233 Exposições

Licenciou-se em Filosofia em 1972, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.
Desde adolescente se interessou por arte, costumando visitar as poucas exposições que aconteciam em Lisboa, até que as programações constantes da Buchholz, da Quadrum, da 111 e da Quadrante imprimiram um ritmo diferente.
Começou a interessar-se pela fotografia por volta dos seis anos, desenvolvendo um trabalho mais constante após terminar o curso, em 1972, altura em que dará início ao seu percurso artístico, apresentado pela primeira vez a título individual na exposição intitulada «Vilarinho das Furnas (Uma Encenação), Paisagens com Água, Casas e Um Trailer», de 1977. Desde então, tem realizado numerosas exposições individuais e coletivas em prestigiadas galerias, centros de arte e museus, em Portugal e no estrangeiro.
Foi artista convidado na Bienal de São Paulo de 1994 e representou Portugal na Bienal de Veneza de 1999. Em 2006, o CGAC e a Fundación Telefónica España apresentaram uma exposição antológica do seu trabalho, que foi premiado no ano seguinte pela Association Internationale des Critiques d'Art (AICA), em Portugal. Em 2010, venceu o Grande Prémio Fundação EDP Arte.
Foi diretor-adjunto do Centro de Arte Moderna (CAM) entre 1990 e 1994, e diretor entre 1994 e 2009. Nessa qualidade, e além das funções gerais de direção, de programação e de salvaguarda e valorização da Coleção, Jorge Molder assinou também a curadoria de algumas exposições, de entre as quais: «Um Auto-Retrato/A Self Portrait: John Coplans» (1992), «Século XX: Arte do Brasil» (2000-2011), com Nelson Aguilar e Franklin Pedroso; «Materiais de Construção/Building Materials» (1999); «António Dias» (1999); «Franz Erhard Walther: O Novo Alfabeto» (2003); «Thomas Joshua Cooper: A Simples Contagem das Ondas/Simply Counting Waves», e «Fernando Lemos: À Sombra da Luz» (ambas de 1994); «João Queiroz» (2007); «Waltercio Caldas: Horizontes» (2008-2009); «MU. Lua em Chão de Terra Batida: Pedro Morais» (2009) e «Lugar da Água: Rui Vasconcelos» (2009).
Doou à Coleção Moderna da mesma instituição duas séries de trabalhos: O Pequeno Mundo e Não tem de me contar seja o que for.


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