Matilde Abreu: “De que serve ter sucesso e não ter memórias?”

A Bolseira Gulbenkian partilha a sua visão sobre a vida académica e defende a importância de equilibrar estudo, experiência e vivências para um percurso universitário completo.
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06 jan 2026 4 min
Histórias de Bolseiros

Partindo da sua experiência em Coimbra, Matilde Abreu reflete sobre o que significa realmente “formar-se”: não apenas adquirir conhecimento académico, mas também viver plenamente os anos de universidade. Entre bibliotecas e noites longas, tradições académicas e amizades que duram para a vida, a bolseira descreve um ambiente onde a verdadeira aprendizagem acontece dentro e fora das salas de aula.

No seu testemunho, Matilde sublinha que o sucesso académico não deve excluir as vivências que marcam a vida estudantil. Para a bolseira, são estas experiências que moldam quem somos e nos preparam para a vida real, muito para além das notas, dos exames ou dos manuais.

Neste vídeo, deixa uma pergunta essencial: que valor tem um percurso universitário exemplar se dele não guardarmos memórias? Matilde desafia-nos a olhar para a vida académica como um tempo único, feito tanto de estudo como de histórias. Porque um diploma sem vivências é, afinal, um canudo vazio.

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Histórias de Bolseiros

Desde 1955, a Fundação Gulbenkian apoiou mais de 30 mil pessoas de todas as áreas do saber, em Portugal e em mais de 100 países. Conheça as suas histórias.
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