António Dacosta

Catálogo Raisonné


 

OBRAS

    • ADD408

    Portugal Insular

    c. 1939

    Uma espécie de alegoria surrealista aos Açores, com alusões ao touro, as redes de pescas, uma nau ancorada na ilha e a declarada sugestão insular do título. (Fernando Rosa Dias)

    • ADP746

    Cena Aberta

    1940

    Sendo a maior tela pintada por Dacosta e falando em abertura no título, apresenta paradoxalmente, das suas imagens mais claustrofóbicas. (José Luís Porfírio)

    • ADP748

    Serenata Açoriana

    c. 1940

    Por vezes existe uma crueldade subtil e inquietante, e ao mesmo tempo poética, mas que define toda a originalidade da pintura surrealista de António Dacosta. (Mário de Oliveira)

    • ADP29

    Melancolia

    1942

    Haverá nostalgia que é tanto de um passado como de um futuro, quando a poesia não é mentira ou falsificação de memória. (Rui Mário Gonçalves)

    • ADP31

    A Festa

    1942

    É um dos primeiros quadros alegres de Dacosta, com subtilíssimo cromatismo parcialmente impressionístico servindo uma temática de nostalgias da infância açoriana. (Rui Mário Gonçalves)

    • ADP72

    Cuidados com os Filhos

    c. 1948

    Adquirida por Almeida Negreiros, esta pintura tornava-se a sua mais famosa obra desta fase abstrata, que coincidia com um momento final da sua gradual mitigação da produção. (Fernando Rosa Dias)

    • ADP121

    Sem título

    c. 1979

    Poucas alegrias maiores tive na minha vida do que aquela que aquele quadro me deu. Outro efeito esse quadro teve, e no lugar devido do próprio pintor: foi fazê-lo voltar a pintar, com uma regularidade que parece de milagre e não é. (José-Augusto França)

    • ADP127

    Fonte de Sintra I. («Saudades deste sítio»)

    1980

    Como numa fonte de Sintra, a primeira que se fez, escreve «saudades deste sítio» como os namorados que nas mesas de madeira se obstinam a escrever corações e nomes deles com canivetes: a marca da sua passagem em ritual. (Bernardo Pinto de Almeida)

    • ADP161

    Pós de Perlimpimpim

    1983

    E são fábulas e presságios, histórias antigas, ritos locais e a sabedoria natural de bichos e adivinhas que só mesmo Pós de Perlimpimpim podem explicar. (Maria Helena de Freitas)

    • ADP157

    Dois Limões em Férias

    1983

    Não sei como aqueles limões foram ali parar. Não estavam inicialmente previstos. Os quadros são sempre a resposta iludida, furtam-se à intenção… (António Dacosta)

    • ADP180

    O Fio e a Agulha

    1984

    Ao utilizar, com extrema sensibilidade, a cor e a matéria, ora diluída e transparente, ora espessa e opaca, a pintura actual de António Dacosta evoca Bonnard e Matisse, no gozo sensual da textura, no recorte de silhuetas e na nitidez do contraste cromático. (Eurico Gonçalves)

    • ADP244

    Em Louvor de…

    1986

    Há na pintura de Dacosta um clima doméstico que não se quer perturbado. Uma intimidade à qual se vai prender não só os sonhos ou os objectos como o objecto maior (e igualmente amado) que é o espaço geográfico. (João Miguel Fernandes Jorge)

    • ADP753

    Não há sim sem não. O Eremita

    1985

    Esta pintura enquadra-se numa questão temática amplamente trabalhada pelo pintor: o Tempo. A figura representada do lado direito espelha um tempo de reflexão, de escrita, de silêncio. (Patrícia Rosas)

    • ADD606

    Lapin du métro

    1983

    A figura do coelho pressuroso de relógio na mão – como aqueles que diariamente utilizam o transporte urbano – naturalmente nos remete para a personagem do conto As Aventuras de Alice no País das Maravilhas. (Tânia Saraiva)

 

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EXPOSIÇÕES

 

 

BIOGRAFIA

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

Antologia Crítica

«Apenas alguns pedaços de madeira, restos de cartão, lápis de cor, chegam-lhe para retomar contacto com a imagem, para “brincar” com as ideias.» (Miriam Dacosta)

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ENSAIOS E DEPOIMENTOS


Primeiro catálogo raisonné online de um artista português, lançado em 2014, por ocasião do centenário do nascimento de António Dacosta. Reeditado em 2022, mantém-se em atualização contínua.

 

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