Reiposto Reimorto (2015)

Catarina Miranda

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Fascinada por estados de alteração da consciência, Catarina Miranda remete o seu trabalho para lugares de ficção atravessados por fenómenos e memórias, onde o passado e o futuro transitam entre sonho e realidade. Criado em 2015, Reiposto Reimorto fazia parte de uma trilogia intitulada Rei que convocava arquétipos de poder e violência. Na peça, seres anónimos lançam e revolvem esculturas de plástico que tanto invocam desperdício como corpos sem vida, criando um lugar de ambiguidade do qual emerge um monumento fantasmagórico.

Por entre o som de um órgão ibérico, cria-se um espaço de mistério e sublimação, com composição sonora de Jonathan Uliel Saldanha, performance de Cristina Planas Leitão, Ana Renata Polónia e o desenho de luz de Santiago Tricot, colaboradores próximos de Catarina Miranda.


FICHA TÉCNICA

Catarina Miranda Direção artística/Cenografia
Ana Renata Polónia, Raúl Maia Performance 
Ana Renata Polónia, Antje Schmidt, Cristina Planas Leitão
Cocriação coreográfica
Jonathan Uliel Saldanha Composição sonora, apoio dramatúrgico
Santiago Tricot Desenho de luz
Vanda Cerejo, SOOPA Produção
Fundação Calouste Gulbenkian, crl – central elétrica Apoio

Reiposto Reimorto recebeu a bolsa de apoio à criação da Fundação Calouste Gulbenkian em 2015.
Estreia: 23 de outubro 2015, TMP Campo Alegre, Porto.


Catarina Miranda (Coimbra, 1982) tem vindo a desenvolver discursos ficcionais, cujas linguagens intercetam dança, voz, cenografia e luz, abordando o corpo como um veículo de transformação de consciência. Concluiu o mestrado EXERCE no ICI-CCN (Montpellier/Fr) e a licenciatura em Artes Visuais pela FBAUP; estudou Teatro NOH, no Kyoto Art Center, Japão. A peça Cabraqimera e a exposição Poromechanics são as suas mais recentes criações.


P DE DANÇA

Ao longo de dois fins de semana alargados, a dança regressa aos auditórios da Fundação com a apresentação de duas dezenas de criações apoiadas pela Gulbenkian ao longo dos últimos anos e que, em alguns casos, nunca foram apresentadas em Portugal. Mostra com a curadoria de João dos Santos Martins.

Ver programação

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através de [email protected].