O que fica do que passa (2013)

Filipe Pereira e Teresa Silva

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Teresa Silva e Filipe Pereira são dois coreógrafos da mesma geração cujo trabalho se caracteriza pelo interesse em processos colaborativos e se traduz em diversas cocriações com outros artistas e coletivos informais. Estreado em 2013, O que fica do que passa é o seu primeiro trabalho partilhado, resultado de um certo fascínio pelo espaço envolto e exterior ao corpo. O que fica do que passa são impressões, sensações, memórias sintetizadas num corpo boquiaberto que é atravessado por matérias, luz e som para criar uma coreografia visual que rejeita a linearidade do sentido mas cria uma ficção sensorial. Através da ativação de materiais precários, frágeis e banais dão a ver seres orgânicos ou fenómenos naturais que transportam a um lugar de maravilhamento.


FICHA TÉCNICA

Filipe Pereira e Teresa Silva Criação, Interpretação, Luz, Sonoplastia e Figurinos
Teresa Silva Coreografia
Filipe Pereira Espaço cénico
Rita Natálio Aconselhamento dramatúrgico
Carlos Ramos Direção técnica
Festival Materiais Diversos Coprodução
Excerto de Prélude à l’après-midi d’un faune de Claude Debussy
Música
Residências artísticas
O Espaço do Tempo, Residências ON/OFF (Guimarães 2012), Alkantara, Ponto de Encontro (Casa Municipal da Juventude, C.M. Almada), Centro Cultural do Cartaxo, O Rumo do Fumo, Atelier Re.al, Auditório Municipal Augusto Cabrita, EIRA/Teatro da Voz, Pólo Cultural das Gaivotas | Boavista 
Vítor Alves Brotas | Agência 25 Gestão Administrativa
André Soares, Elizabete Francisca, Francisca Pinto e Maria Lemos Agradecimentos

Apresentação cofinanciada por COMPETE 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Fundo de Coesão, Fundo Social Europeu, Fundos Europeus Estruturais e de Investimento).

O que fica do que passa recebeu a bolsa de apoio à criação da Fundação Calouste Gulbenkian em 2013.
Estreia: 13 de setembro 2013, Festival Materiais Diversos, Fábrica da Cultura, Minde.


Teresa Silva (Lisboa, 1988) é coreógrafa e bailarina, atividades que no seu percurso se informam mutuamente. Desenvolve o seu trabalho desde 2008, realizando colaborações com artistas nacionais e internacionais, movendo-se principalmente entre Portugal, França e Itália. Formou-se pela Escola de Dança do Conservatório Nacional, Escola Superior de Dança e pelo PEPCC - Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança.

Filipe Pereira (Fátima, 1986) é coreógrafo, bailarino e designer floral. O seu trabalho tem-se desenvolvido a partir de uma reflexão sobre a hierarquia dos dispositivos nas artes cénicas, dispersando a prática de atribuição da coreografia ao corpo do performer para os outros elementos constituintes de um espetáculo, como a luz e a cenografia. Está interessado em considerar e tornar performático o processo natural de decomposição da flor de corte. Licenciou-se na Escola Superior de Dança e frequentou o PEPCC - Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança.


P DE DANÇA

Ao longo de dois fins de semana alargados, a dança regressa aos auditórios da Fundação com a apresentação de duas dezenas de criações apoiadas pela Gulbenkian ao longo dos últimos anos e que, em alguns casos, nunca foram apresentadas em Portugal. Mostra com a curadoria de João dos Santos Martins.

Ver programação

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através de [email protected].


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