Rui Horta Pereira na coleção da Biblioteca de Arte
O artista recebe-nos no seu atelier, em Lisboa, e fala-nos dos seus livros que integram a coleção da Biblioteca e do processo da sua criação.
O artista recebe-nos no seu atelier, em Lisboa, e fala-nos dos seus livros que integram a coleção da Biblioteca e do processo da sua criação.
A monarquia absolutista em França, instaurada por Luís XIV, foi marcada pelo luxo e pelo poder. Os livros de festas descreviam e ilustravam as pomposas cerimónias da época, mas nas suas páginas escondiam-se também várias formas de propaganda real.
O lado sagrado da natureza é o ponto de partida para os músicos Filipe Raposo e Filipe Faria evocarem a sua relação com o Jardim Gulbenkian – de infância ao vidro do Grande Auditório.
Ao longo da sua vida, Calouste Gulbenkian reuniu um notável conjunto de têxteis, que vão da Índia mogol à França do século XVIII.
Quando entram no Museu Gulbenkian, os visitantes estão longe de imaginar as viagens feitas pelas obras de arte que encontram.
No nosso planeta, mais de 2 mil pessoas morrem diariamente por falta de acesso a água e saneamento. Em 2018, a Cidade do Cabo, na África do Sul, esteve muito perto do “Dia Zero”, aquele em que se tornaria a primeira grande cidade mundial a perder o acesso à água canalizada.
No seu ateliê, Carla Rebelo apresenta um conjunto de 5 livros de artista que fazem parte da coleção da Biblioteca de Arte.
A Inovação Social apresenta uma nova forma de olhar para o empreendedorismo. Uma nova realidade económica que considera mais do que a procura do lucro rápido.
Descubra mais sobre a obra pelas palavras da investigadora Leonor de Oliveira.
A arte da miniatura, da caligrafia e da encadernação, na Coleção Gulbenkian, conjugam-se de diversos modos, refletindo os contextos em que foram criados.
O ensino atual continua a seguir, maioritariamente, os métodos e os pressupostos usados nas campanhas de evangelização religiosa há pelo menos 500 anos: aulas expositivas a partir de um púlpito para uma plateia mais ou menos passiva, que se limita a reproduzir aquilo que recebe.
O Coro e Orquestra Gulbenkian interpretam o imponente Requiem de Giuseppe Verdi, sob a direção de Lorenzo Viotti.
O arquiteto paisagista recorda as histórias que estiveram na origem do Jardim Gulbenkian. Um passeio pelo passado e um vislumbre sobre o futuro Jardim.
A maioria das pessoas acredita que só as árvores produzem oxigénio, mas a verdade é que mais da metade do que respiramos vem dos oceanos. O oceano é o pulmão do planeta e a nossa sobrevivência depende dele.
O que levaria Gulbenkian a comprar uma casa e não a desfrutar? Seria a enigmática casa no número 51 da Avenue d’Iéna já um estudo para um Museu?
As cidades são centros de riqueza e inovação, mas também de desigualdade e de poluição. Os dados indicam que mais de 65% dos portugueses vive em zonas urbanas e que 80% dos recursos usados pelos cidadãos da Europa vão para alimentação, transportes e infraestruturas.
Apesar do progresso significativo que se verificou nas últimas décadas, cerca de 10% da população mundial vive em situação de pobreza extrema, com menos de dois dólares por dia. O objetivo determinado para 2030 apostava na redução da pobreza extrema para 3%, mas as alterações cíclicas da economia mundial e a pandemia de COVID-19 estão a adiar esse objetivo.
O extraordinário episódio das compras ao Hermitage e as negociações secretas que enriqueceram com obras-primas a coleção Gulbenkian.
Nunca consumimos tanto. E a produção tem crescido sem precedentes, numa tentativa de acompanhar este crescimento desmesurado. O índice de dióxido de carbono atingiu, em 2019, o seu valor mais alto de sempre. O planeta tem uma pegada ecológica 60% maior que a sua capacidade.
Uma conversa sobre paixão pela música, inspiração na natureza, que passa por um recital de 14 horas, por concertos ao Ar Livre ou pelos piqueniques com amigos.
Calouste Gulbenkian, Howard Carter, a Egiptomania e as antiguidades que hoje se encontram na galeria de arte egípcia do Museu.
Ainda antes de o mundo começar a travar liberdades fundamentais em nome da pandemia da COVID-19, já havia, oficialmente, mais autocracias do que democracias no planeta.
As alterações climáticas são a maior ameaça ambiental do nosso século, bem visível nas ondas de calor e secas extremas, no aumento da temperatura da água do mar, no degelo e nos eventos atmosféricos extremos.
Neste breve vídeo, convidamos professores e alunos a conhecer as coleções do Museu Calouste Gulbenkian e do Centro de Arte Moderna de forma curiosa e criativa.