«O Mundo é a Nossa Casa»: arte, escuta e criação coletiva
O projeto «O Mundo é a Nossa Casa», partiu da exposição «Carlos Bunga. Habitar a Contradição» e envolveu jovens entre 11 e 20 anos do Bairro do Zambujal, na Amadora.
O projeto «O Mundo é a Nossa Casa», partiu da exposição «Carlos Bunga. Habitar a Contradição» e envolveu jovens entre 11 e 20 anos do Bairro do Zambujal, na Amadora.
Uma oficina orientada por Katharina Lackner levou crianças e adultos a explorar a criatividade através da experimentação livre. Neste artigo, o colaborador da BANTUMEN Edson Vidal reflete sobre o valor do processo criativo que marca o início desta residência.
Neste artigo, a curadora Jule Kurbjeweit apresenta o programa pedagógico «Lugar à Mesa» e reflete como se usa a comida e a mesa como matéria e metáfora para explorar memória, ecologia, interdependência e partilha.
Nesta entrevista, conduzida pela curadora Francisca Portugal, a artista Sara Bichão explica o processo de produção da sua obra «Longínquo (dur)», encomendada pelo CAM, que integra a exposição «Xerazade, a Coleção Interminável do CAM» e que agora pertencente à Coleção do CAM.
Apresentado no CAM, o projeto europeu «Institution(ing)s» questiona a neutralidade da linguagem institucional e propõe um glossário construído de forma coletiva.
Neste vídeo, Bruno Zhu convida-nos a conhecer a sua casa, a exposição «Belas Artes», enquanto responde a 46 questões intrigantes.
A curadora Raquel Castro apresenta o trabalho de Jacob Kirkegaard. Ambos conversam sobre a escuta como forma de dar sentido ao mundo, o som de cada lugar e o potencial da prática artística para criar espaços de atenção, reflexão e transformação.
Neste artigo de opinião, Carolina Sebastião, da BANTUMEN, percorre «Bruno Zhu. Belas Artes», desvendando, sala a sala, as inquietações que habitam cada espaço.
Desenrolando-se ao longo de uma única noite desorientadora, «Salt Bath» deriva entre o sonho e a simulação, num ponto em que a realidade se fragmenta. Nesta conversa com a curadora Jule Kurbjeweit, K. Desbouis reflete sobre colaboração artística, estados liminares de devir e a tensão entre purificação e contaminação.
Do surgimento do projeto até à colaboração com o CAM através da ZAF – Zona Artística Familiar, a curadora Marta Espiridião conversou com as criadoras do Teatro da Maluca, num diálogo que explorou as intersecções entre o teatro e a arte contemporânea.
Bruno Zhu conversou com Marisa Mendes Rodrigues da Bantumen sobre a sua prática artística, que divide entre Portugal, Londres e os Países Baixos. «Belas Artes» chega agora ao CAM e nasce de uma frustração institucional concreta, levantando perguntas que vão muito além das paredes do museu.
Para a sua nova coleção, a designer Lidija Kolovrat volta-se para as sementes como uma forma de pensar a mudança. Nesta conversa com a curadora Jule Kurbjeweit, Kolovrat reflete sobre potencial, rutura e a força silenciosa necessária para que algo possa crescer.
A curadora Luísa Santos, no âmbito do projeto Institutio(ning)s, conversou com o coletivo Apparatus 22, sobre a sua prática artística, a passagem pelo CAM e o seu trabalho de investigação e reflexão no quadro das instituições culturais.
O coreógrafo e bailarino Gustavo Ciríaco está a preparar um cortejo de Carnaval, num processo que atravessa a herança poética da sua mãe, a pedagogia e a participação comunitária. Em entrevista com Marisa Mendes Rodrigues da Bantumen, fala-nos do resultado desta residência.
Neste artigo, Marisa Mendes Rodrigues, da BANTUMEN, analisa a seleção de obras da Coleção do CAM que o artista Carlos Bunga e o curador Rui Mateus Amaral reuniram para a exposição «Carlos Bunga. Habitar a Contradição».
A curadora Francisca Portugal propõe, neste artigo, uma reflexão sobre a obra de Eduardo Batarda, apresentando alguns dos temas e discursos centrais no seu trabalho tendo, como ponto de partida, as pinturas recentemente adquiridas para a Coleção do CAM e disponíveis ao público nas Reservas Visitáveis.
A curadora Francisca Portugal conversou com Sara Duarte e Alfredo Martins que explicaram os objetivos do programa «Laboratório da Imaginação – Plantário» e os resultados dos trabalhos que desenvolveram com jovens durante vários meses.
O professor e investigador Manuel Bogalheiro conversou com a equipa criativa de «carne.exe», Carincur e João Pedro Fonseca, sobre as dinâmicas na relação entre a inteligência artificial e o ser humano exploradas neste espetáculo.
A dupla de artistas Sara e André que, em conjunto com o coletivo multidisciplinar Plataforma 285, vai organizar a performance-visita «WOW! Isto não é uma visita, será?», conversou com a curadora Francisca Portugal. Na entrevista exploraram a forma como esta colaboração levará os participantes a ver, tocar e falar sobre aquilo que «não é suposto».
À volta da mesa, tal como no museu, criam-se relações. O CAM reconhece a comida como matéria artística e metafórica: uma lente para pensar as dimensões simbólicas, ecológicas e afetivas da experiência vivida, pensada por Jule Kurbjeweit.
Carlos Bunga, em conversa com Marisa Mendes Rodrigues, da BANTUMEN, fala da transformação do espaço museológico num território de escuta e de presença. Entre o efémero e o político, o artista propõe uma reflexão sobre a vulnerabilidade como estrutura e sobre a impermanência como linguagem.
Entre Angola, França e Portugal, a realizadora Pocas Pascoal, numa conversa com Marisa Mendes Rodrigues da BANTUMEN, reflete sobre memória, exílio e o olhar Negro no cinema. O seu percurso é o espelho de uma luta persistente por representação, justiça e liberdade criativa.
A investigadora Yasmine Ostendorf-Rodríguez, que desenvolveu o workshop «Tornar-se Fúngico» no CAM, explora como o seu fascínio pelo mundo dos fungos se transpõe para a realidade das instituições artísticas e da colaboração interespécies.
O curador Mattia Tosti reflete sobre a obra da Coleção do CAM, «Sem Título» (1970–2012), de Teresa Magalhães, presente na exposição «Xerazade, a Coleção Interminável do CAM». Partindo de uma perspetiva quase imersiva deste trabalho, Mattia explora a influência que a passagem da artista pela Escola de Belas-Artes de Lisboa, durante o período da ditadura, pode ter tido nas suas criações.