Sobre a Coleção

Após a sua criação, em 1956, a Fundação Calouste Gulbenkian começou a apoiar artistas e atividades culturais, tanto em Portugal como no estrangeiro, em países como o Reino Unido, a França ou o Iraque. Esta internacionalização precoce relacionou-se com o facto de Calouste Gulbenkian ter sido cidadão britânico e de a sua fortuna provir da emergente indústria petrolífera na região do Golfo.

Após a inauguração do edifício do Centro de Arte Moderna, em 1983, foi possível expor a Coleção que tinha sido reunida até essa data. A intensa atividade do Centro de Arte Moderna, com a realização regular de exposições temporárias, também proporcionou compra de peças que aí eram expostas, o que se manteve como um dos critérios para a aquisição de obras de arte.

Com o edifício do CAM encerrado para obras de remodelação, a Coleção encontra-se em reserva, embora com um conjunto significativo de empréstimos que permite ao público ver algumas das obras em exposições e museus nacionais e internacionais.

 

Constituição de uma Coleção

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