Novos Administradores Não Executivos

No Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian

O Conselho de Administração Plenário da Fundação Calouste Gulbenkian procedeu à eleição de dois novos membros que completam o número de administradores não executivos do Conselho.

Graça Andresen Guimarães e António M. Feijó passam a integrar este órgão como membros não executivos, substituindo no cargo António Guterres e Joaquim Gomes Canotilho.

Os membros não executivos do Conselho de Administração participam nas reuniões plenárias deste órgão, com competências na definição da estratégia, das políticas de investimento e de pessoal, na aprovação do plano e orçamento anual e, ainda, na deliberação sobre a eleição do Presidente e de novos elementos do Conselho. Os membros não executivos compõem igualmente as duas novas comissões do Conselho de Administração, agora criadas – a Comissão de Remunerações e a Comissão de Auditoria que, para além do Comité de Investimentos, completam a nova estrutura do Conselho de Administração.

Graça Andresen Guimarães (Lisboa, 1948) é conselheira principal do Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio desde 2013. Foi Embaixadora de Portugal em Cabo Verde (2007 a 2011) e Representante Permanente de Portugal junto das Nações Unidas e outras organizações internacionais. Foi investigadora associada no Institute for the Study of Diplomacy – Universidade de Georgetown (1995 a 1999) e “visiting fellow” no Instituto Europeu da London School of Economics (2004 a 2006).

António M. Feijó (1952) é Professor Catedrático da Faculdade de Letras e Vice-Reitor da Universidade de Lisboa. Autor de vários livros, tem também publicações sobre tópicos de literatura inglesa, norte-americana e portuguesa, bem como traduções e versões dramatúrgicas (Shakespeare, Otway e Fernando Pessoa, entre outros). É presidente do Conselho Geral Independente da RTP.

O Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian é presidido por Isabel Mota e integra os administradores executivos Teresa Gouveia, Martin Essayan, José Neves Adelino, Guilherme d’Oliveira Martins e Pedro Norton. Os novos administradores não executivos juntam-se, no cargo, a Emílio Rui Vilar, que já fazia parte do Conselho.