Fundação assina declaração de incentivo à filantropia na área do Oceano

A Fundação Calouste Gulbenkian é uma das 17 organizações internacionais signatárias da Declaração de Bouknadel, um documento que pretende inspirar o setor filantrópico para o investimento, investigação e desenvolvimento de ações em prol do oceano.

A declaração, apresentada publicamente a 30 de junho, na Conferência do Oceano das Nações Unidas, resulta de uma ampla discussão e do trabalho, promovido em conjunto, ao longo do último ano, pela Foundations Dialogue of the UN Decade of Ocean Science for Sustainable Devolpment e que culminou num encontro no início de junho, em Marrocos.

A Declaração de Bouknadel propõe, entre outras medidas, uma união de esforços e um compromisso de longo prazo, por parte do setor filantrópico, com vista à disponibilização global de dados e informação científica, ao investimento em tecnologia de base oceânica que promova o desenvolvimento sustentável e ao envolvimento de governos, setor empresarial, instituições financeiras ou entidades das Nações Unidades na promoção da inovação e na mobilização de recursos.

O documento coloca ainda em evidência a importância do papel da comunidade filantrópica na catalisação, incubação, teste e aceleração de tecnologias inovadoras e na exploração de novas ferramentas de financiamento para a área dos Oceanos, papel que a Fundação Gulbenkian tem vindo a desempenhar nos últimos anos através de iniciativas como o programa de aceleração de startups Blue Bio Value ou o investimento no fundo de capital de risco e investimento de impacto Mustard Seed Maze.

Entre as fundações signatárias estão, além da Fundação Calouste Gulbenkian, a AXA Research Fund (França), Vliz (Bélgica), a Fundação Bertarelli (Suíça), a Fundação GrupoBoticário (Brasil), a Fundação Gordon and Betty Moore (Estados Unidos da América), Fundação Grande Barreira de Coral (Austrália), a Fundação Living Oceans (Arábia Saudita), o Lenfest Ocean Program (Estados Unidos da América), a Fundação Loyd’s Register (Reino Unido), a Fundação Minderoo (Austrália), a Fundação Oceano Azul (Portugal), a Fundação Príncipe Alberto II do Mónaco (Mónaco), a REV Ocean (Noruega), o Ocean Schmidt Institute (Estados Unidos da América), a Fundação Mohammed VI para a Proteção Ambiental (Marrocos) e a Fundação Oceano (Estados Unidos da América).

O documento pode ser lido na íntegra em baixo.


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Atualização em 01 julho 2022

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