3 Fevereiro 2021

Centenário de Ernesto de Sousa celebrado a 2 de junho na Fundação

Propostas de comunicações sobre o trabalho e o legado do artista devem ser apresentadas até 31 de março.

Ernesto de Sousa© DR

Ernesto de Sousa (1921-1988), uma das figuras mais relevantes da cena artística portuguesa do século XX, será evocado num colóquio e num espetáculo a realizar no dia 2 de junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do centenário do seu nascimento.

Crítico, realizador, teórico e programador estético, Ernesto de Sousa marcou o panorama das artes em Portugal a partir dos anos 40 do século XX, inspirando profundamente as gerações de artistas que se afirmaram após o 25 de abril.

O espetáculo, a realizar no Grande Auditório da Fundação em colaboração com a Gulbenkian Música, vai recriar a sua obra “Luiz Vaz 73”, recentemente adquirida pela Fundação. A peça será apresentada no âmbito da exposição Histórias de uma Coleção. Arte Moderna e Contemporânea da Fundação Gulbenkian, que estará patente na Galeria Principal do Edifício Sede.

O colóquio é organizado pela Biblioteca de Arte e Arquivos da Fundação e pelo Instituto de História da Arte da NOVA/FCSH, com o propósito de reunir um painel de especialistas para discutir e partilhar os estudos mais recentes sobre o trabalho de Ernesto de Sousa e sobre a sua importância no contexto da arte contemporânea nacional. Será também uma ocasião para assinalar, publicamente, a integração de parte do espólio do artista no acervo na Biblioteca de Arte da Fundação.

Até 31 de março, está aberta uma chamada de propostas de comunicações para este colóquio, com um ou mais temas associados ao importante trabalho e legado de Ernesto de Sousa.

 

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