135 mil pessoas visitaram a exposição dedicada a Almada Negreiros

A exposição José de Almada Negreiros. Uma maneira de ser moderno, recebeu, entre 3 de fevereiro e 5 de junho, 135 mil visitantes. No último fim-de semana, dias 3 e 4 de junho, a exposição abriu as suas portas até à meia-noite, tendo sido visitada por mais de sete mil pessoas que formaram longas filas de espera. No sábado, ao fim da tarde, houve leitura de textos de Almada Negreiros por Luís Lucas e Nuno Moura e a pianista Joana Gama interpretou obras de Erik Satie. À noite, no Jardim das Rosas, um DJ convidou à dança as pessoas que passavam pelo bar do foyer da Fundação.

Com curadoria de Mariana Pinto dos Santos, historiadora de Arte e investigadora integrada do Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciência Sociais e Humanas, em colaboração com Ana Vasconcelos, conservadora do Museu Calouste Gulbenkian, esta exposição deu a ver a imensidade de linguagens artísticas que Almada experimentou ao longo da sua vida, pondo em relevo as suas pesquisas matemáticas e geométricas em pintura, as obras em espaço público na cidade de Lisboa, o carácter de narrativa gráfica que se encontra em vários dos seus trabalhos, o diálogo com o cinema e a extraordinária importância do autorretrato na sua obra, entre muitos outros aspetos do seu trabalho.

 

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