Projetos em economias criativas nos PALOP e Timor Leste

Resultados

O projeto re)Criar o Bairro, no Bairro da Boa Morte em São Tomé e Príncipe, foi aquele que obteve melhor classificação do juri do concurso e será apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Os cinco projetos apresentados que obtiveram melhor classificação e que passaram à 2.ª fase do concurso foram:

  • Projeto Espaço Trocas – Design e artes visuais da Guiné-Bissau, da Fundação Fé e Cooperação, em parceria com a Associação de Artesãos da Guiné-Bissau (ARGUIB) e Ente Nazionale Giuseppini del Murialdo (ENGIM), para o setor autónomo de Bissau na Guiné-Bissau;
  • Projeto DesafiArte – hub para a valorização do património criativo, do Instituto Marquês de Valle Flor, em parceria com a Associação Sphaera Mundi e Cabaz di Terra para a Ilha do Maio e da Cidade Velha, Cabo Verde e Regiões de Biombo e Cacheu, Guiné-Bissau;
  • Projeto Chã na tchom – Desenvolvimento, do Atelier Mar (M-EIA – Instituto Universitário de Arte, Tecnologia e Cultura do Mindelo) em parceria com Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e o Ministério das Infraestruturas do Ordenamento do Território e Habitação para a Ilha do Fogo, Chã das Caldeiras, Cabo Verde;
  • Projeto Viagens Criativas, da Xerem – Associação Cultural, em parceria com Pés Descalços – Coletivo Cultural e This is not a White Cube, para Namibe, Malanje, Luanda e Lubango, Angola;
  • Projeto re)Criar o Bairro, dos Leigos para o Desenvolvimento, em parceria com a Associação dos Artistas Plásticos Santomense – AAPLAS, a Associação Cultural Arquivo 237 e o Centro de Artes do Espetáculo de Viseu – Associação Cultural e Pedagógica, para Água Grande, São Tomé e Príncipe.

Estes cinco consórcios terão de desenvolver uma proposta final de candidatura, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e participarão num workshop de apoio à elaboração das propostas finais. Na 2.ª fase do concurso serão apoiadas no máximo as três melhores propostas.

Contactos:
pgpd@gulbenkian.pt