Catarina Gomes

Bolsa Gulbenkian de Investigação Jornalística 2018

 

Agrupadas sob o grande tema “O que eles deixaram no manicómio”, este conjunto de reportagens explora a questão da doença mental através das vidas dos doentes que passaram pelo hospital Miguel Bombarda.

A investigação foi publicada no jornal Público

 

A saída de Simão

Série O que eles deixaram no manicómio (IV)

Há no conjunto das 33 fotografias que Simão de Carvalho Proença deixou no hospital psiquiátrico uma que atrai mais. É a cena de um homem envelhecido rodeado de família. Parece um momento feliz, parece Simão

Público, 17 nov 2019

 

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Manuel. A última viagem do capitão de longo curso

Série O que eles deixaram no manicómio (III)

Um ano depois de ter sido internado no Manicómio Bombarda, Manuel de Avelar Rodrigues consegue que lhe devolvam a caneta de tinta permanente. Com ela escreverá centenas de linhas sobre a sua viagem a bordo do Angra. Pode uma travessia de barco enlouquecer?

Público, 10 nov 2019

 

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Noé. O crepúsculo do relojoeiro

Série O que eles deixaram no manicómio (II)

No início, a caixa cheia de ponteiros de relógio era um objecto órfão. Nada se sabia sobre o seu dono, a não ser o que era possível adivinhar: que era relojoeiro e que, se esteve internado no Manicómio Bombarda, só pode ter sido porque, a dada altura da vida, enlouqueceu. Ou não.

Público, 3 nov 2019

 

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Leopoldina. O bilhete de identidade cosido à mão

Série O que eles deixaram no manicómio (I)

Depois de entrar no manicómio, Leopoldina nunca mais terá tocado nos seus objectos: no carimbo, nos óculos, no crucifixo com a cara de Jesus gasta e nos seus “vários papéis”. A sua vida mudou quando um dia dormia. Passavam 15 minutos da meia-noite

Público, 27 out 2019

 

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