O veneno da cobra é nosso remédio
Coletivo Afrontosas
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Data
- 16:30 / Cancelado 16:30 / Esgotado sábado, 16:30
Local
MargemJardim Gulbenkian
A ação propõe uma imersão no invisível e no misterioso como espaços de reparação simbólica, onde o corpo se afirma como território de resistência e reconstituição.
Este evento faz parte da programação complementar da exposição complexo brasil, com curadoria de José Miguel Wisnik, Guilherme Wisnik e Milena Britto.
A realização da performance está sujeita às condições meteorológicas.
Biografias
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Coletivo Afrontosas
O Coletivo Afrontosas é uma Associação Cultural que nasceu a partir de encontros de pessoas negras/racializadas cuír ligadas ao mundo das artes, da educação e da celebração motivadas pela ausência de projetos que reflitam sobre a importância da negritude cuír da diáspora em Portugal em confluência com os trânsitos migratórios da América Latina, África e outras regiões.
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Di Candido aka DIDI
Artista transdisciplinar, integra, no seu trabalho, investigação e produção artística-cultural, curadoria, arte-performance e DJing. Fundou uma série de coletivos e eventos que dão visibilidade às subjetividades negras, queer e imigrantes em Portugal, destacando-se os coletivos artísticos @afro__ntosas e @uniaonegradasartes, a plataforma-festa body- e sex-positive @curvycurvs e a unidade criativa @bee_lx. O seu trabalho aborda temas como (re)territorialização coletiva, ecologia e mitologias cuír, identidades e ativismo antirracista, com foco nas comunidades cuír, negras e migrantes na diáspora.
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ROD
Artista visual e investigador. Realizou um pós-doutoramento na Universidade do Minho, um Doutoramento em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e um mestrado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A sua prática artística desenvolve-se no campo da crítica decolonial, explorando visualidades que tensionam normas hegemónicas e modos de representação associados às identidades negras, queer e outras experiências historicamente marginalizadas. Tem contribuído para o debate contemporâneo sobre política da imagem, corpos dissidentes e práticas artísticas comprometidas com a justiça social. Ajudou a criar o Coletivo Afrontosas e a União Negra das Artes.
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tony omolu
Artista híbrida, cuja poética se define por uma constante busca pela trascendência das fronteiras do corpo e da representação eurocentradas. Navegando entre as águas do teatro, das danças de matriz africana do Brasil e da dança contemporânea, a sua criação é permeada pela experiência cuír e antirracista, enquanto o fazer artístico é um instrumento de ação ético-estético-política, onde o corpo se dilata, expandindo-se em energia ancestral, desafiando convenções e normatividades. Os seus trabalhos integram estéticas e técnicas enraizadas na amefricanidade, um conceito central que orienta a sua prática artística e o seu pensamento. É mestre em Teatro com investigação sobre metodologia em dança afro-brasieira, pós-graduada em Interpretação Teatral e licenciada em Filosofia.
Ficha técnica
Imagem
Raquel Pimentel
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.