Conversa: Podemos (re)imaginar uma bala

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Na época do capitalismo neoliberal, tudo é passível de apropriação, aglutinação, de se tornar mercadoria ─ até os imaginários e a memória. Como criar um imaginário à volta de obras cuja história foi retirada ou suavizada?
Nesta conversa, com a presença da artista Gisela Casimiro, poderá explorar os imaginários coletivos dos objetos e percorrer caminhos que se sobrepõem à estagnação da sua narrativa histórica.

Oradores
Andreia Coutinho e Maribel Sobreira (Coletivo FACA)

Artista convidada
Gisela Casimiro


ORADORES

Formado em 2019, tem como núcleo duro Andreia Coutinho e Maribel Sobreira e é um projeto de curadoria e cidadania ativa que questiona as narrativas da cultura visual. Trabalha as temáticas do feminismo, colonialismo, racismo, LGBTQI+ e não-normatividade em espaços museológicos. Partindo do pressuposto de que todas estas questões têm a mesma raiz ─ um preconceito em relação àquilo que não é igual a nós ─ estas discussões, desenvolvidas internacionalmente, são trazidas para o debate cultural português, convocando público especializado e não especializado.

Escritora, artista e ativista. Assinou textos no Hoje Macau, BUALA, Contemporânea, Revista Pessoa, Setenta e Quatro, e em várias antologias. Erosão é o seu primeiro livro. A sua obra foi traduzida para mandarim, espanhol, turco e alemão. Colabora regularmente com festivais literários, de cinema e música, museus e teatros. Participou em exposições no Armário, Zé dos Bois, Balcony, Museu Nacional de Etnologia, Casa do Capitão, Quetzal Art Center, Galeria Municipal do Porto e Janela/Taffimai. Integra a Coleção António Cachola. Fez parte do INMUNE e é membro da União Negra das Artes (UNA). Criou e modera o ciclo de conversas “Temos de falar”, em parceria com o portal BUALA e a Livraria Barata.


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