Conversa: Museu-corpo

Escritas na pele

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Nesta conversa, a tatuagem será pensada a partir de uma perspetiva histórica recente – seja na sua incorporação na medicina, seja como dispositivo de resistência à normatividade que opera sobre os corpos. Um ponto de partida para abordar o museu como instituição-corpo que inscreve e deixa inscrever-se, permeável às mudanças do presente. 

Moderação
Sandra Varela e Susana Gomes da Silva

Oradores
Catarina Pombo Nabais (investigadora e curadora)
Margarida Conceição «Daisy» (tatuadora e ilustradora)
Maria Manuela Lopes (artista e investigadora)

 


ORADORES

Catarina Pombo Nabais  é investigadora no Departamento de História e Filosofia da Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Vice-head do GI3 "Filosofia da Tecnologia, Ciências Humanas, Arte e Sociedade" do Centro de Filosofia das Ciências (CFCUL). Curadora de Arte, organizou, entre outras, a exposição «O mais profundo é a pele. Coleção de tatuagens do IML 1910-1940», no MUDE. Diretora da Galeria de Arte Oficina Impossível, inaugurada recentemente em Lisboa.

Daisy é tatuadora e artista, proprietária do estúdio “Flourish” em Lisboa, um espaço criado com a intenção de proporcionar um lugar seguro a pessoas de identidades e corpos diversos. Nascida em Portugal, mas de ascendência chinesa, portuguesa, judaica, sul asiática e céltica irlandesa, a identidade é o eixo central do seu trabalho. “Daisy” expressa as suas dificuldades em ser de etnia mista através da ilustração, utilizando situações e contratempos como inspiração. Com o curso de pintura na Faculdade de Belas Artes, enveredou cedo no mundo das tatuagens, um campo maioritariamente dominado por homens cis e hetero. Especializada em tatuagens de cor, com especial interesse em frutas e flores, as origens asiáticas de Daisy transparecem nos seus flashes e na sua identidade enquanto artista tatuadora.

Maria Manuela Lopes é artista plástica e investigadora, trabalha essencialmente em Portugal e no Reino Unido. A sua prática corrente é transdisciplinar, investigando relações de memória e identidade informadas pelas ciências biológicas e pela investigação médica e apresenta-se a público em formato de instalações multimédia, desenho e performances, ocasionalmente incluindo materiais biológicos.


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