Apresentação do livro Tintin no País dos Sovietes – Edição a cores

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Sessão de apresentação da muito aguardada edição a cores de Tintin no País dos Sovietes, mítica primeira aventura de Tintin.

Criada em 1929, a preto-e-branco como todas as histórias posteriores até os inícios dos anos 1940, esta primeiríssima aventura de Tintin foi a única que Hergé deixou por colorir. Agora, fruto de um meticuloso trabalho, sob a direção artística de Michel Bareau, esta edição a cores permite redescobrir a obra inaugural do autor, conferindo-lhe uma nova e moderna legibilidade, em que, entre outras, a dimensão cómica do argumento sai manifestamente reforçada.

Conversa com Guilherme d’Oliveira Martins, Eurico de Barros e Nuno Saraiva, moderada por Nuno Galopim.


BIOGRAFIAS

 (n. Lisboa, 1952)

É Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian e Presidente do Grande Conselho do Centro Nacional de Cultura. Presidente do Conselho Fiscal da Caixa Geral de Depósitos, S.A.. Licenciado e Mestre em Direito. Professor Universitário Convidado. Doutor Honoris Causa pela Universidade Lusíada, pela Universidade Aberta e pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). Sócio Correspondente da Academia Brasileira de Letras – Cadeira 20 Foi Presidente do Tribunal de Contas (2005-2015). Nos Governos de Portugal foi, sucessivamente, Secretário de Estado da Administração Educativa (1995-1999), Ministro da Educação (1999-2000), Ministro da Presidência (2000-2002) e Ministro das Finanças (2001-2002). Foi Presidente da SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (1985-1995) e Vice-Presidente da Comissão Nacional da UNESCO (1988-1994). Foi Presidente da Comissão do Conselho da Europa que elaborou a Convenção de Faro sobre o valor do Património Cultural na sociedade contemporânea [Faro, (Portugal) 27 de outubro de 2005]. Foi Presidente da EUROSAI – Organização das Instituições Superiores de Controlo das Finanças Públicas da Europa (2011-2014) e Presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção (2008-2015). Foi Coordenador Nacional do Ano Europeu do Património Cultural 2018.

Hoje tele-ilustrador, colaborou praticamente em toda a imprensa nacional com exceção para o Diário da República. Como cartunista político ilustra a 1ª página do Inimigo Público, é também autor da série Diário de uma Quarentena em Risco, publicação tornada viral no período dos confinamentos de 2020. O seu livro Tudo isto é Fado!, uma coprodução Sol, CML/EGEAC e o Museu do Fado, foi galardoado com o prémio “Melhor livro de BD 2016” atribuído pelo Festival internacional de BD Amadora. É desde 2015 jurado dos Programas de Apoio ao Cinema na categoria de Animação. Vencedor do concurso Bolsas de Criação Literária 2018, DGLB/Ministério da Cultura. A par da Lisbon School of Design onde coordena o curso de ilustração digital, é professor no Ar.Co onde criou desde 2001 várias disciplinas na área da ilustração, BD e Cinema. É o autor das imagens para as Festas de Lisboa promovidas pela EGEAC/CML desde 2014 até 2017, desenvolvendo desde 2018 todo o conjunto de Troféus para as Marchas de Lisboa. A par das aulas e do seu atelier, dedica-se também à Pintura Mural, tendo já cerca de dez obras espalhadas pela cidade de Lisboa e arredores.

Crítico de Cinema e jornalista. licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi crítico de cinema e editor de Cultura no jornal Semanário (1983-1992) e crítico de cinema, editor de Cultura e cronista no Diário de Notícias (1992-2014). Atualmente é crítico de cinema e séries no Observador, e editor e crítico de Cinema, e crítico de televisão na Time Out Portugal. Tem colaborado com diversos jornais e revistas nacionais e estrangeiros. Foi colaborador de Cinema na Enciclopédia Luso-Brasileira Verbo. Colaborou nas obras coletivas Walt Disney (Ed. Fantasporto), Dicionário de Cinema e Vídeo (Ed. Se7e), José Fonseca e Costa (Ed. Cinemateca)

Atualmente diretor de programas da Antena 1, RDP África e RDP Internacional, Nuno Galopim iniciou a sua carreira em finais dos anos 80. Em 1989 começou o seu percurso na Antena 1, colaborando no programa diário Manhã Livre, de Maria José Baião. No mesmo ano escreveu e apresentou a série Música Em 12 Partes, na Antena 2. Manteve-se na Antena 1 até 1993, tendo sido autor e apresentador de programas como o diário Portas do Sol e Arena Pop. Regressou à Rádio pública em finais dos anos 90 para uma primeira etapa de trabalho na Antena 3 entre 1998 a 2003, estação à qual regressou em 2018 e onde atualmente apresenta semanalmente Páginas Amarelas com Álvaro Costa e integra o painel do programa de debate Precisamos de Falar. O percurso em rádio incluiu ainda a XFM, a Radar e a TSF. Destaca-se também o trabalho desenvolvido em vários jornais ao longos dos anos e a sua ligação à RTP e ao Festival da Canção.