Exposições passadas

José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno

José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno

A exposição apresenta um conjunto de obras que reflete a condição complexa, experimental, contraditória e híbrida da modernidade. A pintura e o desenho mostram-se em estreita ligação com os trabalhos que fez em colaboração com arquitetos, escritores, editores, músicos, cenógrafos ou encenadores. Esta escolha dá também visibilidade à presença marcante do cinema e à persistência da narrativa gráfica

Manuela Marques e Versailles. A face escondida do sol

Manuela Marques e Versailles. A face escondida do sol

A artista Manuela Marques apresenta pela primeira vez ao público, na Galeria do Piso inferior do Museu Calouste Gulbenkian, um conjunto de fotografias, trabalho resultante de vários meses de deambulações pelo Palácio de Versalhes.

Tamás Kaszás. Alegria e Sobrevivência

Tamás Kaszás. Alegria e Sobrevivência

A exposição reúne um conjunto de trabalhos que, partindo de um cenário iminente de colapso ecológico e económico, dão corpo à criação de uma ficção sobre um futuro alternativo, construído a partir dos valores da imaginação, da cooperação, da autossuficiência e da recuperação e reinterpretação de uma ciência popular ancestral.

Noruz, Festividades na Primavera

Noruz, Festividades na Primavera

A exposição «Noruz, Festividades na Primavera» integra-se nos «Festejos de Ano Novo: Arte Islâmica no Museu Calouste Gulbenkian», iniciativa mais ampla que inclui outra exposição a inaugurar em junho.

«Terceiro Andar» de Luciana Fina

«Terceiro Andar» de Luciana Fina

«Na kal lingu ke n na skirbi ña diklarasons di amor?» (Odete Semedo). Em que língua vamos contar as histórias que nos foram contadas? Em que língua escrever uma declaração de amor.

António Ole. Luanda, Los Angeles, Lisboa

António Ole. Luanda, Los Angeles, Lisboa

Exposição retrospetiva da obra de António Ole, uma figura tutelar de toda uma geração de artistas contemporâneos angolanos.

A Forma Chã

A Forma Chã

A Forma Chã evoca o impacto da história da arte no campo das práticas artísticas e arquitetónicas através da obra do historiador de arte George Kubler.

Linhas do Tempo. As Coleções Gulbenkian. Caminhos Contemporâneos

Linhas do Tempo. As Coleções Gulbenkian. Caminhos Contemporâneos

Ao proporcionar um olhar retrospetivo de 60 anos, que nos conduz até 1896, e um trajeto que nos transporta ao presente, esta exposição irá proporcionar um espaço de relações e diálogos entre duas coleções: a coleção adquirida por Calouste S. Gulbenkian até 1955 e a Coleção Moderna constituída por obras do século XX até aos nossos dias.

Obra

Obra

Tal como as formas da arquitetura determinam a organização do estaleiro de obra, as tecnologias e a estrutura económica com que a sociedade organiza os seus modos de produção condicionam, e estimulam, a conceção do projeto.

eu não evoluo, viajo. José Escada retrospetiva

eu não evoluo, viajo. José Escada retrospetiva

A Coleção Moderna apresenta a primeira exposição retrospetiva dedicada ao pintor José Escada (Lisboa, 1934-1980), dando a conhecer um artista que desenvolveu uma obra singular, num vai e vem constante entre abstração e figuração, e que atravessa a pintura, o desenho, as colagens e os relevos recortados, a ilustração e a realização de murais, pintados e esgrafitados.

Convidados de Verão

Convidados de Verão

Convidados de Verão leva artistas contemporâneos ao Museu, propondo novos contextos expositivos que sublinham a transversalidade, as relações inesperadas e a proximidade formal ou conceptual de peças de arte de épocas diferentes.

Kum Kapi. Tapetes Viajantes

Kum Kapi. Tapetes Viajantes

Os tapetes Kum Kapi devem o seu nome a um bairro em Istambul onde se fixaram, no século XIX, vários mestres tapeceiros arménios que executaram ricos tapetes de nó em seda, com fios metálicos, inspirados nos tapetes persas clássicos dos séculos XVI e XVII.

Molière: a escrita encenada

Molière: a escrita encenada

O Museu Calouste Gulbenkian comemora mais uma vez o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor convocando, este ano, a obra de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos – Jean-Baptiste Poquelin (1622-1673), imortalizado com o nome de Molière.

Arquivo

Arquivo

Conheça as exposições passadas do Centro de Arte Moderna (1983 - 2016)