Prémio Branquinho da Fonseca

O Prémio Branquinho da Fonseca tem como objetivo incentivar o aparecimento de jovens escritores (entre os 15 e os 30 anos) de literatura infantil e juvenil.

Candidaturas Fechadas

O Júri é constituído por um representante do Expresso e outro da Fundação Calouste Gulbenkian, por dois escritores e por um crítico literário.

  • obras de literatura para infância
  • obras de literatura para a juventude

 

Regulamento

 

Para mais informações, contacte-nos através do número 217 823 554.


Edições anteriores

10.ª edição

Modalidade Infantil

A Migração das Alforrecas, Rui Miguel Cerqueira Coelho
Rui Miguel Coelho (27 anos) é natural de Viana do Castelo, é formado em Biologia, com uma paixão pela Natureza e pela escrita

Modalidade Juvenil

O gato que chora como pessoa, Geremias José Mendoso
Geremias José Mendoso (23 anos), de nacionalidade moçambicana, está a finalizar o curso de Licenciatura em Enfermagem Geral na Universidade Lúrio-Faculdade de Ciências de Saúde – Nampula.

Menção Especial

Esta cobra não pode perder a pele, de Ana Catarina Milhazes.

 

9.ª edição

Modalidade Infantil

A construção do mundo, de  Fábio Monteiro
Fábio Monteiro (28 anos) é jornalista e em 2015 ganhou o Prémio Gazeta Revelação pela série de reportagens “Pendurados num sonho”

Modalidade Juvenil

Coisas que Acontecem, de Inês Barata Raposo
Inês Barata Raposo (26 anos) é especialista em comunicação e Marketing, com formação em Jornalismo e Edição de Texto

Menção Honrosa na Modalidade Juvenil

Carta ao Cavaleiro de Nada, da autoria de João Marecos.

 

8.ª edição

 Tiago, o Colecionador-Quase-Nuvem de Vanessa Mendes Martins. Esta edição é publicada pela Arranha Céus e ilustrada por Marta Madureira.

 

7.ª edição

Modalidade Infantil

O Cotão Simão, de Ana Rita Rufino Faustino e O Primeiro País da Manhã, de Ricardo Gonçalves Dias.
Os dois trabalhos acabaram ex-aequo e foram escolhidos de um conjunto de 16 obras candidatas na modalidade de literatura para a infância.

Menção Honrosa

O Vulcão Sopão, de Elisabete Catarino, pelo caráter didático e formativo da obra e pela sua atualidade temática.

No que diz respeito à modalidade Juvenil, o Júri decidiu não atribuir o Prémio por considerar que, dos originais apresentados, nenhum atingiu o grau de exigência que se impôs desde que o Prémio foi instituído.

 

6.ª edição

Modalidade infantil

O Gatuno e o extraterrestre trombudo, de Maria João da Silva Lopes.

Modalidade juvenil

O caderno vermelho da rapariga karateca, de Ana Ferreira Pessoa.

 

5.ª edição

O pintor desconhecido, de Mariana Roquette Teixeira