Solo

Solo é o título do projeto, mas também foi um ponto de partida. Um ponto de partida para os nossos encontros. E foram muitos e ricos.

Como se quer num solo fértil. Foi um ponto de partida para conversas, propostas, invenções, sonhos e desejos. Muito diferentes, como se deseja num solo fértil. E a partir daí inventámos regadios ou levadas que unissem estes solos. Caiu o “s” e sobrou o Solo comum. O que inventámos juntos feito de pessoas que acumulam em si muitas outras.

O nosso solo foi criado com encontros tão incríveis quanto simples. Palavra puxa palavra e “sem querer”, querendo muito, tínhamos uma letra com 24 quadras chamada “A cantiga do não fazer”. Palavra puxa palavra e tínhamos uma exposição numa parede. Palavra puxa palavra e fizemos uma arruada. Palavra puxa palavra e tínhamos um espetáculo feito de ilhas. Palavra puxa palavra dizemos que um projeto de comunidade para a comunidade é feito de pessoas que existem em todos os momentos e de quem chega na última hora. Porque também quem chega no fim tem alguma coisa a dizer.

Projeto desenvolvido no âmbito do ATOS, uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação Calouste Gulbenkian. 


Entidade Promotora
Teatro Nacional D. Maria II e Fundação Calouste Gulbenkian
Programas
ATOS
Questões Sociais
Falta de acesso à prática e expressão cultural, Isolamento geográfico e/ou social
Área Artística
Multidisciplinar
Beneficiários
Adultos, Crianças, Idosos, Jovens+65 anos, 0–6 anos, 16–25 anos, 26–64 anos
Data
2023 – 2023
Estado
Realizado
Territórios de Atuação
Região Autónoma da Madeira
Funchal

Ler, Ver, Ouvir

Atualização em 22 julho 2025

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