Canta conto conta

Há uma relação geográfica imediata para quem chega ao arquipélago — um imaginário, uma idealização, uma possibilidade de evasão — mas há outras tantas relações diferentes para quem é açoriano ou para quem veio viver para as suas ilhas.

Partimos então de um primeiro contacto com as pessoas, à procura das suas histórias e das suas memórias, através de objectos e fotografias; mas também a partir da palavra, das expressões locais que se estranham inicialmente, para depois se inter-relacionarem.

Desses exercícios de lembrança e das idiossincrasias orais, fomos desenhando um mapa poético, construindo um conto, que depois se expandiu pelo espaço através desses novos objetos encontrados, dessas novas palavras, que se desconstruíram através da voz e, principalmente, da sua escuta.

Então, o espaço/território adquire uma outra dimensão, que extrapola as visões estereotipadas da ilha. Ao encontrar pontos em comum entre Horta, Angra do Heroísmo e Ribeira Grande, a ideia é criar um tríptico onde brindamos à distância, provocando um ritual de aproximação.

Projeto desenvolvido no âmbito do ATOS, uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação Calouste Gulbenkian. 


Entidade Promotora
Teatro Nacional D. Maria II e Fundação Calouste Gulbenkian
Programas
ATOS
Questões Sociais
Falta de acesso à prática e expressão cultural, Isolamento geográfico e/ou social
Área Artística
Multidisciplinar
Beneficiários
Adultos, Crianças, Idosos, Jovens+65 anos, 0–6 anos, 16–25 anos, 26–64 anos, 7–15 anos
Data
2023 – 2023
Estado
Realizado
Territórios de Atuação
Região Autónoma dos Açores
Angra do Heroísmo, Horta, Ribeira Grande

Ler, Ver, Ouvir

Atualização em 22 julho 2025

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