PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social

Projetos apoiados no âmbito da terceira edição da iniciativa PARTIS (2019-2021)

 

COMO DESENHAR UMA CIDADE

Promotor: Associação Cultural Terra Amarela
Área Artística: Teatro, Música e Audiovisual
Responsável área artística: Marco Paiva
Responsável área social: Ana Rita Paiva
Território: Lisboa (Freguesia do Lumiar)
Duração: 24 meses

Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta
Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta
Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta
Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta
  • Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta
  • Como desenhar uma cidade © Paulo Pimenta

O projeto Como Desenhar uma Cidade pretende envolver um grupo de 60 pessoas provenientes de contextos sociais, económicos e culturais distintos, que vivam, estudem ou trabalhem na freguesia do Lumiar. Através da fusão de três linguagens artísticas – o teatro, a música e os audiovisuais – o projeto promove um processo de reflexão, prática e criação em torno da premissa chave de construir um espaço social coletivo, mais inclusivo, acessível e participativo.

A partir de um trabalho inicial de exploração em torno da ideia de cidade, e com a dinamização de ateliês multidisciplinares, tem previsto um trabalho artístico de criação a ser apresentado no final do segundo ano do projeto, em colaboração com a Braga Media Arts.

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VELEDA – Mulheres e Monoparentalidade/ Projeto Artístico-Social

Promotor: Beira Serra – Associação de Desenvolvimento
Área Artística: Teatro
Responsável área artística: Sílvia Pinto Ferreira
Responsável área social: Marisa Marques
Território: Belmonte, Covilhã, Fundão
Duração: 24 meses

VELEDA © Luís Baptista
VELEDA © Luís Baptista
VELEDA © Luís Baptista
  • VELEDA © Luís Baptista

O projeto VELEDA é dirigido a mulheres sós, com filhos a cargo e em situação de vulnerabilidade socioeconómica, nos três municípios da Cova da Beira.

A proposta artística do projeto assenta no recurso ao teatro como agente criativo de transformação pessoal e social e propõe-se realizar duas atividades nucleares interligadas: os laboratórios de pesquisa social e artística, para desenvolvimento de soft skills e iniciação à prática teatral, e a criação de um espetáculo de teatro documental, a par com uma equipa artística profissional.

Como atividades satélite do projeto, está previsto o desenvolvimento de iniciativas que pretendem ter um impacto na forma como a sociedade encara a questão da monoparentalidade, como grupos de encontro, debates com convidados, produção de artigos científicos (em parceria com a Universidade da Beira Interior) e a realização de um vídeo documental.

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ORQUESTRA DE AFECTOS

Promotor: Associação das Orquestra Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal
Área Artística: Música
Responsável área artística: Helena Lima
Responsável área social: Matilde Caldas
Território: Oeiras, Amadora
Duração: 31 meses

Orquestra dos Afectos © Márcia Lessa
Orquestra de Afectos © Márcia Lessa
Orquestra dos Afectos © Márcia Lessa
Orquestra de Afectos © Márcia Lessa
  • Orquestra dos Afectos © Márcia Lessa
  • Orquestra dos Afectos © Márcia Lessa

A Orquestra de Afectos é um projeto que se propõe trabalhar a comunicação afetiva no jardim-de-infância através da música, em particular através da voz, como forma de mitigar relações conflituosas que resultam, muitas vezes, numa transferência dos problemas dos bairros circundantes para a escola.

O projeto centra-se em sessões musicais, com primazia no repertório vocal, procurando desenvolver relações afetivas entre crianças e adultos, promover a sociabilização, a comunicação e o desenvolvimento das soft skills. No terceiro e último ano, além da criação de repertório original, prevê-se a construção de instrumentos de cartão com vista à constituição de uma Orquestra de Papel.

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7 ANOS 7 ESCOLAS

Promotor: Al Kantara Associação Cultural
Área Artística: Dança, Teatro, Audiovisual
Responsável área artística: Cláudia Dias
Responsável área social: Luísa Veloso
Território: Almada, Porto
Duração: 31 meses

7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
  • 7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
  • 7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha
  • 7 Anos 7 Escolas © Alípio Padilha

7 Anos 7 Escolas propõe um programa de oficinas artísticas com jovens entre o 3º ciclo e o 12º ano, nas quais se promove uma reflexão ativa a partir dos espetáculos do projeto artístico Sete Anos Sete Peças, dirigido por Cláudia Dias. As escolas participantes, em Almada e no Porto, localizam-se em zonas urbanas degradadas e integram jovens em situação de vulnerabilidade social.

Com vista ao cruzamento de culturas, geografias e linguagens artísticas, serão criados objetos artísticos na área das artes performativas e de registo audiovisual, que darão origem a filmes ou instalações vídeo, desenvolvidos pelos alunos e apresentados publicamente.

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MEIO NO MEIO

Promotor: Artemrede – teatro Associados
Área Artística: Dança, Música, Teatro
Responsável área artística: Victor Hugo Pontes
Responsável área social: Rute Pires
Território: Almada, Barreiro, Lisboa, Moita
Duração: 36 meses

Meio no meio © José Caldeira
Meio no meio © José Caldeira
Meio no meio © José Caldeira
Meio no meio © José Caldeira
Meio no meio © José Caldeira
Meio no meio © José Caldeira
  • Meio no meio © José Caldeira
  • Meio no meio © José Caldeira
  • Meio no meio © José Caldeira

Meio No Meio pretende promover a capacitação, a criação de oportunidades de aprendizagem e a cidadania ativa de jovens e adultos que se encontram em diferentes situações de vulnerabilidade social, residentes em quatro municípios associados da ARTEMREDE (Almada, Barreiro, Lisboa e Moita).

Na primeira fase do projeto (2019-2020), dois grupos intergeracionais participam em núcleos de formação orientados por Victor Hugo Pontes (Dança) e quatro artistas locais (Teatro, Cinema, Artes Visuais e Música). A segunda fase consiste na criação e apresentação, em 2021, de um espetáculo multidisciplinar que irá espelhar o processo de criação, incluindo testemunhos dos participantes. Meio No Meio pretende, assim, construir espaços de socialização e de partilha entre diferentes gerações e geografias, promovendo o cruzamento de mundos.

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ORQUESTRA DE CORDAS DA AJUDA

Promotor: Yellow Cusca Associação Cultural
Área Artística: Música
Responsável área artística: Catarina Aidos
Responsável área social: Cristina Abreu
Território: Lisboa (Freguesia da Ajuda)
Duração: 36 meses

Orquestra de Cordas da Ajuda ©Julia Geiger
Orquestra de Cordas da Ajuda©Julia Geiger
Orquestra de Cordas da Ajuda©OCA

A Orquestra de Cordas da Ajuda procura fazer frente aos vários problemas identificados junto das crianças em situação de vulnerabilidade social da freguesia da Ajuda (absentismo e insucesso escolar, desagregação e desenraizamento dos seus pares, iliteracia e falta de contacto com a prática artística, entre outros) e, através da criação de um Coro Comunitário, promover a coesão entre as diferentes gerações que compõem a população da freguesia, maioritariamente envelhecida.

Além das aulas de música nas escolas e da formação do Coro Comunitário, o projeto inclui sessões de trabalho com todos os participantes (Encontros Imaginários e Narrativas Urbanas) para explorar outras vertentes artísticas, como o teatro, a escultura ou a escrita criativa. O projeto termina numa residência artística com um convidado do Lu.Ca (Teatro Luís de Camões).

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CORPOEMCADEIA

Promotor: Companhia Olga Roriz
Área Artística: Dança
Responsável área artística: Catarina Câmara
Responsável área social: Paula Ravara
Território: Sintra (Estabelecimento Prisional de Linhó)
Duração: 36 meses

corpoemcadeia © Matilde Real
corpoemcadeia © Matilde Real
corpoemcadeia © Matilde Real
corpoemcadeia © Matilde Real
corpoemcadeia © Matilde Real
  • corpoemcadeia © Matilde Real
  • corpoemcadeia © Matilde Real

Corpoemcadeia é um projeto artístico de inclusão social que pretende levar a experiência da dança e do teatro a um grupo de reclusos, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, em fase inicial do cumprimento da pena no Estabelecimento Prisional do Linhó. Através da vivência do trabalho de corpo/dança e dos processos criativos e metodologias da Companhia Olga Roriz, orientadas pelos princípios e práticas da Terapia Gestalt, procurar-se-á gerar espaços de experimentação e reflexão sobre a identidade e a experiência humana, e também sensibilizar a sociedade em geral, e em particular artistas e profissionais de saúde, para a mais-valia deste tipo de intervenções.

Para além de um espetáculo final com a direção artística de Olga Roriz, está prevista a edição de um livro onde se apresenta um novo modelo de intervenção artística comunitária baseado nos encontros entre Dança/Gestalt e ainda a produção de um documentário sobre o projeto.

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DIÁRIOS DE UM INTERIOR

Promotor: Associação EPSEDUSA – Espaço de Psicologia, Educação e Saúde
Área Artística: Fotografia
Responsável área artística: Luís Rocha
Responsável área social: Tiago Santos
Território: Sardoal
Duração: 36 meses

Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF
Diários Sardoal © Tania Araujo MEF
Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF
Diários Sardoal © Tania Araujo MEF
Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF
Diários Sardoal © Tania Araujo MEF
  • Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF
  • Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF
  • Diarios Sardoal© Tania Araujo MEF

Diários de um Interior é um projeto de participação pela arte cujos objetivos são a inclusão social de indivíduos e comunidades do interior do país em risco de perder a sua identidade, história e cultura e o desenvolvimento de competências artísticas, culturais e educativas que envolvam a reflexão sobre os processos de capacitação dos indivíduos e a coesão social.

Na sua vertente artística, é um projeto fotográfico que consiste em colocar a população local a recolher narrativas visuais com base nas suas memórias e no quotidiano atual. A partir daí, serão implementados programas educativos e materiais adaptados às especificidades da comunidade participante, para promover competências pessoais, sociais e cognitivas trabalhadas na dimensão artística do projeto.

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MARE LIBERUM

Promotor: APORVELA – Associação Portuguesa de Treino de Vela
Área Artística: Teatro
Responsável área artística: Catarina Aidos
Responsável área social: Rui Santos
Território: Lisboa e Oeiras (Centros Educativos)
Duração: 36 meses

Mare Liberum © Márcia Lessa
Mare Liberum © Márcia Lessa
Mare Liberum © Márcia Lessa
Mare Liberum © Márcia Lessa
Mare Liberum © Márcia Lessa
Mare Liberum © Márcia Lessa
  • Mare Liberum © Márcia Lessa
  • Mare Liberum © Márcia Lessa
  • Mare Liberum © Márcia Lessa

Mare Liberum é um projeto-piloto que pretende trabalhar com 91 jovens em três centros educativos de Lisboa, partindo da convicção de que estes jovens carecem de experiências diferenciadoras e de mundividência que lhes permitam uma reinserção plena na sociedade e na comunidade educativa, e procurando, através do estímulo físico e artístico, ajudá-los a desenvolver a sua autoestima, capacidade criativa e espírito de equipa.

Além de sessões de navegação na caravela Vera Cruz, promovidas pela Associação Portuguesa de Treino de Vela, os participantes realizam oficinas de escrita criativa, fotografia, cinema e teatro, sempre em torno dos conceitos de Mar, horizonte e liberdade. No culminar desta “travessia” estará uma partilha pública do trabalho realizado.

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LAB INDANÇA

Promotor: Câmara Municipal de Sta. Maria da Feira
Área Artística: Dança
Responsável área artística: Clara Andermatt
Responsável área social: Lisete Costa
Território: Sta. Maria da Feira
Duração: 36 meses

LaB InDança © João Azevedo
LaB InDança © João Azevedo
LaB InDança © João Azevedo
LaB InDança © João Azevedo
LaB InDança © João Azevedo
LaB InDança © João Azevedo
  • LaB InDança © João Azevedo
  • LaB InDança © João Azevedo
  • LaB InDança © João Azevedo

LaB InDança é um projeto de dança inclusiva focado sobretudo nas pessoas em situação de vulnerabilidade social, com e sem deficiência – cognitiva, motora, visual ou auditiva – de idade igual ou superior a 16 anos, residentes no concelho de Sta. Maria da Feira. Recorrendo a laboratórios de dança para ultrapassar barreiras sociais dos preconceitos em relação à deficiência, desenvolvem-se atividades de experimentação e aprendizagem, reflexão, sensibilização e produção de conhecimento.

Ao longo de três anos, as aulas semanais e a residência artística enquanto processo será a ferramenta principal, num trabalho desenvolvido em colaboração com a comunidade. Prevê-se a criação e apresentação pública de um conjunto de espetáculos desenvolvidos no âmbito das residências artísticas, entre os quais um espetáculo com elenco reduzido para circulação nacional, numa perspetiva de profissionalização da dança inclusiva.

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FILARMÓNICA ENARMONIA

Promotor: Bengala Mágica – Associação de Pais, Amigos e Familiares de Crianças, Jovens e Adultos Cegos e de Baixa Visão
Área Artística: Música
Responsável área artística: Rui Magno Pinto
Responsável área social: Dídia Lourenço
Território: Lisboa, Cadaval
Duração: 36 meses

© Associação Bengala Mágica
© Associação Bengala Mágica
Aula Aberta ESMAVC © Associação Bengala Mágica
Aula Aberta ESMAVC © Associação Bengala Mágica
  • © Associação Bengala Mágica
  • Aula Aberta ESMAVC © Associação Bengala Mágica

O projeto Filarmónica Enarmonia visa promover a formação musical e a prática de instrumentos de sopro e percussão junto de 30 crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão e normovisuais, em Lisboa.

No decurso de 36 meses, serão ministradas aulas de teoria musical, instrumentos de sopro ou percussão e leitura e memorização musical, com recurso a conteúdos programáticos impressos em tinta, musicografia braille e diagramas de figuração em relevo. A constituição de uma banda filarmónica garantirá aos participantes a oportunidade de executar em conjunto obras musicais adequadas às suas competências cognitivas e ao seu gosto musical, em ensaios e concertos.

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ENXOVAL – Tempo e Espaço de Resistência

Promotor: PELE – Associação Social e Cultural
Áreas Artísticas: Música, Teatro, Artes visuais
Responsável área artística: Inês Lapa
Responsável área social: Maria João Mota
Território: Porto, Amarante
Duração: 36 meses

Enxoval © Patrícia Poção
Enxoval © Patrícia Poção
Enxoval © Patrícia Poção
Enxoval © Patrícia Poção
Enxoval © Patrícia Poção
Enxoval © Patrícia Poção
  • Enxoval © Patrícia Poção
  • Enxoval © Patrícia Poção
  • Enxoval © Patrícia Poção

Partindo da ideia do enxoval enquanto representação social da condição feminina que cruza diferentes gerações, este projeto propõe a criação coletiva de um outro ENXOVAL, construído por homens e mulheres, que revele a vontade de questionar e transformar os estereótipos de género, que abra espaços de liberdade e inspire a vontade de mudança.

O ENXOVAL atua no Porto e Amarante, propondo a formação de grupos de Ação, Reflexão e Criação Artística – ARCA, abertos à participação da comunidade intergeracional e jovem. Da colaboração entre artistas e participantes resultarão ações performativas/espetáculos, instalações plásticas e uma fanzine de distribuição regular.

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SOB O MESMO CÉU

Promotor: InPulsar – Associação para o Desenvolvimento Comunitário
Áreas Artísticas: Artes visuais, Audiovisual, Arte urbana
Responsável área artística: Guilherme Garrido
Responsável área social: Tânia Marques
Território: Leiria
Duração: 36 meses

Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
  • Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
  • Sob o mesmo Céu © Carla Tavares
  • Sob o mesmo Céu © Carla Tavares

Sob o mesmo Céu é um projeto focado na comunidade da urbanização Quinta do Alçada, em Leiria, considerada uma zona prioritária de intervenção. Visa ampliar políticas de desenvolvimento social e atuação no espaço público, procurando repensar espaços como lugares de encontro, de integração entre as pessoas, de formação e construção de cidadania.

Através de práticas artísticas multidisciplinares (arquitetura, audiovisual e artes plásticas), assumidas pelas entidades Casota Collective, Til e Uivo, pretende-se promover as competências sócio emocionais e sentimento de pertença dos participantes, através de intervenções coletivas no espaço comunitário, tornando-o um espaço participado de e para todos. A par das ações de carácter artístico, existirá um treino de competências sócio emocionais, em parceria com a Associação “Escola de Emoções”.

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NOTAS DE CONTACTO – a OCPsolidária na Cercioeiras

Promotor: Orquestra de Câmara Portuguesa
Áreas Artísticas: Música
Responsável área artística: Pedro Carneiro
Responsável área social: Teresa Simas
Território: Oeiras
Duração: 36 meses

Notas de Contacto © OCP
Notas de Contacto © OCP
Notas de Contacto © OCP
Notas de Contacto © OCP
Notas de Contacto © Kai Bienert
Notas de Contacto © Kai Bienert
  • Notas de Contacto © OCP
  • Notas de Contacto © OCP
  • Notas de Contacto © Kai Bienert

O projeto Notas de Contacto, da Orquestra de Câmara Portuguesa, desenvolve ações e atividades musicais orientadas para potencializar as capacidades da pessoa com deficiência, promovendo a sua qualidade de vida e integração na comunidade e contribuindo para a promoção de uma sociedade inclusiva.

O foco artístico vai centrar-se na improvisação e na exploração musical como forma de libertação e expressão artística dos participantes, tendo como objetivo integrar alguns dos músicos do Notas de Contacto na Jovem Orquestra Portuguesa. Prevê-se também a criação de um espetáculo com os 5ª Punkada, com uma digressão Nacional em 2020/21, e a aposta na escrita de pequenas peças para criar repertório que permita consolidar um “ensemble” que possa apresentar o seu trabalho a nível nacional.

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LADO P

Promotor: Teatro do Silêncio Associação
Áreas Artísticas: Teatro, Música, Audiovisual
Responsável área artística: Filipa Reis
Responsável área social: Ricardo Loureiro
Território: Oeiras (Estabelecimento Prisional de Caxias)
Duração: 36 meses

Ismael Cardoso © Miguel Gonçalves
Ismael Cardoso © Miguel Gonçalves
Registo 1 © Daniela Soares
Registo 1 © Daniela Soares
Registo 2 © Daniela Soares
Registo 2 © Daniela Soares
  • Ismael Cardoso © Miguel Gonçalves
  • Registo 1 © Daniela Soares
  • Registo 2 © Daniela Soares

O LADO P nasce da vontade de dotar os reclusos e as suas famílias de diferentes instrumentos de expressão artística que os ajude a comunicar entre si e, simultaneamente, com base em práticas artísticas, produzir objetos que sensibilizem a população para esta realidade. A população-alvo é composta por reclusos com penas curtas ou em final de pena no Estabelecimento Prisional de Caxias, e pelas suas famílias.

Através de oficinas de escrita e de teatro, ao longo de três anos, pretende-se dar ferramentas complementares para a reintegração de dentro para fora e vice-versa, com a criação de objetos artísticos que começam na forma de poemas e cenas teatrais e evolvem para vídeo-cartas entre reclusos e familiares, uma série documental e, por fim, um filme.