Nova Presidente na Fundação Calouste Gulbenkian

A partir de maio de 2017

O Conselho de Administração Plenário da Fundação Calouste Gulbenkian, na sua reunião de hoje, elegeu por unanimidade a Drª Isabel Mota para sua Presidente, a partir de 3 de Maio de 2017, data em que termina o mandato do Dr. Artur Santos Silva, que nos termos da política de governo da Fundação não pode ser reconduzido.

A Drª Isabel Mota, membro executivo do Conselho desde 1999, foi eleita por voto secreto depois de ter aceite apresentar-se à votação do Conselho por solicitação unânime dos seus Colegas.

Conselho de Administração Plenário

Membros executivos
Artur Santos Silva
Isabel Mota
Teresa Gouveia
Martin Essayan
José Neves Adelino
Guilherme d’Oliveira Martins

Membros não executivos
Emílio Rui Vilar
António Guterres
José Gomes Canotilho

 

Declaração da Drª Isabel Mota

É com um grande sentimento de gratidão pela instituição e pelos meus colegas no Conselho de Administração que aceito a confiança que em mim depositaram. É, sem dúvida, um dos dias mais marcantes da minha vida e tenho a consciência da honra, mas também da enorme responsabilidade que consiste em presidir a uma instituição cuja ação tem sido tão determinante em tantos domínios da nossa vida coletiva. 

Suceder a uma personalidade de tal forma marcante e com o prestígio na nossa sociedade como o Doutor Artur Santos Silva torna ainda mais exigente a missão que entenderam atribuir-me. Fá-lo-ei com muita humildade, orgulho e sentido do dever, sabendo que posso contar com um grupo de colegas cujas qualidades pessoais e profissionais são inigualáveis. É também um estímulo saber que a Fundação tem um conjunto de colaboradores que respeita e personifica o extraordinário legado da instituição nos últimos 60 anos.

Gostaria desde já de assumir três compromissos: o primeiro, com o futuro, prosseguindo o propósito de manter a Fundação a acompanhar os novos tempos, tanto em Portugal como nas diferentes comunidades que serve; o segundo, com os mais vulneráveis, que deverão ser os principais beneficiários da atividade da Fundação; por último. mas não menos importante, com a importância da arte e da cultura que nos dão a sabedoria e constituem os alicerces da tão necessária tolerância nos tempos conturbados em que vivemos.

Isabel Mota

Lisboa, 7 de dezembro de 2016