Américo Silva

1961, Vila Franca de Xira, Portugal

Designer gráfico; Fotógrafo; Gravador; Colaborador do Serviço de Projectos e Obras (1958 – 1967) e do Serviço de Exposições e Museografia da Fundação Calouste Gulbenkian (1967 – ?)

23 Exposições

Em 1948, concluiu o Curso Industrial na Escola Infante D. Henrique, no Porto, iniciando atividade profissional dois anos mais tarde, como desenhador no Ministério das Obras Públicas. Trabalhava no Gabinete de Urbanização da Câmara Municipal de Lisboa quando, em 1958, o engenheiro Guimarães Lobato o convidou para fazer parte da equipa de Projetos e Obras para o edifício da Sede e Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG). Integrou o Serviço de Exposições e Museografia (SEM), no qual trabalhou com José Sommer Ribeiro na organização de exposições, participando inclusive na instalação da Coleção Calouste Gulbenkian no Palácio Marquês de Pombal.
Como elemento do SEM, Américo Silva concretizou projetos de museografia e projetos para embalagens de obras de arte, destacando-se as vitrinas da sua autoria integradas no Museu Nacional do Iraque, em Bagdade.
Em 1974, realizou o seu primeiro trabalho gráfico para a FCG, o catálogo da exposição «Pompeia: Vida e Arte nas Cidades do Vesúvio», que marcaria o início das suas funções como designer gráfico, assinando o desenho de vários catálogos, como o da «III Exposição Nacional de Gravura», em 1981, cuja capa conta com uma fotografia da sua autoria. Foi o responsável pelo lettering do Centro de Arte Moderna após a sua abertura, integrando então a equipa de design.
Paralelamente, Américo Silva desenvolve uma prática artística que passa sobretudo pela gravura e pela fotografia. Participa na «III Exposição de Artes Plásticas» da Fundação Calouste Gulbenkian, e podemos encontrar uma gravura da sua autoria na Coleção Moderna (Inv. FP570).
É sócio cofundador da Associação Portuguesa de Designers (1976) e do Atelier 15 (1983), em Lisboa, da Associação de Gravura da Amadora (1985), da Áster – Projectos de Arte Associação Cultural (2006), de Lisboa, e da Imagem Impressa Associação Cultural (2007), de Arraiolos. É igualmente sócio da Cooperativa Árvore, e de outras instituições. Foi fundador da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira e diretor das galerias municipais do mesmo concelho entre 1990 e 2002. Em 2004, foi comissário da exposição de homenagem a Fernando de Azevedo, na Sociedade Nacional de Belas-Artes. Em 2017 foi distinguido com o Prémio APOM – Associação Portuguesa de Museologia, na categoria «Personalidade na Área da Museologia».


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