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A noite das ideias

Quando

Qui, 25 janeiro 2018
19:00

Onde

Edifício Sede
Av. de Berna, 45A , Lisboa
217 823 000
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Bilhetes

Entrada livre

Nos 50 anos do maio de 68, um dos seus principais slogans “a imaginação ao poder” vai estar presente numa noite cheia de animação, com conferências, debates, performances e muitos convidados que vão passar pelos vários espaços da Fundação. Das 19h à meia-noite, e com entrada livre para todos os eventos, esta “Noite das Ideias” coloca pela primeira vez Lisboa entre as mais de 40 cidades de todo o mundo a participar no projeto do governo francês para celebrar o fluxo de ideias entre países, culturas, temas e gerações.

 

PROGRAMA

Consultar programa (PDF 805KB)

19:00

AUDITÓRIO 2
Conferência de Abertura: “Ideias e ideais num tempo de descrença: o lugar da Cultura”

Rui Vieira Nery

Licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa (1980) e Doutorado em Musicologia pela Universidade do Texas em Austin (1990), é presentemente Professor Associado da Universidade Nova de Lisboa e Investigador do Instituto de Etnomusicologia-Centro de Estudos de Música e Dança e do Centro de Estudos de Teatro, bem como Diretor do Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas. Como musicólogo e historiador cultural, é autor de largo número de livros e artigos sobre Música erudita portuguesa no período do Antigo Regime e sobre Música Popular urbana, editados tanto em Portugal como no estrangeiro. Exerce também uma atividade intensa como conferencista, no plano nacional como em vários países da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Desempenhou, entre outras, as funções de Secretário de Estado da Cultura e de Presidente da Comissão Científica da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO).

 

19:25

AUDITÓRIO 2
“O Pavilhão Musical”
Xavier Veilhan

Artista Plástico. Desenvolve desde o fim dos anos 80 uma iniciativa multiforme (escultura, pintura, ambiente, espetáculo, vídeo, fotografia) entre o classicismo formal e a alta tecnologia. As suas obras questionam a perceção e cultivam um interesse para os espaços de deambulação, muitas vezes evolutivos, nos quais o visitante se torna ator, como na série “Architectones” (2012-2014) ou  “Studio Venezia” (2017), a sua proposta para o pavilhão francês da Bienal de Veneza.

AUDITÓRIO 3
“Imaginação sociológica, imaginação política”
Johanna Siméant

Professora de ciência política no Departamento de Ciências Sociais da ENS (CMH). Membro da revista Genèses, trabalhou sobre as mobilizações e o empenho e publicou Contester au Mali (2014), La Grève de la faim (2009), La Cause des sans-papiers (1998). Coautora com C. Traïni de Bodies in Protest (2016), com P. Dauvin em Travail humanitaire (2002), e codirigiu com M.-E. Pommerolle e I. Sommier Observing Protest from a Place  – The World Social Forum in Dakar (2011).

SALA 1
“Era uma vez…”
Maria João Seixas

Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Colaborou com a Engenheira Maria de Lourdes Pintasilgo; durante oito anos foi Vice-Presidente do European Film Distribution Office, EFDO, do  Programa MEDIA; foi Conselheira Cultural do Engenheiro António Guterres. Colabora com diversos meios de comunicação como entrevistadora. Foi Diretora da Cinemateca Portuguesa.

HALL DA BIBLIOTECA DE ARTE
“Revolução Fantasma” [espetáculo de piano com ilustração]
António Jorge Gonçalves e Filipe Raposo

António Jorge Gonçalves é autor de novelas gráficas, cartoon político e ilustração editorial. Criou um método de desenho digital ao vivo com o qual se tem apresentado em espectáculos a solo ou co-criação com músicos, actores e bailarinos.

Filipe Raposo. Mestrado em Piano Jazz Performance / Royal College of Music (Stockholm) e bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm.
Em nome próprio editou 3 discos: First Falls (2011), A Hundred Silent Ways (2013), Inquiétude (2015).

 

19:50

AUDITÓRIO 2
“Religião, religiões, laicidade”
Eduardo Lourenço

Eduardo Lourenço (n. 1923). Filósofo e ensaísta português, ensinou em diversas universidades, nomeadamente a de Nice, entre 1965 e 1989. Autor de vasta obra, abarcando grande variedade de temas filosóficos, políticos, culturais, religiosos e literários, exerceu sobre ele particular fascínio o lugar da Europa no mundo. Dedicou parte importante dos seus estudos críticos e literários à poesia, com ênfase em Camões, Pessoa ou Antero. Dos livros que publicou destacam-se Heterodoxia (1949), Fernando Pessoa Revisitado (1973), Tempo e Poesia (1974), O Labirinto da Saudade (1978), Poesia e Metafísica (1983), Fernando, Rei da Nossa Baviera (1986), Nós e a Europa ou As Duas Razões (1988), L’Europe introuvable (1991), O Canto do Signo (1994), O Esplendor do Caos (1998), Portugal como Destino, seguido de Mitologia da Saudade (1999), A Noite Intacta. (I)recuperável Antero (2000), A Morte de Colombo. Metamorfose e Fim do Ocidente como Mito (2005).

Recebeu numerosas distinções, entre as quais o Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon (1988), o Prémio Camões (1996), o Prémio Pessoa (2011) e o Prémio da Academia Francesa (2016).

AUDITÓRIO 3
“A imaginação na interseção dos saberes. Porquê pensá-la em francês?”
Maria de Jesus Cabral

Maria de Jesus Cabral foi professora de Língua e literatura francesas (séculos XIX e XX) na Universidade de Coimbra e na Universidade Católica Portuguesa, entre 1994-2015. Atualmente professora/investigadora na Universidade de Lisboa onde dirige o centre de Investigação LÉA ! Lire en Europe Aujourd'hui e o curso de “Medicina Narrativa”. Publicou numerosos trabalhos sobre a poética simbólica nas suas ligações com o teatro e com a teoria da leitura assim como no seu relacionamento entre literatura e medicina. Autora de Mallarmé hors frontières, proveniente da sua tese de doutoramento (2005, Rodopi), co - editou também Lire, de près, de loin (2014), Exotopies de Barthes (2016), Santé et bien-être à l’épreuve de la littérature (2017).

SALA 1
“A imaginação ao poder nas Universidades”
Gustavo Cardoso

Doutorado em Sociologia da Comunicação pelo ISCTE-IUL e pós-graduado da Harvard Kennedy School, é Professor Catedrático do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e Diretor do OberCom - Observatório da Comunicação. Tem feito comentário no Diário de Notícias, no Público e na TVI24. Foi distinguido pelo Fórum Económico Mundial como Young Global Leader (2008). Foi consultor para a Educação, Ciência e Juventude do Presidente da República Jorge Sampaio (1996-2006), e vice-presidente da agência de notícias LUSA (2006-2011).

 

20:15

AUDITÓRIO 2
“A imaginação criadora: Giacometti, Pessoa, Poincaré”
José Gil

Doutorado em Filosofia pela Universidade de Paris com um estudo sobre “O Corpo como campo do poder”, sob a orientação de François Châtelet. Professor catedrático de Filosofia na Universidade Nova de Lisboa. Foi Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris. Colabora com  revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas, publicou ensaios sobre Estética,  Filosofia da dança e Filosofia política. Algumas das suas obras estão publicadas no Brasil e traduzidas em Espanha, França, Itália, Sérvia e nos EUA.

AUDITÓRIO 3
“A revolução será feminista ou não será revolução – A imaginação feminista na mira da atualidade”
Mara Montanaro

Filósofa e investigadora, Mara Montanaro pertence ao Laboratório de Estudos sobre Género e Sexualidades (LEGS), da Universidade Paris 8. Na área de filosofia contemporânea, investiga sobre o género da pós-colonização e da descolonização, filosofias feministas, sobretudo no que respeita à obra da filosofa feminista Françoise Collin (1928-2012), da qual é responsável científica dos respetivos arquivos. Autora de “Françoise Collin. A insurreição permanente de um pensamento descontínuo”, Rennes, PUR, col. “Archives du féminisme”, 2016.

SALA 1
“Que tipo de cidadania europeia?”
Rui Vieira Nery e Loïc Blondiaux

20:40

AUDITÓRIO 2
“Personagens de ficção científica como vindos de um laboratório”
Thierry Hoquet

Autor de "Cyborg Philosophie. Penser contre les dualismes" (Éd. du Seuil, 2011). Traduziu Darwin e publicou numerosos trabalhos sobre os naturalistas dos séculos XVIII e XIX. As últimas obras publicadas: "Des Sexes innombrables. Le genre à l’épreuve de la biologie" (Éd. du Seuil, 2016) ; "Sexus Nullus ou l’égalité" (iXe, 2015).

AUDITÓRIO 3
“Uma agenda para a imaginação? Manifesto”
Paulo Filipe Monteiro

Professor Catedrático da Universidade Nova de Lisboa: fundador e Coordenador do Mestrado em Artes Cénicas; coordenador da variante de Comunicação e Artes do Mestrado e do Doutoramento em Ciências da Comunicação. Foi professor convidado em várias Universidades da Europa e Brasil. Foi presidente da Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos e fundador e membro da direcção da Federation of Scriptwriters in Europe. Recebeu o Prémio Joaquim de Carvalho para o livro Drama e Comunicação (posteriormente editado no Brasil pela Annablume) e o Prémio Revelação da Crítica de Teatro.

Fez a dramaturgia e encenação de 16 espectáculos. Como actor, participou ainda em várias peças, em 10 longas-metragens portuguesas e estrangeiras e em 40 telefilmes e séries de televisão. Escreveu 8 longas-metragens. Escreveu a peça de teatro Área de Risco, estreada em 1999 na Fundação Gulbenkian. Tem feito dramaturgia para espectáculos de dança. Realizou o filme de 25 minutos Amor Cego; e estreou em 2017 a sua primeira longa-metragem, Zeus.

SALA 1
“Tenho em mim todos os sonhos do mundo”
Ana Tostões

Arquiteta, crítica de arquitetura e historiadora, Presidente do Docomomo International e editora do Docomomo Jornal (www.docomomo.com). É Professora Catedrática no Técnico, Universidade de Lisboa, onde é coordenadora do Programa de Doutoramento em Arquitetura, e Professora convidada em várias universidades nacionais e estrangeiras.

A sua área de investigação é a teoria arquitetónica e a história urbana do séc. XX, focada em transferências culturais mundiais. Sobre este tema, publicou livros e artigos científicos, fez curadoria de exposições, participou em júris, comités científicos e deu palestras em países europeus, americanos, asiáticos e africanos. Coordenou projeto de investigação sobre a Arquitetura moderna na África Lusófona (1943-1974), de que resultou a publicação “Arquitectura Moderna em África: Angola e Moçambique” distinguida pela APH com o prémio Gulbenkian 2014. Atualmente, é investigadora responsável do projeto “CuCa_RE: Curar e Cuidar_reabilitar”, focado nos equipamentos de saúde construídos em Portugal no século XX.

Formada em arquitetura pela Escola de Belas-Artes de Lisboa, concluiu o mestrado em História da Arte Contemporânea na Universidade Nova de Lisboa com a tese “Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50” (FAUP Edições, 1997) e o doutoramento no Instituto Superior Técnico com tese publicada com o título “Idade Maior, Cultura e Tecnologia na Arquitectura Moderna Portuguesa” (FAUP Edições, 2015), galardoada com o Prémio da X Bienal Ibero-Americana de Arquitectura y Urbanismo (BIAU) 2016.

 

21:05

HALL DO MUSEU
“Miragens” [espetáculo de dança]
Magalie Lanriot e Mathilde Gilhet

Mathilde Gilhet. Bailarina e coreógrafa, iniciou a sua carreira no Ballet Junior de Genève onde trabalhou com Alexander Ekman, Itzik Galili, Patrick Delcroix, Lucinda Childs, Thierry Malandain, Gilles Jobin, entre outros. Integrou a Companhia Alias na Suíça, a Companhia Apotosoma na Grécia, o Quorum Ballet em Portugal e mais recentemente, FLUX + FLOW Dance Project nos Estados Unidos. Participou também como juiz em várias competições de dança internacionalmente reconhecidas.

Magalie Lanriot. Bailarina e coreógrafa de dança vertical e contemporânea,  responsável pedagógica e professora de dança contemporânea no F.O.R. Dance Theater da Companhia Olga Roriz e na Universidade de Lisboa. Paralelamente, colabora como bailarina intérprete com a Companhia Gravity and Levity em London (a sua mais recente produção- "Rites of War" de Lindsay Butcher e Darshan Singhbhuller).

 

21:30

AUDITÓRIO 2
“Entre o homem e as técnicas, as utopias da comunicação”
Dominique Wolton

Doutor em sociologia e especialista internacionalmente reconhecido em comunicação. Fundou em 2007 o Instituto das Ciências da Comunicação do CNRS (ISCC) e em 1988 a revista internacional Hermès (CNRS Edições), que dirige desde então. Esta revista estuda de maneira interdisciplinar a comunicação, as interações com os indivíduos, as técnicas, as culturas, as sociedades. Dirige ainda a coleção de livros de bolso Les Essentiels d’Hermès e a coleção de obras CNRS Communication (CNRS Éditions). Autor de inúmeras obras, entre as mais recentes, Communiquer c’est vivre – Entretiens avec Arnaud Benedetti (Cherche midi, 2016), Avis à la pub (Cherche Midi, 2015), La communication, les hommes et la politique (CNRS Éditions, 2015). Acaba de publicar “Politique et société “ com o Papa Francisco (Editions de l’Observatoire, 2017).

AUDITÓRIO 3
“Poder à informação (ou talvez não)”
Joana Gonçalves-Sá

Licenciada em Engenharia Física Técnológia pelo Instituto Superior Técnico. Através do Programa Gulbenkian de Doutoramento em Biomedicina, desenvolveu a sua tese de doutoramento em Biologia de Sistemas na Universidade de Harvard, EUA.
É investigadora principal no Instituto Gulbenkian de Ciência desde 2011, onde coordena o grupo de investigação em Ciência e Política. Utiliza técnicas experimentais e computacionais (big data) no estudo do processo decisório, principalmente em política e saúde.
É Directora do PGCD, Programa de pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento, programa doutoral em ciências da vida destinado a estudantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

SALA 1
“Imaginar a cidade sensual”
Jacques Ferrier

Arquiteto pela Escola de Arquitetura de Paris-Belleville e pela Escola Central de Paris. Os seus trabalhos incluem obras culturais, construções de prestígio, equipamentos públicos, centros de investigação e projetos urbanos que se inscrevem numa mesma filosofia: criar uma arquitetura e uma cidade para uma sociedade sustentável. Em 2010,  associa-se a Pauline Marchetti para criar uma nova estrutura, Sensual City Studio, um laboratório de investigação para uma abordagem prospetiva, humanista e sensível tanto da cidade como da  arquitetura.

HALL DA BIBLIOTECA DE ARTE
“Assinatura sonora de um corpo em movimento” [espetáculo de dança]
Daniel Tércio, Jonas Runa, Marta Fernandes

 

21:55

AUDITÓRIO 2
“Ter falta de imaginação é não imaginar a falta”
Paulo Pires do Vale

Professor, Ensaísta e Curador. Presidente da AICA-Portugal. Entre as exposições mais recentes: LOURDES CASTRO - Todos os livros (2015); NÃO TE FALTARÁ A DISTÂNCIA. Uma exposição em 4 passos (2016); Vantagens e desvantagens da história para a vida. (2016); FESTIVAL DE L´INCERTITUDE (2016); ANA HATHERLY E O BARROCO. Num Jardim feito de tinta. (2017). Entre os ensaios publicados recentemente: Imagination et autruité in Journal du Festival de L´incertitude. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian, 2016; Destroying the Temple. Religion of the End of Religion, Art of the End of Art in Anti-Museum. Mathieu Copeland (org.). Fribourg: Art Fri / Verlag Walther König, 2016; Extimidade. Manual de enxertia (sobre Alberto Carneiro) in Jornal da Associação Brasielira de Críticos de Arte, n° 42 – Ano XV – Junho de 2017; AH: ce que peut un rêve in L´Exposition d´un Rêve (Curator: Mathieu Copeland). Paris, Fondation Calouste Gulbenkian, Paris, 2017; O espelho, o fogo in Do outro lado do espelho (org. Maria Rosa Figueiredo). Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2017.

AUDITÓRIO 3
“Quais são as formas de acção colectiva hoje? ” [comentário aos filmes 120 Battements par minute e L’Assemblée]
Johanna Siméant

SALA 1
“Criatividade, tecnologia e imaginação para a cidade do futuro”
Branca Gameiro Neves

 Licenciada em Arquitetura pela ESBAL em 1980 e Mestre em “Qualificação da Cidade” pela  Universidade Católica, é técnica superior da Câmara Municipal de Lisboa onde atualmente exerce a função de Diretora de Projeto na Direção Municipal de Economia e Inovação, tendo exercido funções de chefia e assessoria do Presidente da Câmara e de alguns vereadores em diversos mandatos.

O seu percurso profissional na autarquia de Lisboa tem sido marcado pela reabilitação urbana de edifícios, pela intervenção em espaços públicos, assim como por intervenções várias noutras áreas da cidade. 

 

22:20

AUDITÓRIO 2
“Memória”
Manuel Aires Mateus

Formado em Arquitetura pela U.T.L.. Colabora com o Arquiteto Gonçalo Byrne em 1983 e começa a desenvolver projetos com o seu irmão Francisco em 1988. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos. Desde essa altura a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica, resultando em diversos prémios de arquitetura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e leccionar em várias instituições internacionais como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal.

AUDITÓRIO 3
“Geração =what= : auto-retrato de uma geração”
Olivier Hoffschir

Especialista em engenharia dos media. Começou por trabalhar no Canadá em diferentes programas para Radio Canadá e TELE-Quebeque (Tactik, Vrak La Vie) e em programas online como o WhoWeAre.ca. De regresso a França, integrou a sociedade Upian onde criou o conceito e imagem gráficas  de numerosos media  franceses (Rue89, Radio-France, AFP, Livre Hebdo, Inrocks), foi responsável por produções transmedia para France Television. Desde 2013, dirige o projeto Generation What ?, na sua primeira versão francesa, até à sua implementação nas mais diversas regiões do mundo (Europa, Países Árabes, Asia, Canadá).

SALA 1
“A recuperação capitalista da imaginação ao poder”
Ève Chiapello

Diretora de estudos na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS Paris), desde 2013, onde leciona a cátedra de “Sociologia das transformações do capitalismo”, tendo anteriormente sido professora na HEC Paris. Atualmente, o seu trabalho incide sobre a “financeirização” produzida pelos instrumentos de gestão e de cálculo, graças a um programa de investigação em cooperação com a Universidade de Hamburgo (2016-2021) - “Financialisation and the fabrication of intangible assets as responses to the problems of contemporary capitalism” - , financiado pela Fundação Humboldt através do Prémio Anneliese Maier Research Award. Publicou as seguintes obras: “Artistes versus Managers. Le Management culturel face à la critique artiste” (Paris : Métailié, 1998), “Le Nouvel Esprit du Capitalisme” (Paris : Gallimard, 1999) com Luc Boltanski, traduzido em 9 línguas, “Sociologie des outils de gestion” (La découverte, 2013) com P. Gilbert.

HALL DO MUSEU
“Miragens” [espetáculo de dança]
Magalie Lanriot e Mathilde Gilhet

 

22:45

AUDITÓRIO 2
“Falstaff, a imaginação e o poder”
Ricardo Araújo Pereira

Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, começou a sua carreira como jornalista no «Jornal de Letras».
É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o grupo humorístico Gato Fedorento.
Escreve semanalmente na revista «Visão» e é um dos elementos do programa da TSF/TVI24 «Governo Sombra».
Com a Tinta-da-china, publicou quatro livros de crónicas — «Boca do Inferno» (2007), «Novas Crónicas da Boca do Inferno» (Grande Prémio de Crónica APE), «A Chama Imensa» (2010) e «Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno» (2013) —, para além de «Mixórdia de Temáticas» (2012) e «Mixórdia de Temáticas – Série Miranda» (2014), compilação dos guiões do programa radiofónico.
No Brasil está publicada a coletânea de crónicas «Se não entenderes eu conto de novo, pá».
Coordena a coleção de Literatura de Humor, que integra autores como Charles Dickens, Denis Diderot e Jaroslav Hasek.

AUDITÓRIO 3
“Os super-poderosos”
David Machado

Escritor nascido em Lisboa. Autor de quatro romances, entre eles, “Índice Médio de Felicidade”, que foi adaptado ao cinema, e “Debaixo da Pele”. Publicou também dez livros para crianças, dos quais se destacam “A Noite dos Animais Inventados”, “O Tubarão na Banheira”, “Eu Acredito” e “Uma Noite Caiu uma Estrela”. Recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, o Prémio Autores, o Prémio da União Europeia para Literatura e o Prémio Salerno Libro d'Europa. Os seus livros estão publicados em mais de dez línguas.

SALA 1
“Poderão os computadores ser criativos?”
Arlindo Oliveira

Licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pelo IST e doutorado em Engenharia Informática e de Computadores pela Universidade da Califórnia em Berkeley, E.U.A.. É autor de dois livros, um sobre arquitetura de computadores e outro sobre a evolução futura da tecnologia e da inteligência artificial, publicados em várias línguas, e de mais de 100 artigos científicos em revistas e conferências da especialidade. Consultor em diversas empresas de software, telecomunicações e sistemas de informação. Assumiu a Presidência do Instituto Superior Técnico em janeiro de 2012.

HALL DA BIBLIOTECA DE ARTE
“Assinatura sonora de um corpo em movimento” [espetáculo de dança]
Daniel Tércio, Jonas Runa, Marta Fernandes

 

23:10

AUDITÓRIO 2
“A Arte e a comunicação à prova do imediatismo”
Manuel Aires Mateus e Dominique Wolton

AUDITÓRIO 3
“O regresso da imaginação democrática: sonho ou reinvenção ?”
Loïc Blondiaux

Professor de ciência política na Universidade Paris I Panthéon-Sorbonne (responsável pelo mestrado “Engenharia da Concepção”) e investigador no Centro Europeu de Sociologia e de Ciência Política (CESSP). Estuda principalmente a democracia participativa e as inovações democráticas. É membro do conselho científico da Fundação da Natureza e do Homem e do Grupo de Interesse Científico “Democracia e Participação”. Dirige a revista universitária "Participations"; publica "Le Nouvel esprit de la démocratie" (Seuil, La République des idées), em 2008, e é coautor de "Inventer la Démocratie du XXème siècle" (Les Liens qui Libèrent) publicado em 2017.

SALA 1
“A imaginação e a política: regresso ao passado”
Raquel Vaz Pinto

Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa e Professora de Estudos Asiáticos na mesma Universidade. Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Os seus artigos têm sido publicados no Brazilian Journal of International Politics e The American Interest online, entre outros. É autora de vários livros e os seus interesses de investigação incidem sobre politica externa e estratégia chinesas, religião e a sociedade internacional, politica externa e estratégia dos EUA, e o futebol e as relações internacionais.

 

23:35

HALL DO MUSEU
Arremesso V [espetáculo de dança]
Sofia Dias e Vitor Roriz

Coreógrafos e bailarinos a colaborar desde 2006. Tendo por base o movimento e o gesto, têm alargado a sua pesquisa à natureza dúctil da palavra questionando os limites da linguagem e da representação em diferentes projectos coreográficos, experiências sonoras, instalações e performances. Nos seus dez anos de colaboração apresentaram cerca de quinze trabalhos em 17 países. Desde 2006 que lecionam workshops e aulas regulares a profissionais e amadores em Portugal e no estrangeiro. Enquanto dupla têm vindo a colaborar em projetos de outros artistas, tais como: Catarina Dias, Lara Torres, Marco Martins, Clara Andermatt, Mark Tompkins, Gonçalo Waddington, Carla Maciel, Tim Etchells e Tiago Rodrigues.

 

Sessões do Auditório 2 com transmissão em direto

 

Informamos que para a difusão da sua atividade científica, cultural e artística, a Fundação Calouste Gulbenkian recolhe registos de imagem, som e voz dos artistas e eventualmente do público, podendo estas gravações ser divulgadas pela Fundação através de live streaming, do seu website e redes sociais. Caso tenha qualquer dúvida a respeito desta gravação, não hesite em contactar a Fundação.


Uma iniciativa do Instituto Francês e Embaixada de França em Portugal.

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