Escolas

Imagens, produzidas pelos irmãos Novais, de exteriores e interiores de escolas que fazem parte do património arquitetónico português.
19 fev 2021 3 min
Fotografias com história

Liceu de Pedro Nunes

(Lisboa, Portugal)

Em 1911, quando abriu as atividades letivas era designado por Lyceu Central de Pedro Nunes. O seu arquiteto, Miguel Ventura Terra, foi o autor de outros liceus da capital, nomeadamente do Liceu Camões (1908-1909) e do projeto inicial do Liceu Feminino Maria Amália Vaz de Carvalho (1915), todos eles pioneiros na tipologia da arquitetura escolar da época. Eram edifícios funcionais, arejados, equipados com ginásio, laboratórios e campos de jogos.

Liceu Feminino Maria Amália Vaz de Carvalho

Atualmente designada por Escola Secundária de Pedro Nunes foi classificada em 2012 imóvel de interesse público.

Escola Secundária Diogo de Gouveia

(Beja, Portugal)

Desde a sua inauguração, em 1936, que este estabelecimento de ensino conheceu diversas designações começando por ser Liceu Nacional de Fialho de Almeida, foi depois Liceu Nacional de Jacinto de Matos, Liceu Nacional de Beja e Liceu Nacional de Diogo de Gouveia. Atualmente é a Escola Secundária Diogo de Gouveia.

Entrada principal da Escola Secundária Diogo de Gouveia

Construída entre 1931 e 1935, com projeto do arquiteto Luís Cristino da Silva, vencedor do concurso público então lançado, cumpria todos os requisitos de uma escola moderna.

Considerado como um dos melhores exemplos da arquitetura modernista nacional está classificado como imóvel de interesse público desde 2013.

Escola Industrial Francisco de Arruda

(Lisboa, Portugal)

Fundada no início da década de 1950 como Escola Técnica Elementar Francisco de Arruda, esta escola começou em instalações provisórias cedidas pela junta de freguesia de Alcântara.

Instalada a partir de 1956, no edifício projetado pelo arquiteto António José Pedroso na Calçada da Tapada da Ajuda, acolhia rapazes que desejam prosseguir cursos das áreas comercial e industrial.

Lycée Français Charles Lepierre

(Lisboa, Portugal)

Criada no início de 1900, a escola francesa foi tendo diversas instalações até se mudar, definitivamente para o complexo escolar da autoria dos arquitetos franceses Michel Cuminal e Nikita de Groer, junto às Amoreiras, em 1952.

Foi nesta altura que conquistou a designação que ainda mantém, tomando o nome do engenheiro químico francês Charles Lepierre (1867-1945), professor na Universidade de Coimbra e no Instituto Superior Técnico.

Série

Fotografias com história

As fotografias dos Estúdios Mário e Horácio Novais oferecem memórias de tempos passados, em Portugal e no estrangeiro, do quotidiano e de grandes momentos históricos, paisagens, arquitetura, personalidades e muito mais.
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