Hugo Canoilas. Moldada na escuridão

Moldada na escuridão é uma exposição individual de Hugo Canoilas que apresenta uma seleção de obras que seguem uma investigação sobre os fundos marinhos iniciada pelo artista em 2020. 

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A convite do CAM, Hugo Canoilas prepara um projeto produzido especificamente para a galeria de exposições temporárias do Museu Calouste Gulbenkian. Hugo Canoilas prossegue uma investigação iniciada em 2020, em torno da vida nos fundos marinhos e nos ambientes «aquáticos», propondo uma instalação imersiva e sensorial habitada por criaturas, pinturas-esculturas nas quais a cor, as texturas, o orgânico e a fluidez lhes conferem uma qualidade quase alquímica, como se estas estivessem, sob o nosso olhar e presença, em plena metamorfose.

Curadoria: Rita Fabiana


BIOGRAFIA

Hugo Canoilas vive e trabalha em Viena e em Nova Iorque.

Entre as mais recentes apresentações individuais do seu trabalho incluem-se Buyoant, Galerie Martin Janda, Viena; On the Extremes of Good and Evil, com curadoria de Rainer Fuchs, mumok, Viena; Cnidarian Polyps Repaired by the Eye of the Observer, com curadoria de Ricardo Nicolau e Marta Almeida, Serralves, Porto. Canoilas tem contribuído com o seu trabalho em exposição institucionais na Kunstverein in Hamburg, em Hamburgo, no De Appel, em Amesterdão, na Kunsthalle Wien, em Viena, na Salzburguer Kunstverein, em Salzburgo, na 30.ª Bienal de São Paulo, na 4.ª Ural Industrial Biennial, em Yekaterinburg, e na Vienna Biennale For Change, em Viena.

O seu trabalho foi alvo de recensões críticas nas revistas Mousse, ArtReview, Observer, Frieze, Metropolis M, FlashArt, Kunstforum, Contemporanea e nos jornais The Guardian, Público e Expresso. Canoilas foi coeditor da publicação OEI #80-81: The Zero Alternative: Ernesto de Sousa and some other aesthetic operators in Portuguese art and poetry from 1960's onwards. Tem vindo a desenvolver o projeto coletivo A Gruta na Galeria Quadrado Azul, em Lisboa. Em 2020, Canoilas recebeu o prémio Kapsch Contemporary Art.

 

Foto: Nikolai Nekh