Apoio à saúde materna e neonatal

Maternidade Lucrécia Paim

 

Área de atuação: Saúde materno-infantil 
Gestor: Fundação Calouste Gulbenkian 
Financiadores: Fundação Calouste Gulbenkian e a Maternidade Lucrécia Paim 
Parceiro técnico: Sociedade Portuguesa de Neonatologia 
Localização: Luanda, Angola  
Beneficiários:  Profissionais de saúde da Maternidade  
Duração: 2017-2021
Fase do Projeto: Em desenvolvimento
ODS 3: Saúde de qualidade

Maternidade Lucrécia Paim Maternidade Lucrécia Paim
Incubadoras maternidade Incubadoras Maternidade Lucrécia Paim

O projeto de apoio à saúde materna e neonatal na Maternidade Lucrécia Paim, em Luanda, Angola, consiste na formação de recursos humanos e no funcionamento da unidade de cuidados especiais do recém-nascido.

Este projeto tem como objetivo contribuir para a melhoria das condições de assistência ao recém-nascido, reduzindo a taxa de mortalidade neonatal, bem como a aquisição de material complementar para a unidade de cuidados especiais, o apoio à definição do seu protocolo de funcionamento e assessoria à sua organização.

Ao longo dos dois anos do projeto, são realizadas missões periódicas em Angola de pediatras neonatalogistas portugueses, para darem apoio à formação de recursos humanos in loco e assessoria técnica ao funcionamento da unidade especial de cuidados especiais ao recém-nascido.

A parceria estabelece ainda a realização de estágios, em unidades de saúde portuguesas, destinados a profissionais de saúde angolanos, bem como missões de profissionais da área da obstetrícia para apoio à formação de recursos humanos, de forma a identificar e resolver potenciais situações de risco na assistência às grávidas e no parto.


Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

 

Este projeto contribui para as seguintes metas

 

Meta 3.1

Reduzir a taxa de mortalidade materna global

Meta 3.2

Acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos

Meta 3.12

 Aumentar substancialmente o financiamento da saúde e o recrutamento, formação, e retenção do pessoal de saúde nos países em desenvolvimento