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Galáxia Tabucchi

Colóquio

Quando

9 abril 2018 – 10 abril 2018
9:00 até 19:30

Onde

Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A , Lisboa
217 823 000
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Bilhetes

Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço

Um evento que revisita a vida e obra do autor italiano Antonio Tabucchi com dois dias de intenso debate, um filme, um documentário, leituras musicadas e ainda uma exposição iconográfica e documental, que pode ser vista durante um mês inteiro. 

 

Programa 

Download Programa Galáxia Tabucchi (4 MB)

 

8 de abril a 7 maio

Tabucchi e Portugal [Exposição na Galeria do Piso Inferior]

Ver exposição

 

Domingo, 8 de abril

18:00, Cinema São Jorge [Parceria com a Festa do Cinema Italiano]

Documentário – Se de tudo fica um pouco. No rasto de Antonio Tabucchi, de Diego Perucci.

Itália, 2018, 55′

Ir para o site Festa de Cinema Italiano

 

Segunda, 9 de Abril

9:30
Sessão de Abertura

10:15 – 10:45
Lectio magistralis

Salvatore Settis

 

Arqueólogo e historiador de arte, dirigiu o Getty Research Institute, em Los Angeles, e a Scuola Normale Superiore, em Pisa. Fundador do European Research Council, foi presidente do Conselho Superior do Património Cultural Italiano. Autor de obras traduzidas em várias línguas, professor convidado por diversas universidades europeias e estrangeiras, interessa-se sobretudo pela história da arte antiga e moderna, orientação e política cultural. É, atualmente, presidente do Conselho Científico do Louvre.

10:45 – 11:00
Pausa

11:00 – 12:20
A Nebulosa do Tempo. Metafísica e História na obra de Tabucchi

Eduardo Lourenço

 

 

Filósofo e ensaísta português, ensinou em diversas universidades, nomeadamente na de Nice, entre 1965 e 1989. Autor de vasta obra, abarcando grande variedade de temas filosóficos, políticos, culturais, religiosos e literários, dedicou parte importante dos seus estudos críticos e literários à poesia, com ênfase em Camões, Pessoa ou Antero. Ao longo da sua vida, recebeu numerosas distinções, entre as quais o Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon (1988), o Prémio Camões (1996), o Prémio Pessoa (2011) e o Prémio da Academia Francesa (2016).

Guilherme d’Oliveira Martins

 

Mestre em Direito, exerceu, entre outras funções, a de presidente do Tribunal de Contas e da SEDES, Vice-Presidente da Comissão Nacional da UNESCO e ministro de várias pastas. Atualmente, além de administrador da Fundação Gulbenkian, é também presidente do Grande Conselho do Centro Nacional de Cultura e o coordenador nacional do Ano Europeu do Património Cultural 2018. É ainda autor de diversas obras, entre as quais Oliveira Martins, Uma Biografia (1986), O Enigma Europeu (1994), Educação ou Barbárie? (1999), Portugal, Identidade e Diferença – Aventuras da Memória (2007) ou Património, Herança e Memória – A Cultura como Criação (2009).

Paolo Flores d’Arcais

 

Filósofo, diretor da revista MicroMega, tem cruzado o seu trabalho e o ensino da Filosofia com empenho civil e político – em 2002 foi animador, com o realizador Nanni Moretti, da manifestação que juntou um milhão de pessoas na Praça San Giovanni, em Roma. Confessando-se inspirado por Albert Camnus e Hannah Arendt, é autor de três dezenas de livros, muitos deles sobre a fé. A última é La guerra del Sacro – terrorismo, laicità e democrazia radicale (2016).

Remo Bodei

 

Professor de Filosofia – na Scuola Normale Superiore de Pisa, nas Universidades de Nova Iorque e da Califórnia e agora na de Pisa – ocupa-se atualmente da teoria das paixões, de modelos anómalos de consciência e de problemas ligados à memória e à identidade individual e coletiva. Autor de várias obras, publicou, em 2017, Geometria delle passioni  e Le forme del bello.

Moderação: José Sasportes

 

Escritor e historiador de dança, ex-ministro da Cultura, publicou, recentemente, Poemas Dispersos (2017). Editou ainda, com Patricia Veroli, Giovanni Coralli, l'autore di Giselle (2018).

12:20 – 12:50
Debate

15:00 – 16:20
Estrelas variáveis. À descoberta de novas vias hermenêuticas [I]

Giulio Ferroni

 

Professor emérito da Sapienza de Roma, onde ensinou Literatura Italiana até 2013, é autor do manual Storia della letteratura italiana (2012). Tem publicados vários estudos sobre a literatura do Cinquecento, ocupou-se de vários aspetos da literatura do Novecento e contemporânea, acompanhando ainda aos problemas teóricos da literatura, como prova a obra Dopo la fine. Sulla condizione postuma della letteratura (2010).

Paolo Mauri

Licenciado em Letras pela Sapienza de Roma foi, ao longo da vida, jornalista (fundou o jornal La Repubblica, onde dirigiu a secção cultural, e foi fundador e diretor da revista literária Il Cavallo di Troia), crítico literário e autor de várias obras. Foi igualmente diretor, com Irene Bignardi e Joachim Sartorius, do Festival literário Monte Verità, em Ascona. Atualmente, é o curador da edição das principais obras de Antonio Tabucchi para a editora Meridiani Mondadori.

Thea Rimini

Doutorada pela Scuola Normale Superiore de Pisa, é professora na Université Libre de Bruxelles e na Universidade de Mons. Autora de Album Tabucchi. L’immagine nelle opere di Antonio Tabucchi (2011), também editou Racconti con figure (2011), do autor italiano, e Tabucchi postumo. Da ‘Per Isabel’  all’archivio Tabucchi alla Bibliothèque Nationale de France (2017).

José Sasportes

 

Escritor e historiador de dança, ex-ministro da Cultura, publicou, recentemente, Poemas Dispersos (2017). Editou ainda, com Patricia Veroli, Giovanni Coralli, l'autore di Giselle (2018).

Moderação: Anna Dolfi

Professora de Literatura Moderna e Contemporânea na Universidade de Florença, reconhecida estudiosa do poeta Giacomo Leopardi, tem-se debruçado sobre a obra de Antonio Tabucchi, ao qual já dedicou, entre outros, dois livros – Antonio Tabucchi, la specularità, il rimorso (2006) e Gli oggetti e il tempo della saudade. Le storie inafferrabili di Antonio Tabucchi (2010). A ela se deve também a publicação, póstuma, do último livro de ensaios do escritor, Di tutto resta un poco. Letteratura e cinema (2013).

16:20 – 16:40
Debate

16:40 – 17:00
Pausa

17:00 – 18:30
Cruzeiro do Sul. Portugal na obra de Tabucchi [I]

Rita Marnoto

É Professora da Faculdade de Letras e do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Dedica-se ao estudo da Literatura Italiana, da Literatura Portuguesa e das relações entre estas literaturas. É Directora do Doutoramento em Línguas Modernas - Culturas, Literaturas, Tradução, Coordenadora da Secção de Estudos Italianos e Vice-Presidente do "Centre International d’ Études Portugaises de Genève". O seu mais recente livro tem por título Cortegiano e cortesão. Baldassarre Castiglione e D. Miguel da Silva (Genève, 2017).

Gustavo Rubim

Ensina literatura na Universidade Nova de Lisboa. Publicou uma edição de Clepsydra, de Camilo Pessanha, na revista Colóquio-Letras (2000). Autor de Experiência da Alucinação: Camilo Pessanha e a Questão da Poesia (1993, prémio Pen Clube de Ensaio), Arte de Sublinhar: ensaios (2003) e A Canção da Obra: ensaios (2008). Co-autor, com Abel Barros Baptista, de Importa-se de me Emprestar o Barroco? (2003). É consultor das revistas académicas Românica (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e Boletim de Pesquisa NELIC (Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil). Integra a equipa dos projetos “Estranhar Pessoa: um Escrutínio das Pretensões Heteronímicas” e “A Fábula na Literatura Portuguesa: Catálogo e História Crítica”, ambos financiados pela FCT.

Timothy Basi

 

Durante os seus estudos sobre Línguas e Literaturas estrangeiras, na Universidade de Siena, frequentou um curso monográfico sobre Fernando Pessoa, ministrado por Antonio Tabucchi, que despertou nele a curiosidade sobre a cultura portuguesa. Depois de lecionar em várias universidades norte-americanas, instalou-se em Portugal, onde é professor de italiano no Instituto Italiano de Cultura.

Moderação: Roberto Francavilla

 

Professor de Literatura Portuguesa e Brasileira na Universidade de Génova, também lecionou na Universidade de Siena. Ex-bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do Instituto Camões, é crítico literário e tradutor de Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa e José Cardoso Pires, entre outros, com livros publicado sobre literatura portuguesa, brasileira, literaturas africanas em português e o volume Parole per Antonio Tabucchi (2012).

18:30 – 19:00
Debate

21:00
Exibição do filme Requiem, de Alain Tanner (1998) [Sala Polivalente]

Ver evento

 

Terça, 10 de abril

9:30 – 10:50
Outros observatórios. Os tradutores de António Tabucchi

Karin Fleischanderl

 

Estudou, em Viena, Italiano e Inglês no Instituto de Intérpretes e Tradutores, e Filologia Românica. Traduziu as obras completas de Antonio Tabucchi para o alemão, mas também de outros autores italianos, como Romano Bilenchi, Gesualdo Bufalino, Gabriele d’Annunzio, Ippolito  Nievo, Pier Paolo Pasolini, Alberto Savinio ou Andrea Zanzotto. Foi co-editora da revista literária Wespennest e co-fundadora da Leondinger Academy of Literature e da revista Kolik. É, desde 2007, docente na Universidade de Klagenfurt.

Shagha Sharafi

 

Nascida no Irão, onde frequentou a Academia de Artes Decorativas, licenciou-se em Letras e História de Arte, na La Sapienza de Roma. Pintora e artista plástica com participação em várias exposições individuais e coletivas, também traduziu muitas obras em farsi, entre as quais Afirma Pereira, Requiem e Os últimos três dias de Fernando Pessoa, de Antonio Tabucchi.

Gaëtan Martins de Oliveira

Nasceu em Luanda em 1944, filho de pai português e de mãe holandesa, viveu e estudou em Lisboa. Frequentou durante dois anos o Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras e durante alguns meses a Escola Superior de Belas Artes. Aos vinte anos começou a trabalhar para várias casas editoras, fazendo também traduções do francês e do italiano. Em 1978 a sua tradução de O castelo dos destinos cruzados de Italo Calvino obteve o Prémio de Tradução “Calouste Gulbenkian” da Academia das Ciências de Lisboa. Traduziu Arthur Rimbaud (Relógio d’Água, 1991), Gertrude Stein, Ignazio Silone, Margherite Yourcenar e o historiador de Arte Gaëtan Picon. De Antonio Tabucchi traduziu para a Dom Quixote os seguintes livros: Nocturno Indiano, Está a fazer-se cada vez mais tarde, Tristano morre, O tempo envelhece depressa, Piazza d’Italia, e ainda vários textos para catálogos de artistas plásticos.

Tadahiko Wada

Académico, estudioso da literatura e cultura italianas moderna e contemporânea, tradutor (de Italo Calvino, Umberto Eco e Antonio Tabucchi, entre outros) e crítico literário japonês, escreveu, entre outros, Nove scritti frammentari su Tabucchi (2016), a primeira monografia, no Japão, sobre o autor italiano. Tabucchi surge ainda como protagonista dos livros de Wada sobre Literatura comparada e Estudos de Tradução.

Moderação: Carlos Gumpert

 

Licenciado em Filologia Hispânica, é professor, escritor e tradutor espanhol – traduziu mais de uma centena de livros de autores italianos contemporâneos, entre os quais Antonio Tabucchi, Italo Calvino, Dario Fo ou Primo Levi. Além dos artigos regulares sobre Cutura Italiana, escreveu ainda algumas antologias sobre literatura espanhola e o livro Conversaciones con Antonio Tabucchi (1995).

10:50 – 11:20
Debate

11:20 – 11:40
Pausa

11:40 – 13:00
Estrelas variáveis. À descoberta de novas vias hermenêuticas [II]

Eleonora Conti

 

Italianista doutorada pela Sorbonne, de cuja equipa de Literatura e Cultura Italianas faz parte, é co-fundadora e redatora da revista eletrónica Bollettino '900. Co-autora do volume Il fantastico italiano. Bilancio critico e bibliografia commentata (de 1980 a hoje), coordenado por Stefano Lazzarin (2016), escreveu ensaios, notas e recensões sobre Ungaretti, Tabucchi, Savinio, Bontempelli, Elena Ferrante e a narrativa italiana contemporânea. Relativamente a Tabucchi, ocupou-se, em particular, da personagem, da relação entre a história e o fantástico, entre as crianças e a história.

Flavia Brizio-Skov

 

Doutorada em Literaturas Comparadas pela Universidade de Washington, é professora catedrática de Literatura Moderna e Cinema Italianos na Universidade do Tennessee. Além de vários artigos em revistas italianas, americanas, francesas, espanholas e portuguesas, escreveu, entre outras obras dedicadas à literatura e ao cinema, Antonio Tabucchi: navigazioni in un universo narrativo (2002), uma monografia sobre o autor italiano.

Giovanni Palmieri

 

Italianista de formação filológica e especialista no trabalho de Svevo e Gadda, também escreveu sobre Tabucchi, Gozzano, Boccaccio, Calvino e Pizzuto. É autor da edição comentada da Coscienza di Zeno (1994), das monografias Schmitz, Svevo, Zeno (1994) e La fuga e il pellegrinaggio. Carlo Emilio Gadda e i viaggi (2014) e da racolha de ensaios Svevo, Zeno e oltre (2016).

Perle Abbrugiati

Professora de literatura italiana na Universidade de Aix-Marseille, membro do Centro de Estudos Romanos de Aix, é autora da monografia Vers l’envers du rêve. Pérégrination dans l’œuvre d’Antonio Tabucchi (2011). Em 2007, organizou a convencção Ecos de Tabucchi, editando e publicando depois, num número especial da revista Italies, os autos da convenção. O seu percurso tabuquiano é também percetível nos estudos sobre a relação entre ironia e melancolia na literatura italiana, de Giacomo Leopardi até aos dias de hoje.

Moderação: Anna Dolfi

Professora de Literatura Moderna e Contemporânea na Universidade de Florença, reconhecida estudiosa do poeta Giacomo Leopardi, tem-se debruçado sobre a obra de Antonio Tabucchi, ao qual já dedicou, entre outros, dois livros – Antonio Tabucchi, la specularità, il rimorso (2006) e Gli oggetti e il tempo della saudade. Le storie inafferrabili di Antonio Tabucchi (2010). A ela se deve também a publicação, póstuma, do último livro de ensaios do escritor, Di tutto resta un poco. Letteratura e cinema (2013).

13:00 – 13:30
Debate

15:30 – 17:00
Cruzeiro do Sul. Portugal na obra de Tabucchi [II]

Roberto Francavilla

Professor de Literatura Portuguesa e Brasileira na Universidade de Génova, também lecionou na Universidade de Siena. Ex-bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do Instituto Camões, é crítico literário e tradutor de Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa e José Cardoso Pires, entre outros, com livros publicado sobre literatura portuguesa, brasileira, literaturas africanas em português e o volume Parole per Antonio Tabucchi (2012).

Nuno Júdice

Licenciado em Filologia Românica e doutorado em Literaturas Românicas Comparadas, foi docente universitário entre 1976 e 2015. Autor premiado de livros de poesia, de ficção, ensaio e teatro, traduzidos em várias línguas, foi ainda tradutor de outras obras de poesia e teatro. É atualmente diretor da revista literária Colóquio/Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian.

Moderação: António Mega Ferreira

Escritor, gestor e jornalista, António Mega Ferreira estudou Direito e Comunicação Social, foi diretor editorial do Círculo de Leitores, chefiou a candidatura de Lisboa à EXPO’98, da qual foi comissário executivo. Presidente da Fundação Centro Cultural de Belém entre 2006 e 2012, é atualmente diretor executivo da AMEC|Metropolitana. Entre ficção, ensaio, poesia e crónicas, tem cerca de quarenta obras publicadas, a última das quais é O Essencial sobre Dante Alighieri (2017).

17:00 – 17:20
Pausa

17:20 – 18:30
Leituras e Música [Escadaria da Zona de Congressos]
Jorge Silva Melo

Estudou na London Film School, tendo depois fundado e dirigido, com Luís Miguel Cintra, o Teatro da Cornucópia e os Artistas Unidos, de que é diretor artístico. Bolseiro da Fundação Gulbenkian, estagiou em Berlim junto de Peter Stein e em Milão junto de Giorgio Strehler. Ator, encenador e realizador de cinema e de vários documentários, é autor de uma dezena de peças de teatro. Traduziu ainda obras de Luigi Pirandello, Oscar Wilde, Bertolt Brecht, Georg Büchner, Michelangelo Antonioni  Pier Paolo Pasolini.

Fabrizio Gifuni

Ator consagrado (e sobejamente premiado) no panorama teatral e cinematográfico italiano, foi ideólogo e interprete de vários projetos teatrais, entre os quais o Gadda e Pasolini, antibiografia di una nazione, dirigido por Giuseppe Bertolucci. Desde que se formou na Academia Nacional de Arte Dramática Silvio D'Amico, em 1992, participou em mais de 25 peças de teatro e três dezenas de filmes, entre os quais Hannibal, de Ridley Scott e L'amore probabilmente, de Bertolucci.

Carlos Martins

Nasceu em 1961 em Grândola, Alentejo. É saxofonista e compositor. Estudou música contemporânea, composição e saxofone em Lisboa, Barcelona e Nova Iorque. Foi professor no Conservatório Nacional de Lisboa, na Escola de Jazz do Hot Club de Portugal e no New Jersey Performing Arts Center. Fazendo do jazz a sua atividade principal, manteve uma forte ligação à música erudita e desenvolveu uma carreira em vários domínios musicais, tendo trabalhado com artistas das mais diversas áreas. É professor convidado de improvisação musical no Conservatório Nacional de Lisboa desde 2014. É o diretor artístico da Festa do Jazz e do Lisboa Mistura, um projecto artístico multi-disciplinar iniciado em 2006 e do projeto interdisciplinar de artes performativas Modo Portátil- Cidadania em Acção em colaboração com a CML. Fundou e é presidente e diretor artístico da Associação Sons da Lusofonia. É membro consultor da Europe Jazz Network, com a qual organizará a Conferencia Europeia de Jazz em Lisboa, no CCB, ainda este ano.

Carlos Barretto

 

Tirou o curso no Conservatório de Lisboa e especializou-se em música erudita em Viena de Áustria, após o que decide dedicar-se à música improvisada. Instala-se em Paris, a partir da qual trabalha com grandes nomes do jazz e atua nos mais prestigiados festivais por toda a Europa. De regresso a Portugal, lança-se em projetos como líder e compositor, tendo gravado 9 CD's em nome próprio e colaborado em outras vinte obras.


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