Sinfonia Incompleta de Schubert

Orquestra Gulbenkian / Raphaël Pichon

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Enquanto contratenor, Raphaël Pichon foi dirigido por vultos como Jordi Savall, Gustav Leonhardt ou Ton Koopman. No entanto, rapidamente conquistaria o seu espaço na direção musical ao fundar, em 2006, o ensemble barroco Pygmalion. Foi na liderança desta formação, dedicada a interpretações de época, que o maestro francês granjeou a reputação que o afirmaria como um dos mais respeitados especialistas na obra de J. S. Bach. A sua cuidada abordagem dramatúrgica dos concertos levá-lo-ia também a tornar-se assíduo no Festival d’Aix-en-Provence, tendo trabalhado com encenadores de topo como Katie Mitchell e Romeo Castellucci. Hoje é, sem dúvida, um dos mais entusiasmantes maestros da música europeia.


Programa

Orquestra Gulbenkian
Raphaël Pichon Maestro
Konstantin Krimmel Barítono
Sofia Silva Sousa Viola

Paul Hindemith
Trauermusik (Marcha Fúnebre)
Para viola e orquestra de cordas

Frank Martin
6 Monólogos de “Jedermann” para barítono e orquestra

Franz Schubert
Sinfonia n.º 8, em Si menor, “Incompleta”

Johann Sebastian Bach
Ich habe genug, BWV 82 para barítono e orquestra


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