Já tenho saudades!

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Data

  • 12:00 / Cancelado 12:00 / Esgotado 12:00 – 12:30
  • 12:30 / Cancelado 12:30 / Esgotado 12:30 – 13:00
  • 15:30 / Cancelado 15:30 / Esgotado 15:30 – 16:00
  • 16:00 / Cancelado 16:00 / Esgotado 16:00 – 16:30
  • 16:30 / Cancelado 16:30 / Esgotado 16:30 – 17:00
  • 18:00 / Cancelado 18:00 / Esgotado 18:00 – 18:30

Local

Museu Calouste Gulbenkian Ponto de encontro: Átrio

Para nos despedirmos do Museu Gulbenkian, convidámos os mediadores que melhor conhecem a coleção para partilharem as obras de que gostam mais e de que vão ter mais saudades.

Escolha a visita que mais lhe interessa, entre as várias visitas para famílias e as destinadas aos adultos.

Visita com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Fim de semana Museu Gulbenkian

Vamos celebrar a nossa Coleção, que regressa em 2026 num museu renovado, com um programa gratuito de visitas, oficinas e um concerto. Saber mais

Idioma: Português

Programa

11:30 – 12:00 / Que corra tudo bem!

Muitos objetos criados na China Antiga tinham significados especiais e no Museu Gulbenkian encontramos um extraordinário ceptro Ruyi que é um desses casos! Um Ruyi transmite sentimentos de amor, desejos de felicidade e votos para “que tudo corra bem”! Venha conhecer este objeto e descobrir a tradição homofónica dos antigos padrões decorativos chineses!
M/16
Run Jiang

12:00 – 12:30 / Geometria e flores na Arte Islâmica!

Uma flor, muitas flores, um jardim, múltiplos jardins... As flores são uma constante nas obras de arte islâmica e organizam-se em estruturas geométricas variadas... Polígonos, rotações, translações, simetrias e harmonias serão pontos de partida de uma visita para famílias que tem início numa flor de dez pétalas e termina num jardim ao luar!
M/8
Rita Cortez Pinto

12:30 – 13:00 / Os amigos dos amigos!

Um retrato de Camille Monet feito por Auguste Renoir durante uma estadia do artista na casa do casal Monet; e um retrato de Henry Michél-Levy pintado por Edgar Degas no seu atelier. Duas obras que revelam tanto sobre o Impressionismo e os seus círculos de artistas. Artistas que partilhavam fascínios comuns, como a vida mundana e a representação da realidade fugaz; a paisagem e as impressões da atmosfera; a incessante busca pela luz, cor e sensação de movimento...
M/16
Andreia Coutinho

15:30 – 16:00 / Vivo como o sol

O que terão em comum uma máscara dourada, um amuleto em forma de escaravelho e uma deusa alada? São objetos do Antigo Egipto que evocam ciclos do tempo e lugares que não se veem... Falam de contagens e pesagens misteriosas, de metamorfoses milagrosas, da luz e das trevas, da vida e da morte. Um brinde à Eternidade!
M/16
Raquel Feliciano

16:00 – 16:30 / A Libélula, de René Lalique

Uma das mais famosas joias do período da Arte Nova pertence à Coleção Gulbenkian e está exposta no Museu, numa sala dedicada inteiramente ao seu autor: o artista francês René Lalique. Mestre vidreiro, vitralista, joalheiro e ourives, Lalique inspirava-se na natureza para imaginar as suas fantásticas obras. Gulbenkian considerava-o um génio e tornou-se o seu principal mecenas. Nesta visita ficamos a saber como Lalique e Gulbenkian, criador e colecionador, contribuíram decisivamente para o surgimento do conceito contemporâneo de joia enquanto obra de arte.
M/16
Carlos Carrilho

16:30 – 17:00 / Que mistérios esconde a Sagrada Família?

A Sagrada Família é um tema muito comum na pintura europeia. Em 1505, quando o artista Vittore Carpaccio pintou a Sagrada Família que Gulbenkian viria a comprar, era um tema relativamente recente. Esta pintura apresenta singularidades que desafiam o imaginário coletivo e provocam estranheza. Descubra-as, em família, nesta surpreendente visita.
M/6
Cristina Campos

18:00 – 18:30 / À deriva com Turner

Poderá uma pintura do século XIX iluminar questões urgentes do nosso tempo? Nos 250 anos do nascimento do pintor inglês William Turner e através da sua obra "Naufrágio de um Cargueiro", questionamos o que estas águas revoltas nos dizem hoje sobre deslocamento, sobrevivência e o impacto das tempestades – reais e simbólicas – que atravessamos.
M/16
Joana Simões Piedade

Ficha técnica

Conceção e orientação

Andreia Coutinho
Carlos Carrilho
Cristina Campos
Joana Simões Piedade
Raquel Feliciano
Rita Cortez Pinto
Run Jiang

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.

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