Festival Jovens Músicos
Concerto com Jovem Músico do Ano 2023
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Data
- 21:00 / Cancelado 21:00 / Esgotado quarta, 21:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian- Maestro
- Harpa
- Nuno Inácio Flauta
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Orquestra Metropolitana de Lisboa
A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) mantém uma programação regular desde 1992. Os seus músicos asseguram uma intensa atividade que se distingue pela qualidade e pela versatilidade, o que permite abordar repertórios diversos, criar novos públicos e afirmar o caráter inovador do projeto AMEC | Metropolitana, do qual esta orquestra é a face mais visível.
Desde o seu início, a OML afirmou-se como uma referência incontornável do panorama orquestral nacional. Apesar de estar sedeada em Lisboa, apresenta anualmente uma temporada com quase duas centenas de atuações que estendem a sua ação a 12 dos 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, com programações regulares junto de várias autarquias e deslocações frequentes a cidades de todo o país. Com espírito de participação cívica, a OML apresenta-se frequentemente em eventos públicos relevantes, tais como o festival Dias da Música que tem lugar todos os anos no Centro Cultural de Belém. Nos programas sinfónicos, jovens intérpretes da Academia Nacional Superior de Orquestra juntam-se à sua constituição base, a qual já integra, em si mesma, vários músicos formados nesta escola. Manifesta-se deste modo a importância que a Metropolitana confia na ponte entre a prática e o ensino da música. Este desígnio, que distingue a sua identidade, é um exemplo único no contexto musical português e raro no panorama internacional.
A OML gravou mais de uma dezena de álbuns – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics. Ao longo do seu historial, colaborou com inúmeros maestros e solistas de grande reputação nacional e internacional, de que são exemplos os maestros Pablo Heras-Casado, Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Michael Zilm, Emilio Pomàrico, Nicholas Kraemer, Leonardo García Alarcón, Hans-Christoph Rademann, Victor Yampolsky, Joana Carneiro, Pedro Amaral e Pedro Neves, ou os solistas Monserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, José Cura, José Carreras, Felicity Lott, Elisabete Matos, Leon Fleisher, Maria João Pires, Artur Pizarro, Sequeira Costa, António Rosado, Jorge Moyano, Natalia Gutman, Gerardo Ribeiro, Anabela Chaves, António Menezes, Enrico Onofri, Sol Gabetta, Michel Portal, Marlis Petersen, Dietrich Henschel e Mark Padmore, entre outros. A Direção Artística da Orquestra Metropolitana de Lisboa é, desde 2013, assegurada por Pedro Amaral que, desde 2018, acumula as funções de Maestro Titular.
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Miguel Sepúlveda
Maestro
Miguel Sepúlveda iniciou a temporada 2025/26 com estreias no Concertgebouw de Amesterdão, com a Orquestra Filarmónica de Roterdão, e nos concertos de assinatura da Filarmónica de Dresden. Ainda na presente temporada, dirige a Filarmónica de Los Angeles em vários concertos.
Em junho de 2025, Miguel Spúlveda foi um dos vencedores (ex-aequo) do Grande Prémio no Concurso Internacional de Direção de Roterdão. O júri atribuiu-lhe ainda os prémios de Ópera e de Música Contemporânea, enquanto os músicos da Filarmónica de Roterdão e da Orquestra do Século XVIII o elegeram como o seu candidato preferido nas rondas Sinfónica e Clássica. Anteriormente, fora semifinalista no Concurso de Direção Malko de 2024.
Miguel Spúlveda nasceu em Lisboa em 1998. Estudou com Jean-Marc Burfin e concluiu o seu mestrado no Royal Northern College of Music, em Manchester. Desde então, dirigiu a Filarmónica da BBC, a Sinfónica Escocesa da BBC, a Manchester Camerata, a Münchener Kammerorchester e a Sinfónica do Porto, entre outras orquestras. Em setembro de 2024, foi nomeado o primeiro Runnicles Fellow da Filarmónica de Dresden e, em março de 2025, foi nomeado Dudamel Fellow da Filarmónica de Los Angeles.
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Beatriz Cortesão
Harpa
Primeira harpista a ganhar o prémio Jovem Músico do Ano, no concurso nacional Prémio Jovens Músicos, a portuguesa e "virtuosa harpista" Beatriz Cortesão tem vindo a cativar o público com a sua "energia contagiosa" complementada por uma "técnica impressionante" (Harp Column). Entre os seus diversos prémios internacionais salienta-se o Prémio Mario Falcão no 21.º Concurso Internacional de Harpa, em Israel.
Enquanto solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfónica de Jerusalém, a Orquestra Gulbenkian, a Real Filarmonia da Galiza e a Orquestra Clássica do Centro. Estreou a obra Hybris, para harpa solo e orquestra, de Alejandro Civilotti, no Noia Harp Fest (Espanha, 2023), e o Trio, para flauta, viola e harpa, de Clotilde Rosa, com o Lisbon Ensemble 20/21 (Portugal, 2020). Foi também a harpista na estreia nacional de Transparent(e), para flauta, viola e harpa, de H. Vasco Reis (Portugal, 2020).
Beatriz Cortesão gravou com o Ensemble D’Arcos os álbuns Tremor (2021) e Time Stands Still (2020), de Nuno Côrte-Real, e é a cofundadora do duo de harpas AnimArpa, com Carolina Coimbra. Colabora regularmente com António Victorino D’Almeida, nomeadamente no projeto "Gaudeamus - Ciclo de Canções para a Europa", para soprano e orquestra de câmara.
Em recital, apresentou-se em Israel, Itália, Portugal, Rússia, Eslovénia, Espanha e Suíça. Ganhou a audição para o lugar de harpista da Accademia Teatro Alla Scala, em Milão (temporada 2023-2024). Em 2020-2021, foi harpista da Orquestra de Jovens da União Europeia.
Beatriz Cortesão é convidada regularmente para desempenhar o papel de júri em concursos nacionais e internacionais de harpa. É membro do Conselho da Associação Portuguesa de Harpa e membro da Associação À Corda. Estudou harpa desde jovem com Eleonor Picas, Beatrix Schmidt, Rita Campos e Erica Versace. Desde 2012, a academia HarpMasters desempenhou um papel vital no desenvolvimento das suas capacidades, assim como no seu crescimento pessoal e artístico. Possui os títulos de Licenciatura e Mestrado em Performance da Música, com ad mais altas distinções, da Civica Scuola di Musica Claudio Abbado, onde estudou na classe de Irina Zingg.
Wolfgang Amadeus Mozart
Fernando Lopes-Graça
Sergei Prokofiev
A Gulbenkian Música volta a associar-se à RTP – Antena 2 para receber a 37.ª edição do Festival Jovens Músicos, que decorre ao longo de dois dias na Fundação Gulbenkian. O festival dará a conhecer os artistas laureados nas diversas categorias a concurso e consagrará o “Jovem Músico do Ano”. A programação inclui uma participação da Orquestra Gulbenkian, um concerto da Orquestra Gulbenkian, recitais com agrupamentos e solistas convidados, conferências e masterclasses.
Parceiro
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.