Colóquio ao Vivo
A Arte da Crítica
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Data
- 09:30 / Cancelado 09:30 / Esgotado sexta, 09:30
- 10:00 / Cancelado 10:00 / Esgotado sábado, 10:00
Local
Auditório 2 Fundação Calouste GulbenkianPreço
- Entrada livre
O colóquio da Colóquio tem como principais intuitos festejar a vida longa da revista e promover a discussão acerca do exercício da arte da crítica literária tal como tem sido praticado em tempos recentes nas revistas e jornais mais relevantes a nível mundial, em edições impressas, digitais ou em podcasts especializados.
Ao longo de dois dias, o programa reunirá, em mesas-redondas, conversas e conferências, escritores e críticos de referência, como Brian Dillon, Djaimilia Pereira de Almeida, James Elkins, João Moreira Salles, Miguel Esteves Cardoso, Maria Filomena Molder e Olivia Elkaim, entre outros.
Estarão também representadas algumas das mais relevantes revistas nacionais e internacionais dedicadas à crítica literária e cultural: Piauí (BR), 451 (BR), Electra(PT), London Review of Books (UK) e Le Monde des Livres (FR).
O evento inclui momentos de homenagem à poeta e jornalista são-tomense Conceição Lima (1961-2026) e ao escritor, pensador e crítico de arte inglês John Berger (1926–2017), cuja obra inspirou os títulos das sessões.
O primeiro dia termina com um concerto de Maria Reis.
O evento decorre em português, inglês e francês, com tradução simultânea. Será transmitido em direto (sem tradução) e estará disponível nesta página.
Publicações
Participantes
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Ana Paula Tavares
Historiadora, mestre em Literaturas Brasileiras e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e doutorada em Antropologia da História. Coordenadora do grupo de investigação de Culturas e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, colabora ainda com o Arquivo Histórico Nacional de Angola e com a RDP-África. Sobretudo conhecida como poeta, tem publicados vários estudos sobre a história e a literatura de Angola e está presente em diversas antologias poéticas internacionais.
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André Petry
Jornalista. Começou sua carreira jornalística na década de 1980. Trabalhou como repórter do Diário Popular, no Rio Grande do Sul, o seu estado natal. Depois de três anos, transferiu-se para Brasília, onde trabalhou como editor internacional do Correio Braziliense, o principal diário da capital. Nos anos 1990, entrou para a Veja, a maior revista semanal do Brasil. Foi editor de política, chefe da sucursal de Brasília, colunista de política durante quatro anos e correspondente em Nova Iorque. Em 2016, assumiu a direção de redação da revista. Em 2020, tornou-se diretor de redação da revista piauí, cargo que ocupa até hoje.
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António Araújo
Licenciado e mestre em Direito Público pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutor em História Contemporânea pela Universidade Católica Portuguesa. Assessor do Tribunal Constitucional, foi consultor político dos presidentes Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa. Administrador executivo e diretor de publicações da Fundação Francisco Manuel dos Santos, curador da Fundação Casa de Mateus e vogal da direção do Centro Português de Fundações. Autor de dezenas de artigos e mais de 20 livros sobre Direito Constitucional, Ciência Política, História Política e Cultural, o último dos quais Portugal Refractário – Um país entre o imobilismo e a mudança (2026), em coautoria com o fotógrafo Duarte Belo.
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António de Castro Caeiro
Professor de Filosofia Antiga e Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, organiza seminários de tradução do grego, latim e alemão. Foi visitante na Albert Ludwig Universität (Alemanha), na Universidade de São Paulo (Brasil), na University of South Florida (EUA) e no Oriel College, University of Oxford (Reino Unido). Traduziu a Ética a Nicómaco de Aristóteles (7.ª edição; 1.ª ed. 2004) e é autor dos livros O que é a filosofia? (Tinta-da-China, 2023), que venceu o Prémio de Ensaio 2024 da Sociedade Portuguesa de Filosofia, e Sobre os Sentimentos (Tinta-da-China, 2026). É responsável por cursos públicos no CCB, como O que é a filosofia?, Sobre os sentimentos e A verdade da mentira, com podcasts disponíveis no Spotify.
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António M. Feijó
Presidente do Conselho de Administração da Fundação Gulbenkian desde maio de 2022 e professor emérito da Universidade de Lisboa, de cuja Faculdade de Letras foi diretor. Foi vice-reitor e pró-reitor da Universidade, diretor da Imprensa da Universidade e da sua revista. É autor de livros e ensaios sobre literatura inglesa, americana e portuguesa, bem como de traduções e dramaturgias.
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Brian Dillon
Escritor. Entre os seus livros contam-se Ambivalence, Affinities, Essayism, The Great Explosion (nomeado para o Prémio Ondaatje), Objects in This Mirror: Essays, I Am Sitting in a Room, Sanctuary, Tormented Hope: Nine Hypochondriac Lives (nomeado para o Prémio Wellcome Book) e In the Dark Room, que ganhou o Prémio Irlandês do Livro na categoria de não-ficção. Os seus textos foram publicados no Guardian, New York Times, London Review of Books, The New Yorker, New York Review of Books, frieze e Artforum. Foi curador de exposições nas galerias Tate e Hayward.
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Carlos Vaz Marques
Jornalista, editor, tradutor, escritor. Frequentou o curso de Línguas e Literaturas Modernas – variante Português/Francês, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Iniciou-se no jornalismo na redação do JL — Jornal de Letras, Artes e Ideias, tendo passado também pela redação do semanário O Jornal. Integrou a redação da TSF de 1990 a 2021. Tem colaborado em diversos jornais e revistas, como DNa, Ler, JL, Visão, Pública, Focus, Grande Reportagem, Elle. Atualmente, dirige a editora Zigurate, coordena a coleção de Literatura de Viagens da Tinta-da-China e modera o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
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Clare Bucknell
Membro do All Souls College, em Oxford. É autora de The Treasuries: Poetry Anthologies and the Making of British Culture (2023). Os seus ensaios e críticas foram publicados na London Review of Books, onde é editora colaboradora, na New York Review of Books, na Harper’s Magazine, na The New Yorker, na Granta e na Apollo. É coapresentadora de dois podcasts da série «Close Readings» da LRB: «On Satire» e «Novel Approaches».
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Djaimilia Pereira de Almeida
Escritora. Os seus livros—entre os quais se destacam Três Histórias de Esquecimento, Toda a ferida é uma beleza e Livro da Doença—estão publicados em 17 países. Recebeu o prémio Oceanos e o Grande Prémio de Romance e Novela da APE, entre outras distinções. Escreveu em diversas publicações, como serrote, Folha de S.Paulo, The New York Times, Neue Zürcher Zeitung, Common Knowledge, Granta, Lit Hub, Words Without Borders, Brotéria, Contemporânea, la Repubblica, entre várias outras. É colunista do Observador, da Quatro Cinco Um e da ZUM, a revista de fotografia do Instituto Moreira Salles.
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Gareth Evans
Escritor, editor, produtor de cinema e eventos, consultor criativo e apresentador. Trabalha em projetos especiais para a London Review of Books e é curador e apresentador da série «Screen at Home». É cocurador e apresentador de palestras no «Poetry International» do Southbank Centre e nos festivais anuais de Suffolk, «First Light» e «Flipside». Recentemente, foi coautor do filme Wayfaring Stranger, produziu Schneewittchen e foi cocurador da exposição Dormitorium: the Film Décors of the Quay Brothers na Swedenborg House. De 2012 a 2023, foi curador adjunto de imagem em movimento na Whitechapel Gallery.
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Gladys Marivat
Jornalista francesa, licenciada em Literatura, Ciências Políticas e Jornalismo. Desde 2008, trabalha para a rádio, a televisão e a imprensa escrita, nomeadamente para a revista Lire Magazine e o jornal Le Monde des Livres, para os quais cobre, em particular, as literaturas do continente africano e das suas diásporas, bem como a lusofonia. Depois de ter sido programadora na feira «Livre Paris» e no Salão do Livro de Genebra, é atualmente responsável pela programação de literatura e cinema no Palais de la Porte Dorée – Museu Nacional da História da Imigração, em Paris.
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Isabel Pires de Lima
Professora catedrática e emérita da Universidade do Porto, é investigadora nas áreas da Literatura Portuguesa e Comparada e dos Estudos Interartísticos. Licenciada em Filologia Românica e doutora em Literatura Portuguesa, dedicou a sua carreira académica aos estudos literários em torno de autores clássicos e contemporâneos. É especialista na obra de Eça de Queirós. Autora de várias publicações, foi curadora da exposição «Tudo o que tenho no saco»: Eça e Os Maias, na Fundação Calouste Gulbenkian. Integrou painéis de avaliação de diversos prémios literários, incluindo o Prémio Camões. Paralelamente, integrou os Conselhos Administração de instituições como a Fundação Eça de Queirós e a Fundação de Serralves. Foi deputada à Assembleia da República e incorporou o Conselho Nacional de Educação. Foi ministra da Cultura no XVII Governo Constitucional.
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James Elkins
Licenciado em Inglês e História da Arte, mestre em Pintura e História da Arte, doutor em História da Arte. É professor no Departamento de História da Arte, Teoria e Crítica no Instituto de Arte de Chicago. A sua produção académica centra-se na história e na teoria das imagens na arte, na ciência e na natureza. Entre os seus livros mais recentes destaca-se What Photography Is, escrito em contraponto a Camera Lucida, de Roland Barthes, Artists with PhDs eArt Critiques: A Guide.
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Joana Matos Frias
Professora de Literatura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa—onde exerce também o cargo de diretora do Departamento de Literaturas Românicas—, e membro do Projeto Estranhar Pessoa. A sua atividade crítica tem-se repartido por um grande número de criadores, especialmente portugueses e brasileiros. Entre os seus livros de ensaios publicados, destacam-se O Murmúrio das Imagens (2 vols., 2018) e Oscilações (poesia em todos os sentidos), de 2023. É, desde junho de 2025, diretora da revista Colóquio.
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João Moreira Salles
Documentarista e fundador da revista piauí. Realizou, entre outros, Notícias de uma guerra particular, Santiago, Nelson Freire e No intenso agora. Mais recentemente, publicou «Arrabalde», uma série de sete reportagens sobre seu período na Amazónia, e, em parceria com o coletivo Lakapoy e Louise Botkay, realizou o documentário Minha Terra Estrangeira.
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José Manuel dos Santos
Escritor, curador e gestor cultural. Autor de poesia, ficção e ensaio, é diretor da revista Electra. Membro dos conselhos de Administração da Fundação EDP e da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, é diretor da Trienal de Arquitectura de Lisboa. Integra o conselho editorial da Imprensa Nacional e o conselho de Curadores do Museu Nacional de Arte Antiga. É membro Efectivo da Academia Nacional de Belas Artes. Foi diretor do Museu da Electricidade, administrador da Casa da Música e assessor cultural dos Presidentes da República Mário Soares e Jorge Sampaio. Integrou ainda as comissões organizadoras dos centenários de Sophia de Mello Breyner Andresen, Mário Cesariny e Mário Soares. Colabora regularmente na comunicação social.
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Maria Filomena Molder
Professora Jubilada da Universidade Nova de Lisboa. Os seus interesses filosóficos orientam-se para questões estéticas relativas à poesia e à arte. Desde o início tentou mostrar a fertilidade proporcionada pelas questões estéticas para a compreensão do que a filosofia possa ser.
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Maria Reis
Cofundadora do colectivo e editora Cafetra, a artista começou desde bem cedo a revelar uma apetência inata para a escrita de canções, em particular com a banda Pega Monstro. Após o hiato desta em 2018, tem trabalhado a solo. Após um primeiro EP—Maria—lançado em 2017, foi em 2019 que deu definitivo arranque à sua música em nome próprio com o lançamento do celebrado Chove na Sala, Água nos Olhos. Dois anos mais tarde, no seguimento de uma série de aparições ao vivo, grava Flor da Urtiga com produção de Noah Lennox tcp Panda Bear. Benefício da Dúvida, de 2022, assume uma produção mais despida, assente em arranjos simples, e conta com a participação da sua irmã Júlia e produção de Leonardo Bindilatti. Maria Reis regressa às edições com Suspiro…, álbum criado em estreita colaboração com Tomé Silva, captado na intimidade do seu quarto.
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Mariana Pinto dos Santos
Historiadora da arte e curadora. É investigadora e subdiretora do Instituto de História da Arte e professora no Departamento de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCSH). É membro da Direção Plenária do Laboratório Associado IN2PAST. Coordena o Centro de Estudos e Documentação Almada Negreiros – Sarah Affonso na NOVA FCSH e é editora das Edições do Saguão.
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Miguel Esteves Cardoso
Licenciou-se e doutorou-se em filosofia política na Universidade de Manchester. Seguiu para o Instituto de Ciências Sociais, onde foi investigador. Em 1988 saiu da vida académica e lançou O Independente com Paulo Portas. Estudou em Oxford com Derek Parfit. Começou a escrever em jornais em 1975. Escreve uma crónica diária no Público desde 2009. Publicou os primeiros livros no princípio dos anos 80: Escrítica Pop e A Causa das Coisas. Os mais recentes são Afinal o apocalipse não é para já (2026) e Como escrever (2024).
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Miguel Magalhães
Diretor do Programa Gulbenkian Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2021. Licenciado em Direito (Universidade Católica Portuguesa, Porto), fez um Master em Arts Management (City University, Londres) e integrou o Advanced Management Program na escola de negócios INSEAD (Fontainebleau, França). Começou o percurso profissional no Teatro Nacional de S. João, onde foi assessor da direção administrativa e financeira, e foi diretor artístico do Casino da Póvoa. Colabora com a Fundação Gulbenkian desde 2005, onde foi assistente de direção nos programas Estado do Mundo, Distância e Proximidade e Próximo Futuro. Esteve na Delegação em França da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2011 e 2021, tendo desempenhado as funções de diretor a partir de 2017.
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Miguel Tamen
Diretor do Gulbenkian Institute for Advanced Study e professor de Teoria da Literatura na Universidade de Lisboa. É doutorado em Literatura Comparada pela Universidade do Minnesota e licenciado pela Universidade de Lisboa. Foi professor visitante e senior fellow no National Humanities Center, no Stanford Humanities Center, na Universidade de Stanford e na Universidade de Chicago, entre outros. Foi também diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
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Norma Clarke
Professora emérita (Universidade de Kingston, Londres), tem uma vasta produção em vários géneros: história literária, biografia, memórias e ficção. Sempre empenhada em alcançar um público alargado, escreve regularmente críticas para o Times Literary Supplement e a Literary Review, além de colaborar com outras revistas.
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Olivia Elkaim
Jornalista e autora de vários romances e contos aclamados pela crítica. Desenvolveu uma obra que entrelaça a história pessoal, a memória familiar e as convulsões da história. A sua escrita, exigente mas acessível, explora os temas da transmissão e da identidade. A profissão de jornalista confere à sua escrita uma perspetiva sobre a realidade. É convidada habitual em festivais literários e eventos dedicados à literatura contemporânea. O seu último romance, publicado em 2026, retratava a vida da mãe do escritor Georges Perec, intitulado O Desaparecimento das Coisas.
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Paulo Werneck
Fundador e diretor de redação da revista Quatro Cinco Um e apresentador do podcast 451 MHz. Editor de livros, tradutor literário e jornalista, foi curador da Flip entre 2014 e 2016 e editor do suplemento Ilustríssima, da Folha de S.Paulo, entre 2010 e 2013. É um dos idealizadores e organizadores d’A Feira do Livro, festival literário realizado em São Paulo.
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Raphaëlle Leyris
Estudou clássicos e jornalismo antes de começar a trabalhar como jornalista — para a revista Paris Match — e como crítica literária — para a revista Les Inrockuptibles — em 2003. Após um breve desvio pela imprensa feminina, foi contratada pelo Le Monde em 2011, como editora-chefe adjunta especializada em literatura (tanto francesa como traduzida) para o suplemento literário semanal Le Monde des livres. Manteve este cargo até 2023, altura em que pediu para deixar a parte de gestão e organização do seu trabalho, a fim de se dedicar à leitura e à escrita.
Programa
09:30 / Abertura
10:00 / Afinidades e Ensaísmo
11:15 / Modos de ler
14:30 / Modos de escrever
15:30 / Modos de pensar
— Intervalo de 30 min —17:00 / O Desaparecimento das Coisas
18:30 / Modos de ouvir
10:00 / Modos de ver
— Intervalo de 30 min —11:30 / Sobre o Olhar: John Berger X 100
15:00 / Notícias da Colóquio
15:30 / Conceição Lima, in memoriam
— Intervalo de 15 min —16:30 / Modos de dizer
18:30 / Modos de arreliar
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.