Bruno Zhu. Belas Artes

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Data

28 fev – 27 jul 2026
  • sáb,
  • Encerra Terça

Local

Espaço Projeto Centro de Arte Moderna Gulbenkian

Preço

Entrada gratuita
Mediante levantamento de bilhete no próprio dia.
Na exposição «Belas Artes», Bruno Zhu confronta discursos de poder inerentes à prática museológica, através da sua marcante abordagem conceptual.

Influenciada pelo design de moda, pela edição e pela cenografia, a obra de Bruno Zhu (Porto, 1991) parte do objeto para explorar noções de autonomia, autoria, consumo e poder. Em Belas Artes, o artista reflete sobre colecionismo, formas de expor e o papel dos museus enquanto agentes de produção de valor artístico.

Nesta instalação, o visitante é surpreendido com uma sucessão de quatro espaços interconectados, totalmente distintos entre si. Três destes espaços apresentam uma seleção de obras da Coleção do CAM.

A exposição insere-se numa linha de programação do CAM dedicada a dinamizar a sua Coleção, convidando artistas a interagir com ela e a criar novas leituras. Neste caso, Bruno Zhu centra-se na desconstrução das hierarquias de poder e gosto que estruturam práticas museológicas.

Belas Artes segue as instruções detalhadas no acordo escrito apresentado em License to Live, um projeto encomendado pela Chisenhale Gallery, em Londres. O documento discrimina passo a passo o design da exposição, abrangendo as cores, a forma como se instalam as obras, a ornamentação e a orientação.

É acompanhada pela publicação Fiction Non Fiction: Volume 2, coeditada com a Bierke Verlag, que reúne textos da crítica literária e das ciências sociais e humanas.

A Biblioteca de Arte Gulbenkian integrou no seu acervo um conjunto de publicações que reflete as práticas artísticas de Bruno Zhu ao longo dos últimos anos.

O acesso à exposição poderá apresentar algumas limitações de circulação. A nossa equipa estará disponível para qualquer esclarecimento ou apoio durante a visita.

 

“O projeto resulta numa mostra composta por quatro salas surpreendentes. O que nos propõe é uma viagem labiríntica, uma entrada e circulação numa casa onde cada sala nos reserva, simultaneamente, uma surpresa e uma possibilidade reflexiva a partir dela.”

– Expresso

Publicações


Biografias


Ficha técnica

Conceção

Bruno Zhu
Em colaboração com a equipa do CAM

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.

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