Apresentação do livro «corpoemcadeia: arte, prisão e gestalt»
Feira do Livro de Lisboa
Slider de Eventos
Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado sexta, 20:00
Local
Praça VermelhaFeira do Livro de Lisboa
corpoemcadeia é um projeto artístico que combina a prática da dança com a psicoterapia Gestalt, desenvolvido em contexto prisional. Esta publicação acompanha o período de 2019 a 2022, que decorreu no Estabelecimento Prisional do Linhó, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
O projeto procurou promover o acesso à cultura e apoiar processos de reintegração psicossocial junto de pessoas em situação de privação de liberdade.
Esta conversa na Feira do Livro conta com a participação da autora, Catarina Câmara, e da jornalista Ana Cristina Pereira. Neste dia, a publicação será o Livro do Dia na banca da Fundação Gulbenkian.
Biografias
-
Ana Cristina Pereira
Ana Cristina Pereira é repórter do Público e dedica-se a temas de direitos humanos e exclusão social, incluído em contexto prisional. Autora de séries jornalísticas de grande fôlego, escreveu vários livros, com destaque para Movimento Perpétuo (2016), Mulheres da minha ilha, mulheres do meu país (2022) e Portugueses ciganos (2026). Também escreveu peças de teatro documental e está a desenvolver projectos de documentário e podcast narrativo.
-
Catarina Câmara
Catarina Câmara (1975) é bailarina/performer, coreógrafa, ativista social e investigadora colaboradora do Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Direito de Lisboa. Licenciou-se em Direito (FDUL), em Dança (ESD-IPL) e é counselor em Psicoterapia Gestalt pelo Instituto Gestalt de Florença. O seu trabalho explora campos de tensão e diálogo entre as práticas artísticas, a reinserção social e o direito penal, cruzando áreas como a dança, a Gestalt e a justiça restaurativa. Desenvolve metodologias artísticas e participativas aplicadas em diferentes contextos institucionais e participa regularmente em conferências e festivais, contribuindo para o debate sobre o sistema prisional e alternativas ao sistema de justiça tradicional.
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.