Quando a rua é verbo
Lúcia Baronesa e Eva Rap Diva
Slider de Eventos
Data
- 18:00 / Cancelado 18:00 / Esgotado sábado, 18:00
Local
Sala 1 Fundação Calouste GulbenkianHá corpos que aprendem cedo a falar alto. Lúcia Baronesa e Eva Rap Diva rasgaram o silêncio com força, inteligência e presença. Através das suas histórias, mergulhamos em temas como representatividade, feminismo interseccional e justiça social, sempre com a rua como cenário e o microfone como instrumento de libertação. Nesta conversa, falam sobre como o Hip Hop pode ser uma escola de pensamento crítico, de afirmação e de pertença.
Sobre o ciclo de conversas
Seguindo uma lógica de programação mais virada para o movimento Hip Hop, um movimento contracultura que nasce como expressão da insatisfação, rebeldia e contestação dos corpos periféricos, e, tendo em conta os eventos mais recentes, que trouxeram para a esfera pública a discussão sobre o direito à dignidade e à habitação, pensei neste ciclo de conversas como um lugar de intervenção dos novos construtores de uma ideia de comunidade que rompe com o estigma que recai sobre os Bairros e as suas Gentes.
Jardim de Verão 2025
Este evento faz parte do Jardim de Verão 2025, um festival de entrada gratuita com concertos, DJ sets, conversas, filmes e dança. Saber mais
Oradores
-

Eva Rap Diva
Deputada à Assembleia da República (2025), artista, locutora de rádio, empreendedora e ativista luso-angolana, Eva Cruzeiro é reconhecida pelo seu percurso como Eva Rap Diva, uma das vozes mais influentes do Hip Hop nos PALOP e vencedora de vários prémios. Construiu um percurso multifacetado que alia arte, comunicação e intervenção social. Com mais de 12 anos de experiência em rádio, é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, com uma pós-graduação em Gestão Financeira, e está a concluir um mestrado em Global Development na SOAS University of London.
-

Lúcia Baronesa
Artista, capoeira, antropóloga, mediadora, gestora e produtora cultural, iniciou-se desde cedo na Capoeira e nas danças de rua e Clubbing em Lisboa. Aprofundou a sua formação artística principalmente em Paris, passando por vários lugares, como Nova Iorque, Senegal e Salvador da Bahia. Trabalhou com companhias profissionais, integrou criações de Piny e, mais recentemente, de Xullaji/Peles Negras, Máscaras Negras. É cofundadora da plataforma MOSJAM – hoje Associação Cultural Artística. Atualmente, frequenta o mestrado em Estudos e Gestão da Cultura no ISCTE.
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.