Clima de Mudança: perceções sobre os desafios ambientais em Portugal
Apresentação de estudo
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Data
- 09:30 / Cancelado 09:30 / Esgotado quarta, 09:30
Local
Auditório 3 Fundação Calouste GulbenkianO evento será transmitido em direto e estará disponível nesta página.
Esta investigação nacional teve um duplo enfoque: por um lado, procurou-se compreender as atitudes dos cidadãos perante estes temas; por outro lado, também se pretendeu perceber como são percecionadas as organizações da sociedade civil na área do ambiente e quais as principais abordagens que seguem para envolver os cidadãos nestes desafios.
Os resultados do estudo “Clima de Mudança: perceções sobre os desafios ambientais em Portugal” serão apresentados nesta sessão, a que se seguirão duas mesas-redondas para debater as ideias principais deste trabalho. O estudo será disponibilizado online no mesmo dia.
Biografias
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Filipa Dias
Licenciada em Economia pela NOVA SBE, iniciou a sua vida profissional na Unilever, onde fez carreira na área de Marketing e Comunicação. Do grande consumo passou para o retalho, acrescentando à sua compreensão do consumidor a experiência integradora dos canais de distribuição. Foi na Fundação Francisco Manuel dos Santos e mais tarde na Ciência Viva que a produção, disseminação e ativação de conhecimento se tornam centrais na sua atividade.
Na Return On Ideas e na Ipsos-APEME desenvolveu, ao longo dos últimos seis anos, projetos de investigação centrados na cidadania, com particular incidência nas questões da sustentabilidade.
Entusiasta do cruzamento de disciplinas e perspetivas, gosta de estudar os temas na sua lateralidade, questionando números e entrevistando pessoas sem pressas para formular ideias e construir histórias inspiradoras que ajudem a pensar e debater perspetivas informadas. -
Ana Horta
Socióloga, é investigadora auxiliar do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e do grupo de investigação SHIFT: Ambiente, Território e Sociedade. Tem centrado a sua investigação nas interações entre sociedade, energia e clima, sobretudo nas práticas sociais relacionadas com o uso de energia em casa, pobreza energética e, mais recentemente, comunidades de energia. Faz parte da equipa coordenadora da Secção Ambiente e Sociedade da Associação Portuguesa de Sociologia.
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Filipa Pantaleão
Secretária-Geral do BCSD Portugal, é Engenheira do Ambiente e possui um MBA pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa. É cofundadora da Women in ESG Portugal e tem uma experiência em gestão de empresas ligadas aos sectores da água, logística, energia e resíduos. Pretende contribuir para um futuro melhor promovendo a igualdade e inclusão nas empresas e também a desmistificação dos temas ESG.
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Paulo Lucas
Ativista ambiental há mais de três décadas, passou pelo extinto Projeto Setúbal Verde e pela Quercus, associação de que foi dirigente e onde coordenou diversos projetos ligados à conservação de habitats e espécies. Trabalhou com a Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros e, mais recentemente, integra a Direção da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, onde acompanha e tenta influenciar políticas públicas nas áreas do oceano, gestão da água, biodiversidade, agricultura e florestas. É licenciado em Cinema Documental pelo Instituto Politécnico de Tomar e tem uma Pós-Graduação em Cinema e Audiovisuais pela Escola Superior Artística do Porto.
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Vera Moutinho
Jornalista freelancer especializada em alterações climáticas, tem trabalhado em multimédia desde 2007. Trabalhou no jornal PÚBLICO durante 10 anos, onde em 2021 ajudou a lançar o AZUL, o espaço do PÚBLICO dedicado ao ambiente e à crise climática. Tem investido também na área da educação como professora na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) em Lisboa, onde leciona Jornalismo Multiplataforma e Multimédia desde 2017 e onde em 2024 abriu a primeira unidade curricular de Jornalismo Climático em Portugal.
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Ana Rita Antunes
Engenheira do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa, com mestrado na área de eficiência energética pela mesma Universidade. É membro fundador e atualmente Coordenadora Executiva na Coopérnico – a primeira cooperativa de energia renovável em Portugal – e membro do Conselho Geral da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, organização não-governamental de ambiente de âmbito nacional, em regime de voluntariado.
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João Gonçalo Soutinho
Mestre em Biologia e doutorando na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, tornou-se dirigente associativo e fundador da Associação BioLiving aos 20 anos, onde criou e coordenou o Projeto VACALOURA.pt, com o objetivo de estudar, com cidadãos, o estado de conservação do maior escaravelho de Portugal. Aos 22 anos iniciou o projeto Gigantes Verdes, no Município de Lousada, para conhecer e compreender a importância das árvores de grande porte para a biodiversidade e usar a informação coletada para preservar estas árvores. Em 2021, cofundou a VERDE – Associação para a Conservação Integrada da Natureza.
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Sara Moreira
Licenciada em Biologia pelo Instituto Superior de Agronomia e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora. Trabalha na Associação PATO desde 2017, onde é responsável por projetos de educação ambiental e conservação da natureza na região Oeste, em especial na Reserva Natural Local do Paul de Tornada, na gestão do Centro Ecológico Educativo do Paul de Tornada e na Lagoa de Óbidos onde dinamiza vários projetos com o apoio de múltiplos parceiros.
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Pedro Prata
Biólogo com formação em ecologia e evolução pela Universidade de Lisboa e pela Universidade de Amesterdão. Trabalhou em projetos ambientais nas Caraíbas, Brasil e EUA, regressando a Portugal para liderar uma abordagem de “rewilding” (renaturalização) no Vale do Côa. Atualmente, dirige projetos que promovem a restauração ecológica e a convivência entre comunidades e vida selvagem, contribuindo para soluções inovadoras face à crise ambiental.
Programa
09:30 / Abertura
09:45 / Apresentação do Estudo Clima de Mudança: Perceções sobre os Desafios Ambientais em Portugal
10:45 / Mesa-redonda: Como mobilizar os cidadãos para responder aos desafios da sustentabilidade?
11:45 / Mesa-redonda: Como podem as organizações ambientais alcançar um reconhecimento social mais alargado?
12:30 / Encerramento
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.