Música para uma ilha deserta...com Luísa Costa Gomes
Programação Cartão Gulbenkian
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Data
- 18:00 / Cancelado 18:00 / Esgotado 18:00 – 19:00
Local
Auditório 3 Fundação Calouste GulbenkianA próxima convidada deste ciclo é uma das figuras mais singulares da cultura portuguesa. Entre romances, peças de teatro, crónicas e traduções, Luísa Costa Gomes tem construído uma obra feita de humor, curiosidade e liberdade criativa. Em Música para uma Ilha Deserta, partilha algumas das músicas que marcaram a sua vida, revisitando memórias, influências e descobertas através da escuta e da conversa.
Música para uma Ilha Deserta é um ciclo de conversas em que a música surge associada a experiências de vida: memórias, descobertas, refúgio e transformação.
Em cada sessão, um convidado partilha algumas das obras que marcaram o seu percurso. Entre audições comentadas e histórias pessoais, cria-se um espaço de escuta próxima e diálogo aberto com o público.
A programação do Cartão Gulbenkian Mais tem capacidade reduzida. Caso não possa comparecer, devolva o seu bilhete. Basta aceder à sua conta MyGulbenkian, ir à secção “Bilhetes” e clicar em “Cancelar”.
Biografias
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Luísa Costa Gomes
Luísa Costa Gomes (Lisboa, 1954) é escritora, dramaturga, cronista, tradutora e argumentista, sendo uma das autoras mais reconhecidas e versáteis da cultura portuguesa contemporânea. Licenciada em Filosofia pela Universidade de Lisboa, foi professora do ensino secundário durante grande parte da sua carreira.
Estreou-se na literatura no início da década de 1980 e, desde então, publicou romances, contos, peças de teatro, crónicas e libretos de ópera. A sua obra, marcada pela ironia, pela experimentação formal e pela reflexão sobre a sociedade contemporânea, tem sido distinguida com numerosos prémios literários, entre os quais o Prémio D. Dinis, o Prémio Máxima de Literatura, o Prémio Fernando Namora e o Grande Prémio de Literatura.
Paralelamente à escrita, desenvolveu um importante trabalho como tradutora, dramaturgista e promotora da literatura, tendo dirigido, durante uma década, a revista Ficções, dedicada ao conto. Ao longo do seu percurso, colaborou ainda com nomes como Philip Glass e Robert Wilson, para quem escreveu o libreto da ópera O Corvo Branco.