Mariana Pinto Coelho Dias. «Species-specific» – o corpo como espaço acústico
Programa de Residências Abertas
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Data
- sáb,
- Encerra Terça
Local
Espaço Engawa Centro de Arte Moderna GulbenkianNa sua prática artística, Mariana Pinto Coelho Dias (Lisboa, 1981) explora a noção de «corpo (humano) expandido» através do som, do vídeo, da performance e do desenho. Nesta abordagem, o corpo deixa de ser apenas fonte sonora para tornar-se espaço de ressonância, um território em permanente mudança. A partir de princípios da Ecologia Acústica e da Ecologia da Paisagem Sonora, a artista investiga e documenta o corpo como lugar vibrátil e campo de escuta.
Aqui, o termo species-specific estabelece uma analogia com a prática artística site-specific: tal como uma obra se ancora nas condições físicas, espaciais e sociais de um lugar, também o corpo é concebido como sítio acústico, espaço de ressonância onde voz, ambiente e tecnologia se cruzam, se contaminam e se transformam mutuamente.
Em continuidade com trabalhos anteriores e mantendo-se aberta a contaminações criativas e colaborações enquanto gesto poético de coabitação, Species-specific prolonga a investigação da artista sobre o corpo enquanto ecossistema acústico, afirmando-o como território sensível, relacional e plural.
Este projeto integra o programa de residências desenvolvido no âmbito do Institution(ing)s.
Biografias
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Mariana Pinto Coelho Dias
Mariana Pinto Coelho Dias (Lisboa, 1981) é uma artista transdisciplinar e investigadora com enfoque nos Estudos de Som, em particular na Ecologia Acústica. O seu trabalho cruza som, vídeo, performance, instalação e desenho, explorando o corpo como território vibratório – um lugar em ressonância com o mundo. Doutoranda em Belas-Artes na FBA-UL, é bolseira da FCT e membro do CIEBA-GIAM, onde desenvolve o projeto «Antropofonia: escutar a paisagem sonora de um corpo expandido, a partir da prática do vídeo performático».
Ficha técnica
Curadoras
Luísa Santos
Rita Fabiana
Financiamento
Projeto
Coordenado por
Parceiros
Parceiros locais / associados
Apoio
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.