Gulbenkian Foundation 70th Anniversary Celebration
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Date
- 19:00 / Cancelled 19:00 / Sold out Saturday, 19:00
Location
Grand AuditoriumCalouste Gulbenkian Foundation
Pricing
- Free admission
Online ticket collection, subject to room capacity (max. 2 per person):
1 day before (Cartão Gulbenkian Mais and Cartão Gulbenkian), from 10:00
- Maestro
- Soprano
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Gulbenkian Choir
Coro Gulbenkian was founded in 1964 by the Calouste Gulbenkian Foundation as a full symphonic body of around 100 singers. The choir joins the Orquestra Gulbenkian and other orchestras to perform Classical, Romantic and Contemporary choral-symphonic repertoire, but can also perform a cappella. It has performed – and often premiered – many 20th century works by Portuguese and international composers.
Coro Gulbenkian has been invited to collaborate with major international orchestras, under the direction of conductors such as Claudio Abbado, Colin Davis, John Nelson, Emmanuel Krivine, Esa-Pekka Salonen, Frans Brüggen, Franz Welser-Möst, Gerd Albrecht, Michael Gielen, Michael Tilson Thomas, Rafael Frübeck de Burgos, René Jacobs and Leonard Slatkin, among others.
Besides its regular season of concerts in Lisbon and frequent national tours, Coro Gulbenkian has repeatedly toured Argentina, Belgium, Brazil, Canada, Denmark, France, Germany, Hungary, India, Iraq, Israel, Italy, Japan, Macao, Malta, Monaco, Netherlands, Spain, the United Kingdom, the United States of America and Uruguay.
Coro Gulbenkian has recorded extensively for Philips, Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, as well as FNAC-Music, performing a wide range of repertoire, from Early-Renaissance polyphony to Xenakis. Several of these albums received international awards.
Michel Corboz was the Principal Conductor between 1969 and 2019. Jorge Matta and Inês Tavares Lopes are currently the Associate and Assistant conductors, respectively.
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Gulbenkian Orchestra
In 1962, the Calouste Gulbenkian Foundation decided to establish a permanent orchestral ensemble. Originally with only twelve musicians (strings and continuo) it was named “Orquestra de Câmara Gulbenkian”. This collective was successively enlarged and today the “Orquestra Gulbenkian” (the name it has adopted since 1971) has a permanent body of sixty instrumentalists, a number that can be expanded depending on the repertoire.
This structure allows the Gulbenkian Orchestra to interpret works from the Baroque and Classical periods, a significant part of 19th century orchestral literature and much of the music of the 20th century, including works belonging to the current repertoire of the traditional symphonic orchestras. In each season, the orchestra performs on a regular series of concerts at the Gulbenkian Grand Auditorium in Lisbon, where it has had the opportunity of working together with some of leading names of the world of music (conductors and soloists). It has also performed on numerous locations all over Portugal, in an effort to decentralize music and culture.
The orchestra has been constantly expanding its activities in the international level, performing in Europe, Asia Africa, and the Americas. In the recording field, Orquestra Gulbenkian is associated to labels as Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve and Pentatone, among others, and this activity was recognized with several international prizes.
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Carlo Rizzi
Maestro
Carlo Rizzi é um dos mais importantes maestros de ópera da atualidade, sendo um convidado regular dos mais prestigiados palcos e festivais internacionais. Tanto nos teatros de ópera como nas salas de concertos, o seu vasto repertório abrange desde as obras fundamentais do cânone operático e sinfónico até às peças mais raramente escutadas. Combinando o profundo conhecimento da arte vocal, com o talento teatral e a capacidades de colaboração, ao longo de décadas de experiência nos melhores teatros do mundo, é aclamado pelos cantores e pelo público como um mestre da arte operática.
Natural de Milão, Carlo Rizzi estudou no conservatório da cidade e, após a sua graduação, trabalhou no lendário Teatro alla Scala. Em 1982, iniciou a sua carreira como maestro com uma produção de L'ajo nell'imbarazzo, de Donizetti, tendo até hoje dirigido mais de uma centena de óperas, incluindo um rico repertório de obras italianas, para além de outros grandes clássicos. Em setembro de 2019, foi nomeado Diretor Musical da Opera Rara, companhia sediada no Reino Unido que se dedica a resgatar e reintegrar no repertório obras desconhecidas de compositores de ópera consagrados ou negligenciados. Desde 2015, é Maestro Laureado da Welsh National Opera, após dois períodos como Diretor Musical (1992-2001 e 2004-2008). Mantém também relações de longa data com o Teatro alla Scala, a Royal Opera House - Covent Garden e a Metropolitan Opera de Nova Iorque.
Carlo Rizzi é também aclamado pelo público e pela crítica como maestro de concerto, liderando com frequência as grandes orquestras mundiais. Em 2024, foi condecorado com o título de Grande Ufficiale dell’Ordine della Stella d’Italia pela sua dedicação e pelo seu contributo para a promoção da música e cultura italianas a nível internacional.
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Sonya Yoncheva
Soprano
Sonya Yoncheva é uma das sopranos mais aclamadas da atualidade, tendo alcançado o êxito em palcos como a Metropolitan Opera, a Royal Opera House, o Scala de Milão, o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, o Teatro Real de Madrid, as Óperas Estaduais da Baviera, de Viena e de Berlim, a Ópera de Zurique ou a Ópera de Paris.
O seu repertório estende-se do Barroco até às grandes heroínas românticas de Bellini, Verdi, Puccini, Giordano e Tchaikovsky, destacando-se os papéis de Norma, Tosca, Médée, Fedora e Iolanta. Apresenta-se também em concertos e recitais nos mais importantes palcos do mundo, de Buenos Aires a Tóquio.
Nos últimos anos estreou-se no papel principal de Rusalka (Royal Liverpool Philharmonic), como Liza, em A Dama de Espadas (Metropolitan Opera), e como Maddalena, em Andrea Chénier (Teatro alla Scala). Na temporada 2026/27, acrescentará ao seu repertório o papel de Julia, em La vestale, na Ópera de Berlim, e cantará Manon Lescaut na Ópera de Zurique, seguindo-se apresentações na Ópera Estadual da Baviera.
Sonya Yoncheva nasceu em Plovdiv, na Bulgária. Estudou piano e canto na sua cidade natal e concluiu a sua formação no Conservatório de Genebra. Foi membro do projeto Le Jardin des Voix, de William Christie, mantendo um foco especial no repertório barroco. Alcançou o reconhecimento internacional ao vencer o concurso Operalia, de Plácido Domingo e, desde então, recebeu inúmeras distinções, incluindo os prémios ECHO Klassik, Opus Kassik e International Opera Award e o título de Oficial da Ordem das Arte e das Letras, atribuído pelo governo francês. Paralelamente, trabalha também como produtora e curadora artística. Através da sua empresa, SY11, produz concertos, gravações, livros e outras iniciativas, incluindo a realização do concurso Operalia 2025, em Sófia, da edição da revista Artista Búlgaro e dos Thracian Awards for Classical Music, com o compromisso de tornar a música clássica acessível a novos públicos.
Georges Bizet
Giacomo Puccini
Giacomo Puccini
Pietro Mascagni
Giacomo Puccini
Antonín Dvořák
Antonín Dvořák
Ruggero Leoncavallo
Jules Massenet
Charles Gounod
Lili Boulanger
Giuseppe Verdi
Jules Massenet
Conceived to mark the 70th anniversary of the Calouste Gulbenkian Foundation, this concert brings together the Gulbenkian Choir and Orchestra for a journey through some of the most emblematic moments of the European operatic repertoire, under the direction of Carlo Rizzi and featuring soprano Sonya Yoncheva.
The Calouste Gulbenkian Foundation reserves the right to collect and keep records of images, sounds and voice for the diffusion and preservation of the memory of its cultural and artistic activity. For further information, please contact us through the Information Request form.