Células cerebrais detetam o parasita da malária no sangue

Células endoteliais vasculares do cérebro (azul) internalizam as partículas libertadas pelos eritrócitos infetados com o parasita da malária (rosa e vermelho) © Teresa Pais, 2022

Uma equipa de investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) revelou que as células do cérebro são capazes de detetar a presença do parasita da malária no sangue, desencadeando a inflamação na base da malária cerebral. A descoberta deste mecanismo traz à luz novos alvos de terapias coadjuvantes que poderão travar os danos no cérebro em fases iniciais da doença e evitar sequelas neurológicas.

Veja o que saíu na imprensa sobre o estudo:

in Visão

in TVI 24

in CNN Portugal

in Observador

Atualização em 12 setembro 2022

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