Bolsas António Coutinho

 

“O alargamento da Ciência e Educação a todos será sempre a melhor estratégia para encontrar a diversidade dos talentos necessários à resolução dos problemas de todos nós.” Prof. A. Coutinho

 

Premiados 2ª edição (2020/2021) 

 

Tipologia A – Mónica Medina (BSc)

Licenciada de nacionalidade cabo-verdiana, frequenta o Mestrado em Biologia Humana e Ambiente na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Irá participar no projeto de “Saliva em substituição da zaragatoa naso- e oro-faríngea para a deteção do vírus SARS-CoV-2” no laboratório da Drª Maria João Amorim no Instituto Gulbenkian de Ciência.

 

Tipologia B – Majaliwa Nashoni (BSc)

Licenciado de nacionalidade moçambicana, frequenta o Mestrado em Biotecnologia no Centro de Biotecnologia da Universidade Eduardo Mondlane. Irá desenvolver o projeto “Deteção molecular e genotipagem do Helicbacter pylori em pacientes dispépticos atendidos no Hospital Central de Maputo” no laboratório do Dr. Jorge Vítor na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.

 

Tipologia C – Lucas Miguel (PhD)

Docente na Universidade Eduardo Mondlane e na Universidade Católica de Moçambique e de nacionalidade moçambicana,  obteve o seu doutoramento em Geologia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil. Irá desenvolver o projeto “Evolução Geológica de Sistemas Barreiras Holocênicos Progradantes do Litoral de Moçambique – Geoarquivos de Teleconexões Climáticas do Hemisfério Sul” em colaboração com o laboratório do Dr. Pedro José Miranda Costa no Instituto Dom Luiz da Universidade de Coimbra.

 

Composto por cinco cientistas representantes dos PALOP e de Portugal, doutorados em diferentes áreas relevantes para o perfil dos vários candidatos, e com experiência na selecção e acompanhamento de estudantes e cientistas:

Amabélia Rodrigues, epidemiologista e directora de investigação do Projecto de Saúde de Bandim, Guiné-Bissau

Salomão Bandeira, biólogo marinho, investigador e professor na Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique

Leonor Ruivo, neurocientista e coordenadora do Programa de Ciência para o Desenvolvimento do Instituto Gulbenkian de Ciência, Portugal

Ana Aranda, bióloga marinha e Training Officer do Instituto Gulbenkian de Ciência, Portugal

Jorge Carneiro, biólogo teórico e computacional, investigador principal e director do programa de doutoramento IBB do Instituto Gulbenkian de Ciência, Portugal

Teresa Carmona, representante dos Recursos Humanos do Instituto Gulbenkian de Ciência, Portugal 

Composto por cientistas e professores de renome internacional, representantes das entidades parceiras (Fundação Calouste Gulbenkian, Merck, Câmara Municipal de Oeiras) e membro da sociedade civil:

Stephan Oschmann (Merck)

Pedro Moura (Merck)

Pedro Patacho (CMO)

Maria Herminia Cabral (FCG)

Branca Vianna (Instituto Serrapilheira)

Joana Sá

António Correia e Silva

António Correia de Campos

 

 

As Bolsas António Coutinho

 

Em homenagem ao Professor António Coutinho, antigo Diretor do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e impulsionador da ciência a nível nacional que garantiu a projeção internacional do conhecimento científico, o IGC, em parceria com a Fundação Merck e a Câmara Municipal de Oeiras (CMO), decidiram criar as Bolsas anuais em seu nome que inclui três categorias.

As Bolsas António Coutinho visam:

  • a atribuição de Bolsas de Investigação destinadas a capacitar cidadãos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP*), ou seus descendentes, para o desenvolvimento de investigação científica;
  • criar oportunidades para estudantes e professores ou investigadores doutorados nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas, continuarem a expandir os seus horizontes e promoverem as suas carreiras científicas;
  • garantir a diversidade na comunidade científica, criando um terreno cada vez mais fértil para o aparecimento de novas soluções para os problemas de toda a humanidade.

As Bolsas António Coutinho foram atribuídas pela primeira vez em 2019 a Adija Fernando Wilssone (MSc) e António Pinto Almeida (PhD).

* Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe.

 

Perguntas Frequentes

As Bolsas António Coutinho procuram honrar não só o nome do Professor António Coutinho mas, principalmente, o espírito humano respeitando e acolhendo a sua riqueza naturalmente diversa.

As Bolsas António Coutinho oferecem:

1) a estudantes africanos, residentes num dos PALOP, a oportunidade de fazerem um estágio de investigação experimental, no contexto desenvolver parte ou a totalidade das suas teses de licenciatura ou  mestrado, numa instituição de investigação portuguesa à sua escolha;

2) a estudantes africanos ou afro-descendentes, uma bolsa de iniciação à investigação para desenvolverem as suas teses de mestrado numa instituição de investigação.

  • estudantes residentes fora do concelho de Oeiras do distrito de Lisboa terão a oportunidade de desenvolver a sua tese numa instituição de investigação sediada no concelho de Oeiras;
  • estudantes residentes no concelho de Oeiras do distrito de Lisboa, terão a oportunidade de desenvolver a sua tese numa instituição de investigação portuguesa, independentemente da sua localização;

3) a professores ou cientistas doutorados de países africanos de língua oficial portuguesa, a possibilidade de desenvolver trabalhos avançados de investigação numa instituição de investigação portuguesa à sua escolha.

O concurso para as bolsas é organizado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC)/Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) em parceria com a Merck, empresa de ciência e tecnologia, e a Câmara Municipal de Oeiras (CMO).

António Coutinho é médico, imunologista e um dos mais reputados cientistas portugueses. Ele é um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento científico de Portugal, em particular na área das ciências da vida. Humanista, educador e mentor nato, criou em 1993, na posição de Diretor do Instituto Gulbenkian de Ciência, os programas doutorais em Biomedicina do Instituto Gulbenkian de Ciência (PGDBM) e apoiou a criação, 20 anos mais tarde, do Programa de pós-Graduação em Ciência para o Desenvolvimento (PGCD), dirigido a estudantes dos países africanos de língua portuguesa.

Estes programas não só foram uma referência de inovação para a criação de outros programas doutorais no mundo, como continuam a representar um legado fundamental na democratização da ciência e na formação de cientistas de diversas origens, continuando a oferecer a gerações de jovens a possibilidade de aprender a fazer ciência com alguns dos melhores cientistas internacionais, em instituições de vários continentes.

As Bolsas António Coutinho destinam-se a contribuir para educação e percurso de investigação científica de cidadãos de um dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, ou seus descendentes, nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas. As bolsas têm como objectivo promover a diversidade na comunidade científica, criando um terreno cada vez mais fértil para o aparecimento de novas soluções para os problemas de toda a humanidade.

Três bolsas são atribuídas anualmente:

A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M) - destinada a apoiar:

- um estudante de uma universidade portuguesa e residente no concelho de Oeiras do distrito de Lisboa, no desenvolvimento da sua tese de mestrado durante um período de estágio de investigação experimental numa instituição de investigação portuguesa, independentemente da sua localização.

ou

- um estudante de uma universidade portuguesa e residente fora do concelho de Oeiras, no desenvolvimento da sua tese de mestrado durante um período de estágio de investigação experimental numa instituição de investigação sediada em Oeiras.

B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM):

- destinada a apoiar um estudante de uma universidade dos PALOP no desenvolvimento da sua tese de licenciatura ou de mestrado durante um período de estágio de investigação experimental numa instituição de investigação ou de ensino superior portuguesa.

 C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD):

- destinada a apoiar um(a) professor(a) universitário(a) doutorado(a) ou um(a) investigador(a) científico(a) recém-doutorado(a), residente nos PALOP, a desenvolver parte da sua investigação numa instituição de investigação portuguesa

A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M) - 10 meses consecutivos.

B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM) - 10 meses consecutivos.

C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD) – 9 meses consecutivos.

A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M) - 798€/mês.

Adicionalmente, serão cobertos os custos relativos a seguro de acidentes pessoais e fees*.

B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM) - 798€/mês.

Adicionalmente, serão cobertos os custos relativos a uma viagem entre o PALOP onde o bolseiro se encontra a estudar e Portugal (ida-e-volta, classe económica, no valor máximo de 1200€), a seguro de acidentes pessoais, fees*, e um curso de Inglês da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD) – 1600€/mês.

Adicionalmente, serão cobertos os custos relativos a uma viagem entre o PALOP de residência e Portugal (ida-e-volta, classe económica, no valor máximo de 1200€), fees*, e um curso de Inglês da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

* Entende-se por fees todas as despesas necessárias à formação do bolseiro exigidas pela instituição académica Portuguesa de acolhimento. São aceites despesas com consumíveis e pagamento de propinas. Não são financiadas as despesas referentes à compra de equipamentos ou material de escritório.

As bolsas não cobrem custos de pesquisa. Entende-se por custos de pesquisa os custos e despesas efectivamente incorridos em nome do bolseiro e especificamente identificáveis ou alocáveis às actividades de pesquisa realizadas no âmbito do plano de pesquisa. Os custos de pesquisa ficam ao encargo do laboratório que acolha o bolseiro.

As bolsas não cobrem custos relacionados com o comparecimento ou participação em conferências científicas.  

Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe.

Os candidatos às Bolas António Coutinho terão, de acordo com cada categoria de bolsa, que cumprir as seguintes condições:

A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M)

-  ser de nacionalidade de um dos PALOP ou de descendência directa de um cidadão destes países;

- ser estudante universitário(a) de um programa de mestrado numa instituição de ensino superior portuguesa;

- ser estudante de uma disciplina nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas;

- sendo residente no concelho de Oeiras do distrito de Lisboa, que faça o estágio de iniciação à investigação científica numa instituição de investigação portuguesa, independentemente da localização;

- sendo residente fora do concelho de Oeiras do distrito de Lisboa, que faça o estágio de iniciação à investigação científica numa instituição de investigação sediada no concelho de Oeiras.

B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM)

-  ser de nacionalidade de um dos PALOP;

- ser estudante universitário(a) de um programa de licenciatura ou mestrado numa instituição de ensino superior de um PALOP;

- ser estudante de uma disciplina nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas;

C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD)

- ser residente num dos PALOP;

- tenha adquirido o grau de Doutor há menos de 3 anos numa disciplina nas áreas das ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas;

- ser professor(a) recém-doutorado(a) e docente a tempo inteiro numa instituição de ensino superior de um PALOP,

ou

- ser investigador(a) recém-doutorado(a); 

Não são elegíveis às bolsas os candidatos que:

A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M)

- terminem o período académico de mestrado antes do início ou durante o período de estágio;

- não sejam nacionais (ou não tenham pais nacionais) de um dos PALOP;

- não sejam alunos nas áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas numa universidade portuguesa;

- não sejam residentes em Portugal.

B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM)

- terminem o período académico de licenciatura ou mestrado antes do início ou durante o período de estágio;

- não sejam nacionais de um dos PALOP;

- não sejam alunos nas áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas numa universidade de um dos PALOP.

C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD)

- não sejam residentes num dos PALOP;

- não sejam docentes a tempo inteiro numa universidade de um PALOP (aplicável apenas a professores doutorados);

- tenham adquirido o grau de Doutor há mais de 3 anos aquando do início do período de bolsa;

- não sejam profissionais nas áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas,

- não tenham proposto um plano de investigação na sua carta de motivação.

Cada candidatura deve incluir:

  1. Carta de motivação explicando as razões que o levam a candidatar-se (máximo 2 páginas). Será valorizado candidatos às bolsas BI-M/BI-LM fazerem menção da temática científica a abordar e de potenciais instituições de acolhimento onde se propõem desenvolver o trabalho de investigação durante o período da bolsa.Candidatos à bolsa BI-PD devem incluir nesta carta uma descrição breve do plano de investigação assim como mencionar potenciais instituições de acolhimento onde se propõem desenvolver o projecto de investigação durante o período da bolsa. 
  2.  Curriculum Vitae detalhado incluindo os nomes e contactos de dois potenciais emissores de cartas de referência (máximo 2 páginas).
  3. Documentação adicional, de acordo com a categoria de bolsa em questão:

                A. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-M)

- Cópia de passaporte ou outro documento oficial do candidatos, ou de um dos seu pais, que comprove cidadania de um dos PALOP. No caso de apresentação de documento de cidadania de um dos pais do candidato, é também necessária prova de parentesco;

- Comprovativo de que se encontra a frequentar um programa de mestrado numa instituição de ensino superior em Portugal, numa das áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas;

- Comprovativo de residência no concelho de Oeiras ou em Portugal

                 B. Bolsa de Iniciação à Investigação Científica (BI-LM)

- Cópia de passaporte ou outro documento oficial do candidato que comprove cidadania de um dos PALOP;

- Comprovativo de que se encontra a frequentar um programa de licenciatura ou mestrado numa instituição de ensino superior nos PALOP, numa das áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas.

                  C. Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD)

- Comprovativo de residência num dos PALOP;

                    No caso de candidatos serem professores:

- Comprovativo de afiliação académica a tempo inteiro numa universidade dos PALOP;

- Comprovativo do grau de Doutor emitido há menos de 3 anos atrás numa das áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas.

                   No caso de candidatos serem investigadores:

- Comprovativo do grau de Doutor emitido há menos de 3 anos atrás numa das áreas de ciências da vida, ciências da saúde ou ciências exactas.

A carta de motivação, o Curriculum e documentação adicional devem ser enviados num ficheiro único em formato PDF intitulado “BolsasAntónioCoutinho2020_NomeCandidato”. Este documento deve ser enviado por correio electrónico para bolsas[email protected]. O assunto da mensagem deve ser “BolsasAntónioCoutinho2020_NomeCandidato” e devendo o texto mencionar qual a tipologia de bolsa a que a candidatura se refere (BI-M, BI-LM ou BI-PD).

Candidatos a tipologia de bolsa A (Bolsa BI-M) e não residentes no concelho de Oeiras, devem escolher um grupo de investigação afiliado com uma das seguintes instituições para realizar o seu período de estágio:

  • Instituto Superior Técnico (IST) no campus Taguspark, Oeiras - O campus Taguspark dispõe de um conjunto alargado de laboratórios de ensino e investigação nas suas diferentes áreas científicas, destacando-se: um laboratório multimédia, um laboratório de jogos, um laboratório de eletrónica e um laboratório de bioengenharia.
  • Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) - As atividades de investigação, desenvolvimento, experimentação e inovação em curso no INIAV, desenvolvidas nas Unidades de Investigação, estão divididas nas seguintes Unidades de Investigação (organizadas no seio do Conselho Científico): Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Florestal, Melhoramento de Plantas, Patologia e Microbiologia Animal, Produção Animal, Sistemas Agrários: Produção e Sustentabilidade, Viticultura e Enologia.
  • Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET) - O Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET) é uma organização de investigação em biotecnologia. As áreas alvo do iBET são: os biofarmacêuticos e novas terapias; a estabilidade de proteínas, a sua estrutura e o design de fármacos; a água, a energia e o ambiente; a alimentação e bem-estar; agro-florestal e ambiente; a unidade piloto e os serviços analíticos.
  • Instituto Gulbenkian de Ciencia (IGC) - O IGC integra 32 grupos de investigação, com cientistas de 41 nacionalidades diferentes, que estudam desde como o organismo se forma até à interação deste no meio ambiente e como o pode afetar.
  • Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier (ITQB) - O ITQB NOVA desenvolve investigação na área de Biociências Moleculares, abrangida por quatro amplas disciplinas científicas: Biologia Celular e Molecular, Biologia Molecular e Estrutural, Biotecnologia e Biologia de Sistemas e Biologia Química.
  • Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) - Com responsabilidades ao nível do território nacional nos domínios da atmosfera e do mar, o IPMA concentra os seus esforços de investigação em projetos Multidisciplinares, Pescas e Mar, Geofísica, Clima, Meteorologia, e Geologia marinha.
  • Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa (FMH) -  A FMH engloba 2 Unidades de Investigação e Desenvolvimento, 4 centros de estudo e 10 laboratórios de investigação na área científica de motricidade humana, que visa o estudo dos fenómenos associados à compreensão aprofundada dos processos de produção e dos efeitos do movimento humano, numa perspetiva biopsicossocial.
  • Universidade Atlântica - A Atlântica, Escola Universitária de Ciências Empresariais, Saúde, Tecnologias e Engenharia, é uma instituição de ensino e investigação orientada para públicos diferenciados em vários momentos dos percursos vocacionais e profissionais. A Atlântica engloba o Centro de Engenharia Tecnológica e Inovação, e tem parcerias com a European Research Composite Observatory.

Recomenda-se que os candidatos se informem sobre os grupos de investigação em Portugal que trabalham nas áreas relevantes para a linha de investigação a seguir durante o período da bolsa. Se possível, o(s) grupo(s) de investigação relevantes devem ser indicados na carta de motivação enviada com a candidatura. Esta condição é obrigatória para candidatos à bolsa de de Investigação de Pós-Doutoramento (BI-PD PALOP).

Os recipientes das Bolsas António Coutinho serão escolhidos por um conselho consultivo, seleccionado para o efeito e composto por cientistas e professores de gabarito internacional, por representantes das entidades parceiras (FCG, Merck, CMO) e instituição organizadora (IGC), bem como elementos da sociedade civil.

À avaliação documental do CV (50%) e carta de motivação (50%) seguir-se-á uma entrevista aos candidatos com melhor pontuação.

As seguintes fases constituem o processo de selecção de candidatos:

  1. Fase de candidaturas – Os candidatos submetem a sua candidatura com todos os documentos e informações necessárias.
  2. Fase de selecção e entrevistas – O comité de pré-selecção faz uma primeira avaliação e confere uma pontuação baseada nos documentos submetidos, cartas de recomendação e entrevista. O júri avalia os candidatos com base na pontuação conferida às candidaturas e entrevistas. Os candidatos com maior pontuação, um por tipologia de bolsa, são selecionados para receberem as bolsas.
  3. Publicação de resultados – O IGC anuncia os resultados da fase de selecção directamente aos candidatos e os nomes dos premiados são publicados online nesta página.
  4.  Fase de match-making – São formalizadas as instituições de acolhimento onde os bolseiros irão desenvolver os seus projectos de investigação. O júri, com recursos a mentores e peritos por ele identificados, ajuda os premiados a seleccionar um laboratório de acolhimento baseado na pré-seleção de grupos de investigação relevantes ao tema de investigação feita pelos candidatos.

Os resultados são comunicados por e-mail, directamente para os candidatos seleccionados, e online nesta página.

A data de início das bolsas está neste momento pendente da reabertura das fronteiras assim como das instituições de investigação. Todos os candidatos às bolsas receberão actualizações sobre esta situação.

Os orientadores, juntamente com os bolseiros, devem submeter um breve plano de actividades a desenvolver durante o período da bolsa. No final do período das bolsas, os premiados entregam um breve relatório sobre o projecto que desenvolveram. Adicionalmente, são convidados a dar uma apresentação dos seus resultados no Instituto Gulbenkian de Ciência

Welcome guide – Neste guia pode encontrar a informação sobre o que é necessário tratar para vir para Portugal – vistos, registo finanças, conta num banco português, alojamento etc.

 


 

 


Parceiros

Câmara Municipal de Oeiras          Merck