Bolseiros NOS Alive – IGC

Desde 2009, mais de 450 jovens licenciados de todo o país concorreram a estas bolsas de investigação e a iniciativa contou com 20 bolseiros.

 

2019

Margarida Cardoso e Beatriz Filipe

 

2018

Joana da Silva foi uma das Jovens Cientistas NOS Alive 2018, tendo desenvolvido um projeto no grupo de Genética das Doenças, liderado por Carlos Penha-Gonçalves, no IGC. O seu projeto teve como objetivo estudar o papel interferão-β no desenvolvimento da malária cerebral, contribuindo para perceber quais os mecanismos que provocam o aparecimento da doença.

Beatriz Mourato foi uma das Jovens Cientistas NOS Alive 2018, tendo desenvolvido um projeto no grupo Genética de Populações e da Conservação no IGC, liderado por Lounès Chikhi. O seu projeto teve como objetivo inferir histórias demográficas de populações.

 

2017

Alexander Marta, licenciado em Biologia da Saúde Global. Foi um dos Jovens Cientistas NOS Alive 2017, em Infeções e Imunidade, para um projeto desenvolvido no grupo de Genética das Doenças, liderado por Carlos Penha-Gonçalves, no IGC. O seu projeto pretendeu investigar de que forma a inflamação da placenta causada por malária estabelece desfechos graves de doença materna e fetal, avaliando a homeostasia vascular.

Francisco Paupério, licenciado em Biologia e tem um mestrado em Bioinformática e Biologia Computacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e de Lisboa, respetivamente. Foi um dos Jovens Cientistas NOS Alive 2017 com o projeto “A interação entre o tratamento com antibióticos e a imunidade do hospedeiro durante a infeções intracelular aguda e crónica”. O seu projeto pretendeu explorar o papel da imunidade do hospedeiro na dinâmica de tratamento de infeções agudas e crónicas, com foco em  Mycobacterium tuberculosis e Listeria monocytogenes como sistemas modelo. O Francisco desenvolveu este projeto no grupo de Modelação matemática de processos biolóligicos no IGC, liderado por Erida Gjini.

2016

Ana Eugénio, licenciada em Biologia e mestre em Evolução e Biologia do Desenvolvimento. Ana foi a Jovem Cientista NOS Alive 2016 com o projeto “As diferenças individuais do hospedeiro são relevantes para a virulência e transmissão do parasita”. O seu projeto pretendeu estudar o papel do genótipo do hospedeiro na relação entre virulência parasitária e transmissão, utilizando a Drosophila melanogaster como organismo modelo, no grupo Evolução e Desenvolvimento do IGC, liderado por Élio Sucena.

Tiago de Zoeten, formado em Ciências Biológicas com especialidade em Biologia Evolutiva pela Universidade de Edimburgo, Reino Unido e foi o segundo Jovem Cientista NOS Alive 2016. O seu projeto “Consequências genéticas  e demográficas da perda de habitat e da fragmentação em Madagascar” pretendeu desenvolver modelos e software para analisar as consequências genéticas de perda e fragmentação de habitats das populações e recolher amostras de lémures e outras espécies no norte de Madagáscar para análises genéticas e genómicas. Tiago desenvolveu este projeto no grupo Genética de Populações no IGC, liderado por Lounès Chikhi.

 

2015

Patrícia Santos, é licenciada em Ciências Forenses e Criminais e possui Mestrado em Biologia Humana. Patricia ganhou a bolsa de 2015 em Biodiversidade e desenvolveu o seu projeto no grupo Genética de Populações no IGC, liderado por Lounès Chikhi. A Patricia propôs-se analisar dados genómicos de espécies ameaçadas de extinção para auxiliar na reconstrução de sua história demográfica. Desenvolveu o seu projeto de doutoramento na Università degli Studi di Ferrara, Itália.

Margarida Araújo, é licenciada em Biologia e Mestre em Evolução e Biologia do Desenvolvimento e foi uma das Jovens Cientistas NOS Alive 2015 com uma bolsa em Genética do Cancro para desenvolver um projeto no grupo de Dinâmica da Actina no IGC, liderado por Florence Janody. O seu projeto visou compreender se as mudanças em determinadas proteínas importantes para o funcionamento do esqueleto da célula conduzem ao desenvolvimento do cancro da mama. Depois de terminar a sua bolsa, Margarida inscreveu-se no programa de doutoramento do IGC.

 

2014

Tiago Maié, mestre em Bioinformática e Biologia Computacional venceu uma das bolsas em Biodiversidade para um trabalho que desenvolveu no grupo de Genética das Populações e da Conservação do IGC. O projeto pretendeu estudar o efeito que a perda de habitat e fragmentação das florestas exerce nos lémures e outros vertebrados ameaçados de Madagáscar. Depois de terminar a sua bolsa NOS Alive, Tiago Maié continuou a sua investigação no grupo de Genética de Populações, onde desenvolveu um software que simula cenários demográficos complexos e esteve envolvido num segundo projeto onde é responsável pela criação de um quadro de análise de dados genómicos de uma espécie de primatas que está em risco de extinção na costa oeste da África.

Gonçalo Matos, mestre em Evolução e Biologia do Desenvolvimento venceu uma das bolsas em Genética e Evolução, para um trabalho que está a ser desenvolvido no grupo de Evolução e Desenvolvimento do IGC. O seu projeto pretendeu investigar se existe um elo direto entre o sistema imunitário e a longevidade dos organismos, utilizando para tal, como organismo modelo, a mosca da fruta. Gonçalo Matos desenvolveu o seu doutoramento no grupo de Interações Hospedeiro-microorganismos, no IGC.

 

2013

Helena Teixeira, licenciada em Biologia, venceu uma das bolsas em Biodiversidade para um trabalho desenvolvido no grupo de Genética das Populações e da Conservação do IGC. O seu projeto pretendeu estudar o efeito que a perda de habitat e fragmentação das florestas exerce nos lémures, uma das espécies em risco de extinção em Madagáscar, um local único no Planeta pela sua Biodiversidade e pelo impacto negativo que a mão humana tem tido na mesma. Posteriormente, Helena Teixeira trabalhou no projeto de reflorestação do Parque Nacional da Gorongosa e frequentou o mestrado de Biodiversidade, Genética e Evolução da Universidade de Coimbra.

Filipe Vieira, licenciado em Biologia, venceu uma das bolsas em Microbiologia para um trabalho desenvolvido no grupo de Sinalização de Bactérias do IGC. Durante este projeto, Filipe Vieira investigou os mecanismos moleculares que estão envolvidos na interação entre bactérias e os hospedeiros que infetam, em particular aquelas que ocorrem entre bactérias e insectos que causam a transmissão de doenças em humanos. Filipe Vieira desenvolveu o seu doutoramento no grupo de Sinalização de Bactérias, no IGC.

 

2011

Célia Rodrigues, licenciada em Biologia, venceu uma das bolsas em Biodiversidade para um trabalho desenvolvido no grupo de Genética das Populações e da Conservação do IGC. O seu projeto pretendeu perceber o efeito da perda e da fragmentação do habitat, tanto na estrutura e densidade das populações de lémures, como na sua assinatura genética usando ferramentas moleculares, na ilha de Madagáscar. Posteriormente Célia Rodrigues integrou a University College London, no Reino Unido como técnica de investigação.

Diogo Santos, mestre em Bioinformática e Biologia Computacional, venceu uma das bolsas em Bioinformática para um trabalho desenvolvido no grupo de Genómica Computacional do IGC. Os objetivos do projeto centraram-se na identificação de sequências genéticas responsáveis pelo aparecimento de alguns tipos de cancros, um passo muito importante para a compreensão dos seus mecanismos, usando dados genéticos e técnicas bioinformáticas, permitindo um maior conhecimento do funcionamento dos mecanismos cancerígenos. Diogo Santos desenvolveu o seu doutoramento no grupo de Evolução e Estrutura Genómica do IGC.

 

2010

Sam Viana, licenciado em Biologia, venceu uma das bolsas em Biodiversidade para um trabalho desenvolvido no grupo de Genética das Populações e da Conservação do IGC. O seu projeto pretendeu estimar a densidade de duas espécies ameaçadas de lémures noctívagos do norte de Madagáscar. Sam Viana desenvolveu o seu projeto de doutoramento no grupo de Systems Neuroscience no Champalimaud Research em Lisboa e participou também na organização eventos de ciência e cultura.

Francisco Freixo, licenciado em Biologia, venceu uma das bolsas em Malária para um trabalho desenvolvido no grupo de Doenças Genéticas no IGC. O seu projeto pretendeu estudar fatores que condicionam a infeção e desenvolvimento da malária em populações da ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe. Francisco Freixo desenvolveu o seu projeto de doutoramento no Institute for Research in Biomedicine (IRB) em Barcelona.

 

2009

Alexandre Leitão, licenciado em Biologia, venceu uma das bolsas em Genética e Evolução para um trabalho desenvolvido no grupo de Evolução e Desenvolvimento do IGC. O seu projeto pretendeu desvendar a origem evolutiva do sistema imunitário. Alexandre Leitão, terminou o seu doutoramento em 2014 pela Universidade Nova de Lisboa e é pós-doutorado na Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

João Alves, licenciado em Biologia Aplicada, venceu uma das bolsas em Biodiversidade para um trabalho desenvolvido no grupo de Genética das Populações e da Conservação do IGC. O seu projeto pretendeu estudar o efeito da fragmentação ambiental em algumas espécies de mamíferos de grande porte em risco de extinção. João Alves, concluiu o seu doutoramento em 2014 pela Universidade do Porto e um pós-doutoramento em Vigo, Espanha.

 

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Atualização em 29 junho 2022

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