A escolha do lugar
Alguns testemunhos sobre o processo de seleção e aquisição do terreno onde se edificaram os edifícios e jardins da Fundação Calouste Gulbenkian e onde hoje se ergue o Centro de Arte Moderna e um novo jardim virado a Sul.
Alguns testemunhos sobre o processo de seleção e aquisição do terreno onde se edificaram os edifícios e jardins da Fundação Calouste Gulbenkian e onde hoje se ergue o Centro de Arte Moderna e um novo jardim virado a Sul.
A inauguração, no dia 9 de novembro de 1970, do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian representou um marco não só para as crianças com Paralisia Cerebral e para os seus pais, como também para os técnicos de saúde e de educação.
Entre os milhares de títulos da biblioteca de Calouste Gulbenkian, encontra-se um conjunto de livros e revistas dedicados à moda, que revelam o interesse e a atenção do Colecionador às tendências do seu tempo.
Assista à homenagem a Robert C. Smith, investigador e divulgador do património artístico luso-brasileiro do barroco, entre os anos 40 e 70 do século XX.
Usados durante séculos para orientar o tempo e o quotidiano, os almanaques combinam informação prática, observação astronómica e textos ilustrados, como demonstram dois exemplares da Biblioteca de Calouste Gulbenkian.
A Biblioteca de Arte celebra o centenário do nascimento de Querubim Lapa (1925-2016) mostrando o livro de poemas “Ode à amizade”, oferecido por António Reis, que o artista transformou em obra única ao intervencioná-lo com desenhos e pinturas.
No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Marcelino Vespeira, destacamos a longa e multifacetada relação entre o artista e a Fundação.
Conheça o trabalho de conservação, organização e descrição do espólio de Helena Almeida, um recurso indispensável para compreender a vida e a obra da artista, doado à Biblioteca de Arte em 2022.
Neste depoimento, o artista aborda aspetos da sua obra e fala da sua decisão de doar à Fundação Calouste Gulbenkian o seu espólio documental.
Inspirado numa moeda grega da coleção de Calouste Gulbenkian, o selo da Fundação adotou a quadriga como emblema dos seus quatro fins estatutários: Arte, Beneficência, Ciência e Educação.
A correspondência familiar existente nos Arquivos Gulbenkian revela-nos o contexto da infância de Mikaël e os sobressaltos que levaram o seu avô, Calouste, a assumir o controlo da educação do rapaz.
A Revolução de 25 de Abril de 1974 marcou uma mudança histórica em Portugal, dando início a um processo de democratização política, social e cultural. Preconizava-se a construção de uma sociedade mais justa e participativa que teria na Cultura um dos seus instrumentos fundamentais.
Os Arquivos Gulbenkian dão a conhecer alguns testemunhos documentais relacionados com a viagem que Azeredo Perdigão realizou à Guiné-Bissau, entre 14 e 19 de janeiro de 1973, a convite do General António de Spínola, Governador e Comandante-Chefe das Forças Armadas daquela Província ultramarina.
A Biblioteca de Arte recorda a Exposição Internacional das Artes Decorativas e Indústrias Modernas, realizada em Paris, entre abril e outubro de 1925.
O apoio da Fundação Calouste Gulbenkian na aquisição de aviões-ambulância em Angola e Moçambique e a sua contribuição para a criação do Serviço Médico Aéreo de Moçambique nas décadas de 60 e 70 do século XX.
A I Exposição de Artes Plásticas, que decorreu em Lisboa entre 7 e 30 de dezembro de 1957, constituiu um dos primeiros grandes eventos da Fundação, tendo contribuído para a construção e afirmação da sua imagem institucional e para definir as principais formas de apoio que a instituição privilegiaria nas décadas seguintes no que concerne à Arte Moderna e Contemporânea.
O quotidiano doméstico da residência de Calouste Gulbenkian em Paris em finais da década de 1940 é-nos revelado de forma inesperada através dos registos contabilísticos da casa.
No ano em que se assinalam os 35 anos da primeira apresentação, nos Encontros ACARTE, da Companhia Tanztheater Wuppertal, dirigida por Pina Bausch, neste texto recorda-se a participação e a influência desta bailarina e coreógrafa de renome internacional na programação da Fundação Calouste Gulbenkian.
O projeto de preservação desta coleção aqui reportado decorreu entre setembro de 2022 e julho de 2023 e foi desenvolvido no âmbito de um estágio do Mestrado em Conservação e Restauro da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.