Calouste Gulbenkian: um Colecionador de Arte em Inglaterra
Os anos que Gulbenkian passa em Londres correspondem à primeira fase da conceção da sua coleção, exercendo uma grande influência sobre o seu colecionismo.
Os anos que Gulbenkian passa em Londres correspondem à primeira fase da conceção da sua coleção, exercendo uma grande influência sobre o seu colecionismo.
Gulbenkian estudou ao pormenor todos os aspetos da residência antes de iniciar os trabalhos de renovação, consultando vários arquitetos e outros profissionais que contribuíram para a transformação do imóvel.
Em 1922, Calouste Gulbenkian adquiriu uma propriedade em Paris, um palacete situado no n.º 51 da Avenue d’Iéna, no centro da cidade, que pertencera ao grande colecionador Rodolphe Kann.
No início do século XX, Hagop estabeleceu um negócio de venda de obras em Londres, em Bishopsgate, perto da empresa da família Gulbenkian, que se ocupava da importação de tapetes.
Calouste Gulbenkian começou a adquirir obras de arte no final do século XIX, conduzido sobretudo pelo seu gosto pessoal. Contudo, muitas das suas compras foram concretizadas após longas conversações com especialistas e negociantes de arte.
Rodolphe ficou conhecido por procurar obras raras e valiosas, recorrendo frequentemente a conselhos de especialistas e conhecedores do mercado da arte.
Alma-Tadema trabalhou com vários artistas belgas de renome. A sua obra evoluiu para a conceção de cenários e figurinos, bem como peças de mobiliário.
As obras da Coleção são oriundas de diferentes locais, passando pelas mãos de distintos negociantes e proprietários, nomes que marcaram a história da arte.
Considerado um dos mais originais e criativos artistas do século XVIII, Watteau foi protagonista de uma carreira prolífica, embora com um fim precoce.
Um dos mais sonantes nomes da pintura francesa, com fortes ligações ao movimento impressionista, marca presença na Coleção do Fundador com duas telas.
A coleção de obras de arte egípcia reunida por Calouste Gulbenkian atesta o enorme fascínio do colecionador em torno desta civilização.
Tokaido ganhou grande popularidade nas artes e na literatura, sendo frequentemente escolhido como tema por artistas contemporâneos.
Calouste Gulbenkian viveu em França até 1942, quando a Segunda Guerra Mundial o obrigou a repensar a permanência no país. O plano inicial seria mudar-se, juntamente com a sua coleção, para os Estados Unidos. A sua passagem por Lisboa acabou por se tornar definitiva.
De origens arménias, Calouste Gulbenkian nasceu em Scutari (atualmente Üsküdar, Turquia) e esteve sempre ligado às suas origens.
Françoise-Claude-Marie-Rosalie Duplant (n. 1745) foi uma famosa cantora de ópera, cuja atividade se desenrolou durante o século XVIII em França.
Esta terá sido a primeira obra em que o mestre joalheiro usou o marfim. Lalique ficaria conhecido por explorar materiais exóticos, pouco usuais na época, criando joias e objetos com um elevado grau de pormenor.
Léon Leenhoff (1852-1927), também conhecido como Léon Édouard Koëlla, foi um músico francês, enteado de Édouard Manet.