De novo. Como novo
Reabertura do Museu Gulbenkian
No dia 18 de julho, o Museu Calouste Gulbenkian volta a abrir as suas portas, um ano e meio depois de ter encerrado para obras de renovação.
O espaço reencontra a harmonia do projeto original, reforçando o diálogo entre arte, arquitetura e natureza que sempre o distinguiu.
A reabertura assinala o 70.º aniversário da Fundação Gulbenkian, um marco que se reflete em cada detalhe da renovação, da atenção aos materiais originais às novas soluções que trazem para o presente o espírito de 1969.
Entrada gratuita até 26 de julho
A entrada no Museu é feita em intervalos de 10 minutos.
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Reservar| Horário | |
| Segunda | 10:00 – 18:00 |
| Terça | Encerrado |
| Quarta | 10:00 – 18:00 |
| Quinta | 10:00 – 18:00 |
| Sexta | 10:00 – 18:00 |
| Sábado | 10:00 – 21:00 |
| Domingo | 10:00 – 18:00 |
As atividades são gratuitas, reserve os seus bilhetes online.
No espírito de 1969
A renovação foi pensada para recuperar a coerência do projeto original, concebido pelos arquitetos Ruy Jervis d'Athouguia, Alberto Pessoa e Pedro Cid, com a colaboração do museólogo Georges-Henri Rivière e do arquiteto Franco Albini. Um estudo aprofundado de plantas de arquivo e fotografias de época permitiu devolver aos espaços os materiais e a atmosfera que definiam o Museu nos anos 60 – a seda, a alcatifa, a madeira, o bronze, o vidro e o betão.
Em diálogo com a Natureza
A renovação recuperou o diálogo entre as galerias e os jardins. Os espaços expositivos voltam a abrir-se para os pátios interiores, com um estudo cuidado da luz natural ao longo do ano. Na secção das lâmpadas de mesquita, substituíram-se as antigas persianas por películas filtrantes, que protegem as peças da luz solar sem bloquear a vista para o jardim interior.
O que vai encontrar de novo
Entre as novidades, destaca-se a nova sala de numismática, criada a partir de um antigo gabinete de trabalho nunca aberto ao público. O baixo-relevo assírio foi restaurado e ganha agora uma posição mais central na galeria, e a alcatifa esverdeada regressa às Galerias da Europa, criando uma continuidade visual entre os espaços interiores e a vegetação exterior. Já a Sala Lalique, completamente renovada, passa a incluir também pinturas de Burne-Jones e Sargent.
Bastidores
Acompanhe o percurso de transformação do Museu, com imagens dos bastidores, trabalhos de conservação e restauro e testemunhos das equipas envolvidas.
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