Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura da Colecção Calouste Gulbenkian

Exposição organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian com o intuito de divulgar a arte portuguesa contemporânea através de exposições itinerantes realizadas no continente e ilhas. Constituiu a primeira exposição itinerante da FCG e um marco inaugural de apresentação da coleção de arte moderna e contemporânea da Fundação.
Exhibition organised to promote Portuguese contemporary art in a series of travelling shows staged in mainland Portugal, the Azores and Madeira. The exhibition was the Calouste Gulbenkian Foundation’s first travelling show and was the public’s first look at the Collection’s modern and contemporary art collection.

Exposição organizada de modo a cumprir uma das intenções de atuação da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) no campo artístico, desde sempre defendida pelo seu presidente: levar a arte portuguesa contemporânea a todo o país, das ilhas ao interior, através de exposições itinerantes.

A descentralização e a divulgação da arte portuguesa em território nacional foi encarada, a partir desta exposição, como um propósito cultural da FCG. As exposições eram entendidas e concebidas como «verdadeiros “instrumentos de cultura” ao serviço das populações» (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho…, 1962).

O repto terá sido lançado pelo bibliotecário do Museu Regional de Angra do Heroísmo, João Dias Afonso (1923-2014), que auscultou a FCG, ainda em 1961, acerca da possibilidade de comparticipação numa mostra de arte portuguesa contemporânea no referido museu (Apontamento do Serviço de Belas-Artes, 24 jul. 1962, Arquivos Gulbenkian, SBA 15345).

Tendo a FCG semelhante intenção, aceitou a proposta, repensando-a em moldes mais abrangentes e enquadrando-a num programa de itinerância. A exposição foi, desta forma, um marco inaugural da apresentação da coleção de arte moderna e contemporânea da FCG e, ainda, a sua primeira exposição itinerante.

No catálogo da exposição, de 1962, reafirma-se a intenção de apresentar, no país e no estrangeiro, importantes exposições panorâmicas de arte portuguesa. Essa intenção viria a ser concretizada em 1967 e 1968 pela exposição «Arte Portuguesa do Naturalismo aos Nossos Dias», de itinerância circunscrita a Paris, Madrid e Bruxelas.

A decisão de levar a primeira exposição itinerante da FCG aos Açores e à Madeira prendeu-se com o fraco acesso aos bens culturais por parte destas populações, em contraste com o território continental, onde a circulação de bens culturais, apesar dos constrangimentos, se realizava de forma mais facilitada. Ficou também assente, desde o início, a intenção de levar posteriormente a exposição a várias localidades do interior do país.

A exposição foi, assim, apresentada inicialmente nos Açores (Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta) e na Madeira (Funchal), durante o último trimestre de 1962. Seguiu-se, nos anos seguintes (1963-64), a apresentação no continente, passando pelas Caldas da Rainha, Leiria, Figueira da Foz, Lamego, Viseu, Aveiro, Castanheira de Pera e, no Interior Sul, por Évora e Estremoz.

A exposição contou com obras de 45 artistas nacionais, com idades entre os 20 e os 80 anos (o ilustrador Bernardo Marques viria a falecer uns dias antes da inauguração da exposição). Foram selecionados artistas cujas obras haviam sido adquiridas pela FCG em exposições anteriores, como política de auxílio aos artistas nacionais, que não obedecia, inicialmente, a um programa fundamentado de constituição de uma coleção de arte moderna e contemporânea.

A seleção recaiu sobre a obra de artistas representativos de várias gerações, em fases de «maturidade» e tendências artísticas distintas. Essa indicação é dada na própria introdução do catálogo, que procura, desde logo, justificar eventuais omissões: «Poderia, por conseguinte, esboçar-se uma relativa correspondência entre a actual situação das artes plásticas no país, tal como a têm documentado aquelas mesmas exposições e a conjuntura da própria colecção, formada, como não será demais insistir, com exclusão de qualquer propósito estruturado para organização de uma galeria de arte contemporânea. Assim se explicariam a prevalência da pintura no conjunto, o menor número de obras de escultura e de desenho e até, em certa medida, a ausência de um ou outro nome que, por vezes, apenas significa que, ultimamente, não tem exposto.» (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura…, 1962)

Uma vez que esta exposição se destacou por ser a primeira seleção de obras da FCG a ser publicamente apresentada, o texto introdutório do catálogo da exposição denuncia, pelas aprofundadas justificações, as cautelas e preocupações tidas em conta na realização deste primeiro evento.

A FCG demite-se expressamente de «qualquer intenção de balanço das nossas artes plásticas de hoje», o que pode ser entendido como um travão às críticas ao seu posicionamento perante as tendências artísticas nacionais aquando da primeira e segunda edições da Exposição de Artes Plásticas (em 1957 e 1961, respetivamente) (Apontamento do Serviço de Belas-Artes, 2 ago. 1962, Arquivos Gulbenkian, SBA 15345).

Para garantir uma maior «justiça» na representatividade do conjunto de obras a apresentar, foram ainda adquiridas, expressamente para o evento, obras de artistas premiados nas duas primeiras edições da Exposição de Artes Plásticas, uma vez que, à data, esses prémios pecuniários não contemplavam a incorporação das obras a concurso. A necessidade de integrar obras desses artistas seria ainda uma forma de confirmar os seus méritos e o valor do julgamento do júri de premiação.

Declaradamente, esta exposição assume uma posição conciliatória entre tendências artísticas «pelo entendimento de uma linguagem que no seu vocabulário comporta, a par de expressões remanescentes ou redescobertas de visão naturalista, linhas de clivagem decorativistas ou construtivistas da mensagem Cézaniana, os símbolos e os sinais da abstracção, a gramática das linhas e das cores» (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura…, 1962).

Nas palavras do diretor do Serviço de Belas-Artes da FCG, Artur Nobre de Gusmão (1920-2001), fica expressa a preocupação de justificar o processo de aquisições e incorporações de obras de arte: «Não tem a Fundação culpa de que seja predominante nas exposições que entre nós se efectuam a arte abstracta. No seu desejo altruísta e isento de ajudar os artistas, tem-lhes comprado, escolhendo entre o que lhe é oferecido comprar, posição que nem sempre tem sido bem entendida.» (Apontamento do Serviço de Belas-Artes, 2 ago. 1962, p. 3, Arquivos Gulbenkian, SBA 15345)

No rescaldo das duas anteriores Exposições de Artes Plásticas, a prudência foi, de facto, o rumo que norteou a organização desta exposição inaugural da coleção da FCG. As considerações de Artur Nobre de Gusmão deixam antever essas mesmas preocupações: «A uma exposição didáctica não convém uma estrutura que, em vez de cativar o público, o venha a repelir. Certas correntes actuais da Pintura podem muito facilmente provocar, em público menos preparado, uma reacção de choque que o afaste.» (Ibid., p. 2)

Por estes motivos, para facilitar o contacto do público com as obras, escolheu-se recuperar alguma linguagem naturalista e figurativa e apresentar gradualmente elementos de desconstrução objetal, até ao confronto com a arte abstrata, entendida, pelos organizadores, como sendo uma expressão menos familiar.

Entre as decisões tomadas, foi desde logo suprimida a escultura, devido ao ainda incipiente núcleo constituído pela FCG e às dificuldades logísticas do transporte das peças. A inclusão da gravura é justificada não apenas por ser uma técnica então amplamente desenvolvida na produção artística moderna, mas também para reafirmar o apoio que tinha vindo a ser dado pela FCG aos artistas que a esta se dedicavam, através da atribuição de um subsídio à Cooperativa de Gravadores Portugueses, destinado à compra de material e apetrechamento das instalações da Travessa do Sequeiro, em Lisboa.

O comissariado da exposição foi entregue, conjuntamente, ao arquiteto Sommer Ribeiro (1924-2006) e ao pintor Fernando de Azevedo (1923-2002), e contou com a museografia de Américo Silva (1930). Esta equipa técnica deslocou-se a todos os locais da exposição.

Houve ainda a preocupação de se publicar um folheto da exposição em língua inglesa, com referência às obras e biografia dos artistas, situação que se justificava, na época, pela numerosa população norte-americana que habitava a ilha Terceira, devido à utilização da Base Aérea n.º 4, nas Lajes.

Foram identificados como principais objetivos para a realização desta exposição a já referida tentativa de descentralização e a vontade de dar a conhecer o talento dos «autores portugueses vivos» (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura…, 1962).

De facto, a principal intenção da FCG recaiu em «estimular o convívio com a obra de arte», diligenciando o contacto direto com as obras, com a «vida das formas», e promovendo uma consciência artística nacional (Ibid.).

Numa leitura sobre as disposições programáticas da FCG, esta exposição pode ser compreendida como um momento conciliatório, onde se procurou maior consenso com um público mais alargado, diluindo polémicas passadas. De certa forma, esta prudência acabaria por influir na própria política de aquisições para a Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, que incidiu, desta feita, em obras de «linguagem menos hermética» (Apontamento do Serviço de Belas-Artes, 2 ago. 1962, p. 3, Arquivos Gulbenkian, SBA 15345).

O público reagiu favoravelmente à iniciativa, com uma enorme afluência de visitantes em todas as localidades onde se realizou a mostra, assim como a imprensa escrita, nomeadamente a de âmbito regional, que divulgou amplamente a itinerância da exposição.

Filipa Coimbra, 2016

Exhibition organised to fulfil one of the Calouste Gulbenkian Foundation’s (FCG) intentions to play a part in the artistic field. These intentions have always been supported by its president: to take contemporary Portuguese art on travelling exhibitions across the whole country, to Portugal’s islands and to inland areas of the mainland.

The focus on decentralising and promoting Portuguese art within the country was taken on as a cultural endeavour to be accomplished by the FCG, starting with this exhibition. The exhibitions were seen and conceptualised as “true ‘culture instruments’ at the service of the population” (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura da …, 1962).

The challenge was posed by the librarian of the Museu Regional de Angra do Heroísmo (Azores), João Dias Afonso (1923-2014), who in 1961 discussed with the FCG the possibility of co-funding an art exhibition on contemporary Portuguese art at the museum (Note by the Fine Arts Department, 24 Jul. 1962, Gulbenkian Archives, SBA 15345).

As the FCG had a similar intention, this proposal was immediately followed up, rethought across more comprehensive lines and incorporated into a travelling programme.

This exhibition represents a starting point for FCG modern and contemporary art collection exhibitions and, moreover, it was the Foundation’s first travelling exhibition.

The exhibition catalogue also reaffirms the intention to organise, from that point on, important panoramic exhibitions of Portuguese art within the country and abroad, highlighting, even in 1962, a goal that would be accomplished by the exhibition Arte Portuguesa do Naturalismo aos Nossos Dias, which travelled to Paris, Madrid and Brussels in 1967 and 1968.

The decision to take the first FCG travelling exhibition to the islands (Azores and Madeira) was based on the disparity in access to cultural assets between these populations and the mainland, where travel, despite restraints, was easier. It was also agreed from the beginning that the exhibition would travel to various locations in inland areas of the country.

The exhibition was initially presented during the first trimester of 1962 in the Azores (Angra do Heroísmo, Ponta Delgada and Horta) and in Madeira (Funchal). In the following years (1963-64), the exhibition was held in mainland Portugal, from Caldas da Rainha, Leiria, Figueira da Foz, Lamego, Viseu, Aveiro, Castanheira de Pêra to Évora and Estremoz, inland towns in the south.

The exhibition showcased the work of 45 national artists aged between 20 and 80 (the illustrator Bernardo Marques would pass away days before it opened). Artists whose works had been acquired by the FCG in past exhibitions were selected. These works were acquired as a policy to support national artists and initially did not obey follow a plan to form a modern and contemporary art collection.

The selection favoured works by artists representing various generations at different stages of “maturity” and with differing artistic tendencies. That note is made in the catalogue introduction itself in an attempt to justify possible gaps and omissions:

“Consequently, an outline of a relative correspondence could be established between the current situation of visual arts in the country, as documented by these exhibitions and the scenario surrounding the collection, which has been formed, it must be stressed, without any structured aim to organise a contemporary art gallery. This explains the prevalence of painting among the works presented, the smaller number of sculptures and drawings and, to a certain extent, the absence of a name or other that sometimes simply means that the artist has not had their work exhibited” (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura …, 1962).

Since this exhibition stood out as the first in which the Calouste Gulbenkian Foundation publicly presented a selection of its works, the introductory text of the exhibition catalogue clearly reports, with detailed justifications, the considerable precautions and concerns the FCG had to address when carrying out this first event.

The FCG strictly distances itself from “any intention to make an assessment of our visual arts today”, which can be interpreted as an attempt to stop criticism towards the FCG’s position regarding Portugal’s artistic tendencies at the time of the first and second Exposições de Artes Plásticas (in 1957 and 1961 respectively) (Note by the Fine Arts Department, 2 Aug. 1962, Gulbenkian Archives, SBA 15345).

To ensure that the artworks to be presented were a fair representation of modern and contemporary Portuguese art, works from the prizewinning artists at the first and second Calouste Gulbenkian Foundation Exposições de Artes Plásticas were specifically acquired for this event — since such pecuniary prizes did not include the acquisition of the competing works. The inclusion of these works of art would also be a way of confirming the artists’ merit and the judges’ decisions.

The exhibition openly took a position to reconcile artistic trends:

“(…) by understanding a language that comprises in its vocabulary, along with remaining or rediscovered expressions of a naturalistic vision, lines of decorative or constructivist cleavage from the Cezanian message, the symbols and signs of abstraction, the grammar of lines and colours” (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura …, 1962).

In the words of the director of the FCG Fine Arts Department, Artur Nobre de Gusmão (1920- 2001), the concern to justify the Foundation’s processes for acquiring and integrating works was underlined:

“The Foundation is not to blame for the fact that abstract art is predominant in the exhibitions organised by us. In its independent and altruistic desire to help artists, it has been buying from them, choosing from what they have to offer — a position that has not always been well understood” (Note by the Fine Arts Department, 2 Aug. 1962, p. 3, Gulbenkian Archives, SBA 15345).

Following the two previous Exposições de Artes Plásticas, this first display of modern and contemporary Portuguese art from the FCG collection was organised on the basis of prudence. Such concerns were revealed by Artur Nobre de Gusmão:

“A structure which, instead of captivating the public, repels it, does not suit a didactic exhibition. Certain current painting movements could easily provoke, in a less prepared audience, a shock that could ward people off” (ibid., p. 2).

For these reasons and in order to bring the public closer to the works, it was decided to recover some naturalistic and figurative language and gradually introduce elements of deconstruction of objects up to facing abstract art, understood by the organisers as being a less familiar form of expression.

One of the decisions made was to eliminate sculpture due to the Foundation’s incipient collection and the logistical difficulties of transporting the pieces.

The inclusion of printmaking is justified not only by its development in modern artistic production, but also by the need to reaffirm the support given by the FCG to artists working with it. This support was implemented by means of a subsidy given to the Cooperativa de Gravadores Portugueses to purchase supplies and fit out the facilities at Travessa do Sequeiro, in Lisbon.

The appointed curators were architect Sommer Ribeiro (1924-2006) and painter Fernando de Azevedo (1923-2002). The exhibition received museographic planning help from Américo Silva (1930). This technical team went to all the venues where the exhibition took place. There was also a concern to publish a brochure for the exhibition in English, mentioning the works and biographies of the artists, justified at the time by the large American population that lived on Terceira Island in the Azores, due to the use of Air Base No. 4 at Lajes Field.

The main objectives for this exhibition were the already mentioned attempt to decentralise and a desire to showcase the talent of “living Portuguese artists” (Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura …, 1962).

In fact, the main intention of the Calouste Gulbenkian Foundation was to “stimulate interaction with the artworks”, providing direct contact with the works, the “life of the forms” and promoting national artistic awareness (ibid.).

If we analyse the details of the FCG’s programme, we find this exhibition to be a conciliatory moment, where greater consensus was sought with a wider audience, diluting past controversies. To a certain extent, this prudence would eventually influence the acquisition policy for the Modern Collection of the FCG Museum, which focused on works with a “less hermetic language” (Note by Fine Arts Department, 2 Aug. 1962, p. 3, Gulbenkian Archives, SBA 15345).

The public reacted favourably to the initiative, with a huge influx of visitors at every location where the exhibition was held, as did the print media, especially the regional press, which widely publicised the exhibition’s tour.


Ficha Técnica


Artistas / Participantes


Coleção Gulbenkian

Praça de Camões

Abel Manta (1888-1982)

Praça de Camões, 1954 / Inv. 62P75

S/Título

Alice Jorge (1924-2008)

S/Título, 1961 / Inv. 62P254

Terra Trabalhada

António Charrua (1925-2008)

Terra Trabalhada, 1961 / Inv. 61P1154

Do Sofrimento

António Costa Pinheiro (1932- 2015)

Do Sofrimento, 1960 / Inv. 60P248

Crepúsculo colorido

António Soares (1894-1978)

Crepúsculo colorido, 1925 / Inv. DP866

Espaço II

Artur Bual (1926 - 1999)

Espaço II, 1960 / Inv. 60P242

Chaminés de Londres

Bartolomeu Cid dos Santos (1931- 2008)

Chaminés de Londres, 1957 / Inv. GP1981

s/título

Bernardo Marques (1898-1962)

s/título, Inv. DP34

Lisboa

Carlos Botelho (1899-1982)

Lisboa, 1962 / Inv. 62P256

Paisagem

Celestino Alves (1913-1974)

Paisagem, 1961 / Inv. 62P171

A Família

Dordio Gomes (1890-1976)

A Família, 1937 / Inv. 62P261

Natureza morta

Eduardo Viana (1881-1967)

Natureza morta, 1961 / Inv. 61P781

Brooklyn  N.Y.

Emmerico Nunes (1888-1968)

Brooklyn N.Y., 1939 / Inv. 58P1419

Parque

Estrela Faria (1910-1976)

Parque, Inv. P1544

s/título

Fernando de Azevedo (1923-2002)

s/título, 1961 / Inv. 62P257

Série 1 - n.º 8

Fernando Lemos (1926-2019)

Série 1 - n.º 8, 1960 / Inv. DP1380

sem título

Flor Campino

sem título, 1961 / Inv. P1545

Pintura

Gonçalo Duarte (1935-1986)

Pintura, c. 1960 / Inv. 60P247

Telhados de Paris

João Navarro Hogan (1914-1988)

Telhados de Paris, 1958 / Inv. 61P173

Meu Amor

João Vieira (1934-2009)

Meu Amor, 1960 / Inv. 60P249

S/Título

Jorge Martins (1940-)

S/Título, 1961 / Inv. 62P255

Duplo retrato

José de Almada Negreiros (1893-1970)

Duplo retrato, 1934/36 / Inv. 62P260

S/ Título

José Escada (1934-1980)

S/ Título, c. 1960 / Inv. DP1064

Paisagem

José Júlio Andrade dos Santos (1916-1963)

Paisagem, 1961 / Inv. 61P462

Cena na Praia

Júlio Pomar (1926-2018)

Cena na Praia, 1959-1960 / Inv. 62P259

Pintura

Júlio Resende (1917-2011)

Pintura, 1961 / Inv. 62P258

Outubro

Lourdes Castro (1930-2022)

Outubro, 1959 / Inv. 60P245

Tailândia

Luís Demée (1929-2014)

Tailândia, 1959 / Inv. 59P1184

Mulher da bilha (Alfama)

Manuel Bentes (1885-1961)

Mulher da bilha (Alfama), Inv. 58P657

Abstracção

Manuel Trindade D' Assumpção (1926-1969)

Abstracção, 1960 / Inv. 60P133

Óleo 170

Marcelino Vespeira (1925-2002)

Óleo 170, 1961 / Inv. 62P106

Lisboa

Maria Clementina Carneiro de Moura (1898-1992 )

Lisboa, 1961 / Inv. 61P74

Natureza-Morta

Maria Eugénia Fernandes Noronha (1932-)

Natureza-Morta, Inv. 58P1549

sem título

Maria Velez (1935-)

sem título, 1961 / Inv. GP1946

Paisagem

Mário de Oliveira (1916-)

Paisagem, 1958 / Inv. 58P1452

Pintura

Menez (1926-1995)

Pintura, 1961 / Inv. 62P188

s/título

Mily Possoz (1888-1968)

s/título, Inv. DP44

Bairro Proibido

Nuno de Siqueira (1929-2007)

Bairro Proibido, 1957 / Inv. 58P243

Casas

Rui Filipe (1928-1997)

Casas, c.1957 / Inv. 58P1114

Praça de Camões

Abel Manta (1888-1982)

Praça de Camões, 1954 / Inv. 62P75

Lisboa

Carlos Botelho (1899-1982)

Lisboa, 1962 / Inv. 62P256

A Família

Dordio Gomes (1890-1976)

A Família, 1937 / Inv. 62P261

s/título

Fernando de Azevedo (1923-2002)

s/título, 1961 / Inv. 62P257

Duplo retrato

José de Almada Negreiros (1893-1970)

Duplo retrato, 1934/36 / Inv. 62P260

Cena na Praia

Júlio Pomar (1926-2018)

Cena na Praia, 1959-1960 / Inv. 62P259

Pintura

Júlio Resende (1917-2011)

Pintura, 1961 / Inv. 62P258

Pintura

Menez (1926-1995)

Pintura, 1961 / Inv. 62P188


Eventos Paralelos

Concerto

Orquestra de Câmara Gulbenkian

1964
[Desconhecido]
Évora, Portugal
Visita(s) guiada(s)

[Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura da Colecção Calouste Gulbenkian]

out 1962
Museu Regional de Angra do Heroísmo
Angra do Heroísmo, Portugal
nov 1962
Museu Carlos Machado
Ponta Delgada, Portugal
dez 1962
Sociedade Amor da Pátria
Horta, Portugal
jul 1963
Castelo de Leiria
Leiria, Portugal
2 jul 1963
Museu José Malhoa
Caldas da Rainha, Portugal
ago 1963
Museu Regional de Lamego
Lamego, Portugal
ago 1963
Grémio Comercial da Figueira da Foz
Figueira da Foz, Portugal
set 1963
Museu Nacional Grão Vasco
Viseu, Portugal
Conferência / Palestra

[Arte Portuguesa Contemporânea]

jul 1963
Museu José Malhoa
Caldas da Rainha, Portugal
jul 1963
Castelo de Leiria
Leiria, Portugal
ago 1963
Grémio Comercial da Figueira da Foz
Figueira da Foz, Portugal
1964
Lusitano Ginásio Clube de Évora
Évora, Portugal

Publicações


Material Gráfico


Fotografias


Multimédia


Documentação


Imprensa


Fontes Arquivísticas

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA 15345

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém ofícios internos, aquisição de obras, correspondência com instituições, cartografia, orçamentos, elementos para o catálogo, cartas de agradecimento dos artistas participantes, fotografias referentes à itinerância nos Açores e na Madeira e listas de obras. 1961 – 1964

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA 25437

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém o folheto da exposição. 1963

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA 25129

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém catálogos da exposição. 1962 – 1963

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA 16187

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém recortes de imprensa relativos à exposição itinerante organizada em diversas cidades do país. 1962 – 1963

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Exposições e Museografia), Lisboa / SEM-S007-P0308-D00966

27 provas, p.b.: aspetos (Açores, Portugal) 1962 – 1962

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Exposições e Museografia), Lisboa / SEM-S007-P0308-D00967

1 prova, p.b.: aspeto (Galeria do Castelo de Leiria, Leiria) 1963

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Exposições e Museografia), Lisboa / SEM-S007-P0308-D00968

1 prova, p.b.: aspeto (Estremoz) 1964

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Projectos e Obras), Lisboa / I04-016

Álbum com provas fotográficas das exposições «Arte Britânica no Século XX» (Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto; SNBA, Lisboa; Associação Académica de Coimbra); «Exposição Documentos e Manuscritos da Música de Minas Gerais» (não estudada); «Exposição Comemorativa do Centenário de Claude Debussy» (Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa); «Arte Portuguesa Contemporânea. Pintura, Desenho e Gravura da Colecção Calouste Gulbenkian» (Museu Regional de Angra do Heroísmo e Museu Carlos Machado, Ponta Delgada); «Instrumentos Musicais Populares Portugueses» (FCG, Lisboa); «Temas Musicais nas Obras de Arte do Museu de Arte Antiga» (MNAA, Lisboa); Exposição Itinerante Arte Portuguesa Contemporânea (Sociedade Amor da Pátria) 1962

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA-S004-P0012-D02453

17 provas, p.b.: aspetos (Museu Quinta das Cruzes, Funchal) 1962


Exposições Relacionadas

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