Exposição “Curador por um dia!”

Se pudesse fazer uma exposição e ser curador por um dia, que obra de arte escolheria para enfrentar o futuro?

Esta foi a pergunta que lançámos ao nosso público, num desafio para criarmos em conjunto uma exposição virtual participativa em resposta aos tempos que atravessamos.

Agradecemos as mais de 400 submissões que fomos recebendo ao longo destes últimos dias, repletas de mensagens criativas, de memórias e de votos de um futuro melhor.

Com esta exposição iniciamos as comemorações do Dia Internacional dos Museus 2020.

Bem-vindos!

Jorge Molder, “O Pequeno Mundo”, 2000. Fotografia impressa com sais de prata. Coleção Moderna
"Se" cada um, no nosso pequeno mundo, assumirmos a nossa presença como uma mais valia dos nossos atos, enfrentando-o, contribuímos para o futuro. — Susana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/o-pequeno-mundo-140402/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Sonia Delaunay, “Chanteur Flamenco (dit Petit Flamenco)”, 1916. Guache sobre papel. Coleção Moderna
Faz-me querer dançar, faz-me feliz, deixa-me concentrada, preparada, descontraída e confiante, pronta para enfrentar todos os desafios. — Andreia <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/chanteur-flamenco-dit-petit-flamenco-147890/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Inês Cannas, Sem título (PIQ 6), 2000. Óleo sobre madeira. Coleção Moderna
É descobrir a natureza como se ela tivesse sido gerada naquele instante! Como se fosse mais antiga que o tempo. — Catarina <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/stitulo-piq-6-156288/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Jorge Martins, “Instalação”, 1993. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
Esta epidemia veio provar a urgência de um regresso ao essencial, de agarrar a oportunidade para instalar um novo paradigma económico: pelo planeta e pela humanidade. — Carmo <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instalacao-139420/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Pierre-Auguste Renoir, “Retrato de Madame Claude Monet”, c. 1872-1874. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
Porque é tempo de sair do sofá e agarrar a vida que está à nossa espera fora de portas. — Fernando <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/retrato-de-madame-claude-monet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Inês Cannas, Sem título (PIQ 3), 1999. Óleo sobre madeira. Coleção Moderna
Depois da tempestade vem sempre a bonança. — Alexandre <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/stitulo-piq-3-156290/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
António Júlio Duarte, “Diver, Osaka #388, Japan 1997”, 1997-2017. Impressão a jato de tinta. Coleção Moderna
Esta imagem representa o confinamento. Presos e com falta de ar. Devemos agora dar maior importância às pequenas coisas que perdemos. — Miguel <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/diver-osaka-388-japan-1997/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Amadeo de Souza-Cardoso, “Trou de la serrure PARTO DA VIOLA Bon ménage Fraise avant garde”, 1916. Óleo, pochoir e verniz sobre tela. Coleção Moderna
Remete para a cor, para a música e para todas as sensações físicas que nos foram temporariamente retiradas e que se quer que renasçam novamente. — Paula <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/trou-de-la-serrure-parto-da-viola-bon-menage-fraise-avant-garde-139950/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Willie Doherty, “Undercover / Unseen”, 1985. Fotografia a preto-e-branco com texto, montada em alumínio. Coleção Moderna
O caminho algo difuso, dificil de ultrapassar e a falta de água no caudal, poderia retratar os problemas que hoje vivenciamos. Marcar para futuro. — Joaquim <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/undercover-unseen/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Helena Almeida, “Ouve-me”, 1979. Vídeo Super 8, Vídeo DVD e Vídeo VHS. Coleção Moderna
A cortina separa a voz de quem gritar ao mundo que temos de mudar para mudar o mundo. Mas a cortina é ténue e o som da voz passará mesmo que menos nítido. — Paula <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/ouve-me-145250/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
José Dominguez Alvarez, “Casario e figuras de um sonho”. Óleo sobre cartão prensado e tela. Coleção Moderna
As personagens, embora juntas num espaço público, estão ausentes e ensimesmadas. Anos de 1930, 2020? — Domingos <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/casario-e-figuras-de-um-sonho-138876/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Ana Vieira, “Ambiente – Sala de Jantar”, 1971. Rede, prato em loiça, copos de vidro, faca em inox, CD-Rom, madeira pintada de branco, nylon pintado a spray azul e algodão pintado. Coleção Moderna
O futuro será sempre um olhar para dentro: um reconhecimento de memórias para a construção ponderada de novos 'eu'. <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/ambiente-sala-de-jantar-156542/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Amadeo de Souza-Cardoso, Sem título, 1914. Óleo e verniz sobre cartão prensado. Coleção Moderna
Amadeo pintou o futuro e muitas das obras têm titulo desconhecido, como se estivesse a pintar alguma coisa que sabia como era sem saber o que era. — Gastão <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/en/works_cam/title-unknown-140087/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Carlos Lobo, “# untitled 13” (da série “Interior”), 2006. Impressão lambda sobre Fuji archival matte paper colado em PVC. Coleção Moderna
Num período tão difícil para todos os profissionais das Artes em geral, e das Artes Performativas em particular, a imagem de uma plateia vazia é sempre um convite à futura ocupação pelos espectadores. — Susana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/untitled-13-da-serie-interior-140304/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Miguel Palma, “Técnico Miracle #4”, 2013. Grafite, marcador e colagem sobre papel impresso. Coleção Moderna
Este é o tempo em que todos precisam de aprender constantemente, embora recusem ser ensinados, esta obra do Miguel Palma parece sugerir o fim da sala de aula. — Fernando <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/tecnico-miracle-4/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
William Turner, “Naufrágio de um cargueiro”, c. 1810. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
A esperança perante o desastre, a capacidade de superação humana, o espírito de entreajuda face à adversidade. — João <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/naufragio-de-um-cargueiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Joaquim Rodrigo, “Vau – Praia”, 1982. Têmpera sobre tela. Coleção Moderna
Faz-me sonhar nas viagens e aventuras que estarão por vir. — Milton <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/vau-praia-139048/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Miguel de Cervantes, « Don Quichotte De La Manche ». Ilustrações de Albert Decaris. Paris : Les Bibliophiles Franco-Suisses, 1951. Coleção do Fundador
Nada melhor que D. Quixote, com a sua imaginação, coragem e bondade para nos mostrar como enfrentar um futuro que nos assusta, mas que tem de ser vivido com esperança. — Cristina <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/en/works_museu/don-quichotte-de-la-manche-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
João Queiroz, Sem título, 2005. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
Transmite um sentimento de empatia, de relação primordial com a natureza, na forma de uma paisagem, que se observa de longe mas que se quer perto. — Katia <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/s-titulo-146066/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
René Lalique, Peitoral “Libélula”, c. 1897-1898. Ouro, esmalte, crisoprásio, calcedónia, pedras de lua e diamantes. Coleção do Fundador
A libelinha tem asas e o Museu Gulbenkian sempre me permitiu voar desde menina. Lembro-me de passar horas no Museu e de voar para mundos distantes em frente às obras. — Ana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/peitoral-libelula/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Maria José Oliveira, “No Princípio Era a Concha da mão”, 1978. Instalação (24 fotografias de Sérgio Pombo). Coleção Moderna
Porque o futuro enfrenta-se com as mãos. Mãos abertas, mãos em concha, mãos dadas, mãos entrelaçadas, mãos humanas, mãos lavadas. — Sofia <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/no-principio-era-a-concha-da-mao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Sonia Delaunay, “A Jour”, 1965. Cartão e guache sobre papel. Coleção Moderna
O dia será sempre um dia ! Em espiral que a vida é efémera! — Júlia <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/en/works_cam/a-jour-147893/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
“Nicho de oração”, final do século XIII ou início do século XIV, período ilkhânida. Faiança moldada e pintada sob e sobre o vidrado com reflexo metálico. Coleção do Fundador
Enfrentar o futuro significa ultrapassar o medo, tal como se lê neste Nicho de Oração: «Não tenhais medo e não vos aflijais». — Fabrizio <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/nicho-de-oracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Édouard Manet, “As Bolas de Sabão”, 1867. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
Tem de se enfrentar o futuro com a inocência de uma criança que espera o melhor através de uma bola de sabão, com leveza e sem expectativas. — Ana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/as-bolas-de-sabao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Mary Cassatt, “Cuidados Maternais”, c. 1891. Pastel. Coleção do Fundador
São as crianças o verdadeira essência do futuro. Que forma melhor de enfrentar o futuro do que estar nele?! — Filipa <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/cuidados-maternais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
José de Almada Negreiros, “Maternidade”, 1935. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
Mesmo que o mundo nos falhe e os números nos assustem, este quadro dá uma serenidade e uma união perfeita que faz acreditar que a humanidade é sempre capaz de se reinventar. <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/maternidade-139016/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
O tríptico representa o paradigma enfrentado pela sociedade com a pandemia. A portabilidade da obra e delicadeza nas figuras esculpidas contrastam com a dureza e durabilidade do material. — João <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/triptico-com-cenas-da-vida-e-morte-da-virgem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
António Sena da Silva, Sem título (Arredores de Lisboa), década de 1970. Fotografia a cores. Coleção Moderna
Os rasgões de luz que penetram a escuridão revelam as roupas outrora sujas e agora limpas. Estão prontas para voltarem a ser vestidas, para voltarem a ter vida. — Maria <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/sem-titulo-arredores-de-lisboa-3/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Fernando Calhau, “Sem título #850”, 1972. Lápis de cor sobre papel. Coleção Moderna
Na indefinição do que o futuro trará, há a esperança. O acreditar que haverá arco-íris, água, luz, cor, na vida de todos e de cada um, no que vamos encontrar pela frente. — Teresa <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/s-titulo-850-146000/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Ana Vidigal, “Bravura (não vaciles, põe-te a andar)”, 2010. Impressão digital sobre papel. Coleção Moderna
É uma necessidade para enfrentar o tempo que há de vir. Como sempre acontece. A coragem encontra-se em lugares improváveis. — Carlos <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/bravura-nao-vaciles-poe-te-a-andar-138528/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
René Lalique, Gargantilha “Gatos”, c. 1906-1908. Cristal de rocha, ouro e diamantes. Coleção do Fundador
Menos é mais, em 2020 estamos aprendendo a ter tempo para apreciar os detalhes. — Elisa <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/gargantilha-gatos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Jean-Nicolas Blanchard, Barthélémy Mamés Rascalon, “Canapé com assentos de canto”, 1784. Nogueira e faia douradas e folha de ouro; tapeçaria dos Gobelins. Coleção do Fundador
O mobiliário liga as pessoas e esta peça sugere convivío, conversa entre amigos, namoro entre apaixonados, repouso na idade mais avançada. — Maria <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/canape-com-assentos-de-canto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Richard Hamilton, “Mirror Image”, 1974. Colotipo sobre papel Schoeller. Coleção Moderna
O espelho funciona como camada de separação entre a realidade material e a imaterial. Um lembrete de que aquilo que é real se encontra deste lado do espelho, deste lado dos ecrãs. — Rafaela <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/mirror-image-152690/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
António Sena da Silva, Sem título (Lisboa), década de 1970. Fotografia a prato e branco, brometo em papel baritado. Coleção Moderna
A sua obra aparece como apropriada num tempo de confinamento, mas nesta em particular encontro toda uma história ou histórias. — Maria <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/sem-titulo-lisboa-4/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
“São Martinho a cavalo partilhando a capa com um mendigo”, 1531. Calcário. Coleção do Fundador
Essa belíssima escultura nos mostra o olhar benevolente, o cuidado com os necessitados. — Beto <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/sao-martinho-a-cavalo-partilhando-a-capa-com-um-mendigo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
António Júlio Duarte, “White Noise #8”, 2011-2017. Impressão a jato de tinta. Coleção Moderna
Parece um apelo a voltar a voar. <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/white-noise-8/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Rui Chafes, “Burning in a Forbidden Sea”, 2011. Ferro. Coleção Moderna
Tive uma sensação muito forte quando vi a escultura pela primeira vez. Achei que era muito potente e magnética, quase fiquei hipnotizada com as sensações. <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/burning-in-a-forbidden-sea-136124/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Doris Salcedo, “Plegaria Muda”, 2008. Madeira, metal, composto mineral e relva. Coleção Moderna
Esta obra alude à morte, mas também à vida. Quando se constata a fragilidade implícita na vida… Quando fica tudo em suspenso, pouco a pouco parece que se renasce e surge uma nova esperança. — Carla <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/plegaria-muda-137528/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Sir Edward Burne-Jones, “O Espelho de Vénus”, 1877. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
Neste tempo de isolamento, precisamos de nos conhecer melhor, confrontar as nossas emoções com os desafios que se apresentam. Ver sobre o espelho e refletir sobre o que somos. — Luís Neves <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/o-espelho-de-venus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Claude Monet, “O Degelo”, 1880. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
Na sua paisagem "austera e dolorosa", simboliza o foco para o próximo degelo desta dolorosa e austera realidade, a próxima primavera. Haverá sempre um degelo, haverá sempre primavera. — Anna <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/o-degelo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Helena Almeida, “Tela Habitada”, 1976. Fotografias montadas sobre cartão colado em aparite. Coleção Moderna
O rasgar a tela e ultrapassar a barreira são fases de um processo. Por fim é a Liberdade que prevalece. — Joana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/tela-habitada-156670/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Auguste Rodin, “A Eterna Primaveira”, c. 1898. Bronze. Coleção do Fundador
Uma primavera eterna, ou simbolicamente, a juventude eterna são o garante da renovação do ciclo da vida. O futuro é sempre uma promessa de novas primaveras. — Teresa <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_museu/a-primavera-leternel-printemps/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Hugo Canoilas, “With no faith in his own actions (…) No one showing the slit of the raft that carries us”, 2014. Resina epóxi e pigmento sobre fotografia a cores montada em alumínio. Coleção Moderna
É um alerta, um chamado de atenção para as mudanças que são necessárias em nossa sociedade. Não é possivel construir um novo futuro ignorando os menos favorecidos. Cometendo os mesmos erros. — Ana <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/with-no-faith-in-his-own-actions-no-one-showing-the-slit-of-the-raft-that-carries-us/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
António Carneiro, “Retratos dos filhos do pintor”, 1900. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
Captou a beleza e a luz de um belo dia de sol, crianças e um jardim, o cliché perfeito que nos ajuda a manter a memória de momentos perfeitos. — Luísa <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/retrato-dos-filhos-do-pintor-156180/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
João Louro, “Brave New World”, 2014. Acrílico sobre tela crua. Coleção Moderna
É um bom aviso que o totalitarismo vence acalmando as massas de tal forma que ela não tem ideia da sua liberdade. O futuro está no conhecimento e no saber. — João <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/brave-new-world-136132/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Eurico Gonçalves, “Estou Vivo e Escrevo Sol”, 1971. Tinta acrílica sobre platex e papel. Coleção Moderna
Neste presente difuso que promete um futuro confuso, é preciso estar vivo e escrever sol. — Madalena <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/estou-vivo-e-escrevo-sol-139316/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Jorge Barradas, Sem título, 1921. Tinta da China e guache sobre papel. Coleção Moderna
Existe no olhar uma doçura desafiante, um rasgo de esperança que preenche a linha azul. Podemos sempre imaginar o que mira esta mulher, o que surge ao longe que a encanta. — Vânia <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/stitulo-149426/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Rui Sanches, Sem título, 2003. Tinta da China, carvão e tinta acrílica sobre papel. Coleção Moderna
Pela leveza. Por uma espécie de voo. Voar para o futuro com leveza. — Maria <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/en/works_cam/untitled-13/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Rosângela Rennó, “Bananeira” (da série “Frutos estranhos”), 2006. DVD player portátil. Coleção Moderna
A melhor forma de enfrentar o futuro será voltarmos a viver e valorizar a vida como ela é, e nas ações espontâneas seremos livres. — Elisangela <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/bananeira-da-serie-frutos-estranhos-138298/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
Kenneth Martin, “Screw Mobile”, 1965. Bronze. Coleção Moderna
Será preciso esperança,resiliência e espírito de adaptação, esta escultura representa tudo isso, o silêncio e movimento. — Zita <p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/screw-mobile-149352/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais</a></p>
  • Jorge Molder, “O Pequeno Mundo”, 2000. Fotografia impressa com sais de prata. Coleção Moderna
  • Sonia Delaunay, “Chanteur Flamenco (dit Petit Flamenco)”, 1916. Guache sobre papel. Coleção Moderna
  • Inês Cannas, Sem título (PIQ 6), 2000. Óleo sobre madeira. Coleção Moderna
  • Jorge Martins, “Instalação”, 1993. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
  • Pierre-Auguste Renoir, “Retrato de Madame Claude Monet”, c. 1872-1874. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • Inês Cannas, Sem título (PIQ 3), 1999. Óleo sobre madeira. Coleção Moderna
  • António Júlio Duarte, “Diver, Osaka #388, Japan 1997”, 1997-2017. Impressão a jato de tinta. Coleção Moderna
  • Amadeo de Souza-Cardoso, “Trou de la serrure PARTO DA VIOLA Bon ménage Fraise avant garde”, 1916. Óleo, pochoir e verniz sobre tela. Coleção Moderna
  • Willie Doherty, “Undercover / Unseen”, 1985. Fotografia a preto-e-branco com texto, montada em alumínio. Coleção Moderna
  • Helena Almeida, “Ouve-me”, 1979. Vídeo Super 8, Vídeo DVD e Vídeo VHS. Coleção Moderna
  • José Dominguez Alvarez, “Casario e figuras de um sonho”. Óleo sobre cartão prensado e tela. Coleção Moderna
  • Ana Vieira, “Ambiente – Sala de Jantar”, 1971. Rede, prato em loiça, copos de vidro, faca em inox, CD-Rom, madeira pintada de branco, nylon pintado a spray azul e algodão pintado. Coleção Moderna
  • Amadeo de Souza-Cardoso, Sem título, 1914. Óleo e verniz sobre cartão prensado. Coleção Moderna
  • Carlos Lobo, “# untitled 13” (da série “Interior”), 2006. Impressão lambda sobre Fuji archival matte paper colado em PVC. Coleção Moderna
  • Miguel Palma, “Técnico Miracle #4”, 2013. Grafite, marcador e colagem sobre papel impresso. Coleção Moderna
  • William Turner, “Naufrágio de um cargueiro”, c. 1810. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • Joaquim Rodrigo, “Vau – Praia”, 1982. Têmpera sobre tela. Coleção Moderna
  • Miguel de Cervantes, « Don Quichotte De La Manche ». Ilustrações de Albert Decaris. Paris : Les Bibliophiles Franco-Suisses, 1951. Coleção do Fundador
  • João Queiroz, Sem título, 2005. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • René Lalique, Peitoral “Libélula”, c. 1897-1898. Ouro, esmalte, crisoprásio, calcedónia, pedras de lua e diamantes. Coleção do Fundador
  • Maria José Oliveira, “No Princípio Era a Concha da mão”, 1978. Instalação (24 fotografias de Sérgio Pombo). Coleção Moderna
  • Sonia Delaunay, “A Jour”, 1965. Cartão e guache sobre papel. Coleção Moderna
  • “Nicho de oração”, final do século XIII ou início do século XIV, período ilkhânida. Faiança moldada e pintada sob e sobre o vidrado com reflexo metálico. Coleção do Fundador
  • Édouard Manet, “As Bolas de Sabão”, 1867. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • Mary Cassatt, “Cuidados Maternais”, c. 1891. Pastel. Coleção do Fundador
  • José de Almada Negreiros, “Maternidade”, 1935. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
  • António Sena da Silva, Sem título (Arredores de Lisboa), década de 1970. Fotografia a cores. Coleção Moderna
  • Fernando Calhau, “Sem título #850”, 1972. Lápis de cor sobre papel. Coleção Moderna
  • Ana Vidigal, “Bravura (não vaciles, põe-te a andar)”, 2010. Impressão digital sobre papel. Coleção Moderna
  • René Lalique, Gargantilha “Gatos”, c. 1906-1908. Cristal de rocha, ouro e diamantes. Coleção do Fundador
  • Jean-Nicolas Blanchard, Barthélémy Mamés Rascalon, “Canapé com assentos de canto”, 1784. Nogueira e faia douradas e folha de ouro; tapeçaria dos Gobelins. Coleção do Fundador
  • Richard Hamilton, “Mirror Image”, 1974. Colotipo sobre papel Schoeller. Coleção Moderna
  • António Sena da Silva, Sem título (Lisboa), década de 1970. Fotografia a prato e branco, brometo em papel baritado. Coleção Moderna
  • “São Martinho a cavalo partilhando a capa com um mendigo”, 1531. Calcário. Coleção do Fundador
  • António Júlio Duarte, “White Noise #8”, 2011-2017. Impressão a jato de tinta. Coleção Moderna
  • Rui Chafes, “Burning in a Forbidden Sea”, 2011. Ferro. Coleção Moderna
  • Doris Salcedo, “Plegaria Muda”, 2008. Madeira, metal, composto mineral e relva. Coleção Moderna
  • Sir Edward Burne-Jones, “O Espelho de Vénus”, 1877. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • Claude Monet, “O Degelo”, 1880. Óleo sobre tela. Coleção do Fundador
  • Helena Almeida, “Tela Habitada”, 1976. Fotografias montadas sobre cartão colado em aparite. Coleção Moderna
  • Auguste Rodin, “A Eterna Primaveira”, c. 1898. Bronze. Coleção do Fundador
  • Hugo Canoilas, “With no faith in his own actions (…) No one showing the slit of the raft that carries us”, 2014. Resina epóxi e pigmento sobre fotografia a cores montada em alumínio. Coleção Moderna
  • António Carneiro, “Retratos dos filhos do pintor”, 1900. Óleo sobre tela. Coleção Moderna
  • João Louro, “Brave New World”, 2014. Acrílico sobre tela crua. Coleção Moderna
  • Eurico Gonçalves, “Estou Vivo e Escrevo Sol”, 1971. Tinta acrílica sobre platex e papel. Coleção Moderna
  • Jorge Barradas, Sem título, 1921. Tinta da China e guache sobre papel. Coleção Moderna
  • Rui Sanches, Sem título, 2003. Tinta da China, carvão e tinta acrílica sobre papel. Coleção Moderna
  • Rosângela Rennó, “Bananeira” (da série “Frutos estranhos”), 2006. DVD player portátil. Coleção Moderna
  • Kenneth Martin, “Screw Mobile”, 1965. Bronze. Coleção Moderna

Dia Internacional dos Museus

Esta é uma das atividades para celebrar o Dia Internacional dos Museus, que este ano conta com uma programação inteiramente online. Conversas, uma exposição virtual e uma visita guiada são algumas das nossas propostas para este dia.

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