Dia Internacional dos Museus
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Data
- 10:00 / Cancelado 10:00 / Esgotado quinta, 10:00
Local
Museu Calouste GulbenkianO Museu Calouste Gulbenkian organizou uma programação especial para comemorar o Dia Internacional dos Museus, com atividades dedicadas ao tema “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus” como mote para uma reflexão sobre o papel dos museus nas comunidades e na sociedade em geral.
Ao longo do dia haverá um programa de conversas curtas e informais, com uma duração máxima de 30 minutos, que decorrem em diferentes galerias.
Estas conversas resultam da escolha e da resposta de cada curador a esta temática, numa posição de abertura, diversidade e multiplicidade de vozes e visões.
10:15 – “Negociações europeias e compra de obras”, por Nuno Vassallo e Silva
10:45 – “Visível e invisível na obra de Degas”, por Luísa Sampaio
11:15 – “Uma história escondida num tapete”, por Clara Serra
12:00 – “Vigiar, esconder e punir – Uma ‘história controversa’ a partir da série 22474, do ano 2000, de José Luís Neto”, por Leonor Nazaré
12:30 – “Criação do edifício do Centro de Arte Moderna – uma história de resistência e contestação”, por Patrícia Rosas
14:45 – “A história silenciada”, por Ana Vasconcelos
15:30 – “Os vidros mamelucos da coleção de arte islâmica”, por Jorge Rodrigues
16:00 – “Versailles em papel”, por João Carvalho Dias e Manuela Marques
17:00 – “A Coleção Gulbenkian sai do armário dourado? – narrativas queer na Coleção Gulbenkian”, por Michael Langan (inglês)
17:45 – “A Coleção Moderna e a sua relação com o Estado Novo”, por Penelope Curtis (inglês)
O acesso às conversas é gratuito, mas requer o levantamento de bilhete, para uma lotação de 30 pessoas.
Neste dia, a entrada no Museu Calouste Gulbenkian – Coleção do Fundador e Coleção Moderna – é gratuita, exceto na exposição temporária dedicada a Almada Negreiros.
No dia 21 de maio, integrada nesta programação, há ainda uma proposta de visita desenhada com o título “O poder da síntese – simplificar o traço, representar a Natureza”, na Coleção do Fundador. Com a orientação de Ricardo Mendes, o público é convidado a desenhar a partir da observação das obras da coleção islâmica.
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